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Imagem: Magazine Luiza estima captar R$ 7 bilhões da crise na Casas Bahia

O Magazine Luiza tem colhido frutos da crise na Casas Bahia, e a recente escalada no preço das ações da rede, anterior à alta dos papéis de varejo dos últimos dias, já capta esse movimento. Cálculos que têm sido feitos internamente consideram a possibilidade de captação de R$ 7 bilhões de vendas da Casas Bahia nos próximos meses, mais R$ 4 bilhões que podem entrar com a demanda em marketplaces como Amazon e Mercado Livre, com quem a empresa tem parceria, totalizando R$ 11 bilhões de oportunidades.

13/10/26

Imagem: Abrafarma questiona Anvisa sobre venda de medicamentos com receita no Mercado Livre

A entrada do Mercado Livre na venda de medicamentos com receita provocou uma reação das farmácias. Além de derrubar as ações da RD Saúde, Pague Menos e Panvel, o anúncio levou a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) a informar que questionará a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a legalidade da operação. Para a entidade, a comercialização de medicamentos por marketplaces continua vedada enquanto não for concluída a regulamentação em discussão na Anvisa. A associação afirma que a venda anunciada pelo Mercado Livre, inclusive de produtos sujeitos à prescrição médica e à retenção de receita, não estaria de acordo com a legislação vigente.

25/09/26

Imagem: A nova lei dos marketplaces e o futuro da venda das farmácias no Brasil

A recente decisão da Anvisa de adequar as regras para o uso de marketplaces e plataformas digitais na intermediação de produtos farmacêuticos marca uma nova fase para o setor da saúde no Brasil. Regulamentada pela Lei nº 15.357, de março de 2026, essa mudança vai além da flexibilização regulatória, é uma resposta à mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais acostumado a resolver a vida em poucos cliques pelo celular.

24/09/26

Imagem: Abrafarma alerta para riscos da venda de remédios em marketplaces

O avanço dos marketplaces na venda de medicamentos tem despertado preocupações entre os representantes do varejo farmacêutico. Segundo Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), trata-se de um cenário diferente do que é visto no canal alimentar, que obteve liberação para operar farmácias dentro de suas lojas, em ambientes separados. “Se eles (varejistas alimentares) forem bem-sucedidos, tem um público que vai ao supermercado e quer completar a cesta de compras com a farmácia. E se eles forem mais competentes que a gente, ótimo. Agora, não pode ser uma regra sem lei, que é o caso dos marketplaces hoje”, explica, com exclusividade ao Jornal Giro News.

08/09/26

Imagem: Restaurantes ampliam canais próprios para reduzir dependência de marketplaces

Os restaurantes deixam o marketplace como caminho principal para chegar ao consumidor e agora apostam em canais próprios para recuperar margem e construir uma relação direta com quem compra. Na base da Brendi, foodtech brasileira especializada em inteligência artificial para restaurantes, mais de 8.500 estabelecimentos já utilizam canais próprios de venda, que movimentaram mais de R$ 1 bilhão em faturamento. Segundo a empresa, alguns restaurantes chegam a registrar crescimento de até 80% nas vendas realizadas diretamente por esses canais.

04/09/26

Imagem: Varejistas fecham mais de 1,1 mil lojas físicas no Brasil desde 2022

Um levantamento realizado pelo Broadcast, do Grupo Estado, aponta que cinco players do varejo — Casas Bahia, Americanas, Carrefour, Marisa e Magazine Luiza — reduziram em mais de 1,1 mil o número de unidades físicas no Brasil desde o fim de 2022. Pressionadas por juros altos, endividamento e forte avanço do e-commerce, as companhias optaram pelo encerramento de pontos deficitários para cortar custos com aluguel e pessoal, visando preservar a rentabilidade e a geração de caixa. A Casas Bahia respondeu pelo maior volume de cortes, seguida pela Americanas, em meio a processos de reestruturação.

31/08/26

Imagem: Quando o pós-venda vira estratégia de negócio

Durante muito tempo, o pós-venda foi tratado como etapa final da jornada do consumidor, quase um custo inevitável depois da conversão. Essa lógica, no entanto, foi substituída por uma visão mais estratégica, em que atendimento e relacionamento passam a ocupar o centro das decisões de negócio. Em mercados pressionados por margem, concorrência e transparência digital, a experiência do cliente deixou de ser diferencial e passou a ser critério de escolha. O atendimento impacta diretamente a decisão de compra e a percepção de valor, onde o relacionamento com a marca é decisivo, inclusive após a compra. Em outras palavras, vender bem já não basta: é preciso sustentar a experiência.

