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Vendas de Bens Duráveis Devem Sofrer Queda

Covid-19 Traz Prejuízo

As consequências do coronavírus (covid-19) no comércio serão sentidos nos segmentos de bens duráveis, segundo estimativa da FecomercioSP. O consumo no curto prazo deve ser de produtos básicos, como alimentos, remédios e produtos de higiene. Bens duráveis como eletroeletrônicos, roupas, móveis, tendem a ter suas compras adiadas. Como grande parte das empresas está adotando o sistema de home office, as aquisições feitas na hora do almoço, também sofrerão baixas.A Federação avalia que em relação aos supermercados, a tendência é que não haja um desabastecimento porque a produção agrícola se encontra em bom nível e os transportes estão funcionando. A Instituição também orienta os empresários que busquem entender o cenário sem elevar o preço dos produtos.

Mercado Financeiro X Coronavírus
O novo coronavírus tem deixado o mercado financeiro tenso e com isso a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que o momento exige cautela e pede ao setor que alarmismos sejam evitados. Segundo a entidade, apesar da alta do dólar, a inflação está controlada internamente e a queda nos preços de outros componentes deve influenciar os índices de preço para baixo, anulando a pressão do câmbio.O Governo anunciou um primeiro pacote de medidas para a economia reagir ao coronavírus: antecipação de 50% do 13º para aposentados e pensionistas do INSS, que deverá injetar R$ 23 bilhões no consumo já em abril, a redução dos juros ao crédito consignado, entre outras medidas.

17/03/2020
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Escrito por Brenda

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