09/07/20
Há um Projeto de Lei 130/2019, em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo, de autoria do vereador Camilo Cristófaro (PSB), que prevê a obrigatoriedade dos entregadores que trabalham por aplicativos serem cadastrados na prefeitura e utilizarem motos com placas vermelhas. A FecomercioSP ressalta que é contra o projeto e afirma que o mesmo cria barreiras burocráticas, sem aumentar a segurança dos profissionais, e não considera os avanços tecnológicos, o contexto da digitalização de serviços, reforçando um modelo ultrapassado.
22/06/20
As vendas do comércio eletrônico no estado de São Paulo registraram alta de 15,6% no primeiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado, com um faturamento de R$ 5,5 bilhões. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit/Nielsen. No entanto, foi observada uma queda de 4,1% no valor do tíquete médio. Segundo a entidade, o e-commerce representa 3% do total do comércio varejista paulista. No canal online, os bens duráveis concentraram 63,6% do faturamento e tiveram um tíquete médio de R$ 666,11.
05/06/20
Os investimentos necessários para operar no e-commerce são menores do que os custos para manter uma loja física. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Vitor Magnani, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e da Associação Brasileira Online to Offline, revela quais aspectos devem ser considerados em cada um dos canais. "Para trabalhar no mundo físico, é necessário investir em um estabelecimento e em utensílios para expor os produtos. Há, ainda, custos regulatórios, como alvará de funcionamento. Por outro lado, o digital demanda ferramentas que talvez não seriam usadas numa loja física."
26/05/20
Este ano, o Dia das Mães, comemorado em 10 de maio, deve gerar uma queda de 31% nas vendas do comércio paulista, totalizando um prejuízo de R$ 3,7 bilhões. A estimativa é da FecomercioSP e considera os resultados da semana que antecedem a data. Na comparação com 2019, as perdas totais do mês de maio podem chegar a R$ 19,3 bilhões. Segundo a entidade, para calcular o recuo de vendas, foi contabilizado o desempenho de cinco segmentos que, geralmente, registram altas na data: móveis e decoração (-92%); eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento (-82%); vestuário e calçados (-72%); supermercados (-14%); farmácias e perfumarias (-3%).
29/04/20
A crise pode provocar uma perda de pelo menos R$ 115 bilhões ao comércio varejista nacional em 2020, retração de 3,6% sobre 2019. As projeções são da FecomercioSP e levam em consideração uma redução de 5,9% nas vendas nos meses de abril, maio e junho, em relação às estimativas feitas pré-crise. Antes do período, a perspectiva era de que o comércio brasileiro faturasse cerca de R$ 2 trilhões em 2020, crescimento de 2,4%. Em uma conjuntura mais grave, o varejo pode ter recuo mensal de 10% nas vendas. A queda anual seria de R$ 126 bilhões, baixa de 4,2%.
14/04/20
Na última segunda-feira (06), o Governo do Estado de São Paulo anunciou a prorrogação da quarentena por mais 15 dias. Diante da medida, a FecomercioSP compreende o adiantamento, mas cobra velocidade das ações anunciadas para a manutenção das empresas, além de um plano de retomada da economia. Segundo a entidade, a suspensão do recolhimento do ICMS deveria ser prorrogada por seis meses, ao invés de três, e ampliada para todos os gêneros de empresa. O comércio do estado fatura cerca de R$ 35 bilhões em um mês de abril regular.
07/04/20
A medida de fechamento do comércio físico na capital paulista, determinada pela Prefeitura de São Paulo, vai impactar 144.185 estabelecimentos, segundo levantamento da FecomercioSP. De acordo com a entidade, esses negócios movimentam diariamente cerca de R$ 300 milhões em faturamento bruto. O decreto suspende o funcionamento do atendimento presencial em parte do comércio paulistano, como lojas de vestuário, calçados, eletrodomésticos, materiais de construção, móveis e decoração, concessionárias de veículos, autopeças e acessórios.
23/03/20
As consequências do coronavírus (covid-19) no comércio serão sentidos nos segmentos de bens duráveis, segundo estimativa da FecomercioSP. O consumo no curto prazo deve ser de produtos básicos, como alimentos, remédios e produtos de higiene. Bens duráveis como eletroeletrônicos, roupas, móveis, tendem a ter suas compras adiadas. Como grande parte das empresas está adotando o sistema de home office, as aquisições feitas na hora do almoço, também sofrerão baixas. A Federação avalia que em relação aos supermercados, a tendência é que não haja um desabastecimento porque a produção agrícola se encontra em bom nível e os transportes estão funcionando.
17/03/20