12/05/26

Imagem: Ikesaki implementa hub de live commerce em loja da capital paulista

A Ikesaki estreia, nesta quinta-feira (7), o Espaço Ikesaki Ao Vivo, seu primeiro hub fixo dedicado exclusivamente ao live commerce dentro de um ponto de venda físico no Brasil. Instalado na unidade da Rua Galvão Bueno, no bairro da Liberdade, em São Paulo, o projeto funcionará como um estúdio permanente de criação de conteúdo com transmissões diárias para as lojas oficiais da rede em marketplaces como TikTok Shop e Shopee.

06/05/26

Imagem: Volume de itens vendidos na data dupla 2.2 cresce 36%

A primeira data dupla do calendário promocional de 2026, o dia 2 de fevereiro (2.2), trouxe um crescimento de 10% no faturamento em marketplaces, em comparação com a mesma data de 2025, para os clientes da Linx, especializada em tecnologia para o varejo no mercado de software para gestão. O volume de produtos vendidos avançou ainda mais, com alta de 36% na quantidade de itens comercializados na mesma base comparativa.

05/02/26

Imagem: 96% dos consumidores compraram em marketplaces internacionais no último ano

Nos últimos 12 meses, 96% dos consumidores compraram em marketplaces internacionais, segundo a pesquisa “Consumo Multicanal — 2025”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas. A líder do ranking de utilização é a Shopee (73%), seguida pelo Mercado Livre (63%), Amazon (39%), Shein (37%), Americanas (29%) e Magalu (28%). Segundo o estudo, o sucesso de Shopee e Shein se explica pela combinação de preços muito competitivos, frete grátis e ofertas constantes.

02/02/26

Imagem: Marketplaces reforçam capilaridade e expansão logística no Brasil em 2025

Neste ano, o Brasil percebeu um movimento de crescimento das multinacionais que atuam com marketplaces no país. A Amazon, que definiu o país como o foco principal de sua expansão global, chegou a 15 centros de distribuição em território brasileiro e abriu mais de 100 centros logísticos, finalizando o ano com um total de 250 unidades. Em outubro, a varejista ainda estreou sua vertical focada em produtos de mercado.

19/12/25

Imagem: Bom Princípio Alimentos chega aos marketplaces em nova fase de expansão comercial

A Bom Princípio Alimentos anunciou sua chegada ao universo dos marketplaces, em um movimento que marca uma nova fase de expansão comercial e fortalecimento da presença digital. A primeira etapa de implantação contempla a atuação em marketplaces como Mercado Livre, Shopee e Martins Atacadista, com previsão de ampliação para novas plataformas conforme o avanço da operação e a maturação dos processos.

10/12/25

Imagem: Americanas e Magazine Luiza iniciam integração em marketplaces

Em uma parceria que busca reforçar a competição no mercado de marketplaces, o Magazine Luiza iniciou, nesta terça-feira (18), a oferta de produtos da Americanas em sua plataforma digital. O mesmo deve acontecer na plataforma da Americanas nas próximas semanas. "A parceria combina um mix complementar e sinérgico de produtos", afirmaram as empresas em comunicado à imprensa. Após o início de seu processo de recuperação judicial, a Americanas decidiu dar prioridade a categorias de preços mais baixos, como bomboniere, alimentos, limpeza, higiene pessoal e utilidades domésticas.

19/11/25

Imagem: A "guerra" dos marketplaces e a jogada inédita da Amazon

O mercado de e-commerce brasileiro acaba de assistir a um movimento inédito que pode redefinir a disputa entre os grandes players do setor. A Amazon anunciou que vai zerar, até dezembro, as taxas de armazenagem e envio cobradas dos lojistas que utilizam o Fulfillment by Amazon (FBA) — programa em que a empresa assume todo o processo de armazenamento, embalagem, entrega, atendimento ao cliente e logística reversa. É a primeira vez que a companhia adota essa política, e, segundo o que se sabe, trata-se de uma iniciativa inédita até mesmo no cenário global.

30/10/25

Imagem: Alphacode investe R$ 10 milhões em solução para reduzir custos do delivery multicanal

Atualmente, o delivery se consolidou como canal estratégico de vendas no Brasil, mas a expansão acelerada trouxe um efeito colateral, trata-se da complexidade operacional para gestores de restaurantes e redes de franquias. Para lidar com isso, a Alphacode anunciou um investimento de R$ 10 milhões no desenvolvimento do AnyFood, plataforma que promete simplificar a operação e reduzir em até 30% os custos ligados ao delivery multicanal.

24/09/25

Imagem: Payface apresenta nova solução de prevenção de fraude

Após 18 meses de desenvolvimento e com um investimento superior a R$ 20 milhões, a Payface lança o Fortface, uma solução de prevenção à fraude e autenticação por biometria facial. O serviço é projetado para autenticação digital em diversos setores, como acesso a serviços financeiros, seguros, marketplaces e apostas online, por exemplo.

29/10/24