Pular para o conteúdo
Imagem: E-commerce brasileiro cresce 2% em 2022

O e-commerce cresceu 2% no Brasil em 2022, de acordo com relatório produzido pela NielsenQ|Ebit. O resultado foi impulsionado pelo primeiro semestre, que observou alta de 6%, em comparação com mesmo período do ano anterior. Os últimos seis meses do ano foram marcados por uma queda de 2%. "Os resultados, em geral, demonstram desaceleração do crescimento do e-commerce no Brasil. Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos", analisa Marcelo Osanai, head de e-commerce da NielsenQ|Ebit.

06/02/23

Imagem: Vendas online da Cyber Monday recuam 12%

O faturamento do e-commerce brasileiro na Cyber Monday (segunda-feira pós-Black Friday) teve queda de 12%, na comparação com o mesmo período de 2021, segundo dados da NielsenIQEbit, em parceria com a Bexs Pay. "O e-commerce competiu de maneira mais decisiva com as lojas físicas, já que o isolamento promovido por conta da pandemia reduziu a quase zero e as pessoas voltaram a circular. O ambiente macroeconômico também está mais desafiador e isso impactou o bolso do brasileiro, assim como as vendas das lojas", afirma o head de e-commerce da NielsenIQ, Marcelo Osanai.

30/11/22

Imagem: E-commerce tem queda em vendas, mas avança em número de shoppers

O e-commerce brasileiro registrou queda de 7,3% em vendas no primeiro semestre, somando R$ 119 bilhões. No mesmo período do ano passado, o resultado havia sido de R$ 128,4 bilhões, com avanço de 5,5%. Segundo a 48ª edição da pesquisa Webshoppers, elaborada pela NIQ Ebit, o resultado foi impactado pela queda de 5,2% apurada no número de pedidos. Já o ticket médio recuou 2,1%. "Embora tenhamos essa queda, não houve uma redução na quantidade de shoppers ativos no canal online, apresentando um crescimento de 6% versus o mesmo período do semestre anterior", afirma a NIQ Ebit. Em junho, o e-commerce chegou à marca de 53 milhões de consumidores.

23/08/23

Imagem: Supermercados e marketplaces acirram disputa pelo shopper virtual

Praticidade virou uma das palavras de ordem no novo comportamento do shopper. E se antes da pandemia o varejo já tinha que investir em novos serviços frente à acirrada concorrência, agora, essa necessidade se torna ainda mais pungente - sobretudo numa conjuntura onde o cliente tem um mundo de possibilidades na palma da mão. Esse é um dos fatores, inclusive, que traçam um caminho sem volta para o varejo alimentar: o e-commerce. As compras de alimentos e bebidas têm sido as principais alavancas de crescimento do comércio eletrônico, com uma disparada de 128% no volume de pedidos no primeiro semestre de 2022.

20/09/22

Imagem: Venda online de alimentos e bebidas dispara 128%

O e-commerce brasileiro atingiu R$ 118,6 bilhões em vendas no primeiro semestre de 2022, alta de 6% na comparação com o mesmo período de 2021, quando o valor era de R$ 111,8 bilhões. Os dados são do relatório Webshoppers 46, elaborado pela NielsenIQ | Ebit, em parceria com a Bexs Pay. "O crescimento do consumo nesse semestre é tímido se comparado com o crescimento de 2020 para 2021, quando tivemos uma alta de 47%, mas o volume de vendas ainda é muito expressivo e reforça que o e-commerce veio para ficar, sobretudo, na compra de produtos de giro rápido", afirma Marcelo Osanai, head de e-commerce da NielsenIQ|Ebit.

14/09/22

Imagem: Alimentos e Bebidas Apontam Solidez no Crescimento

Com a continuidade das compras online, mesmo após a reabertura do comércio, o e-commerce teve seu crescimento puxado pela venda de alimentos e bebidas em 2021. A categoria registrou um salto de 107% no volume de pedidos, na comparação com 2020, segundo dados da 45ª edição do Webshoppers, relatório sobre o comércio eletrônico brasileiro elaborado pela NielsenIQ. A busca por essa categoria acontece, principalmente, pelas redes sociais e digitando o nome da loja. Com aumento de 25% em valor, o setor de alimentos teve alta de 116,2% no número de pedidos, enquanto as bebidas registraram avanço de 36,5% em valor e 90,5% em pedidos.

05/04/22

Imagem: Lojas Virtuais Dominam Preferência do Consumidor

Nesta Black Friday, a maioria dos consumidores pretende fazer suas compras no e-commerce. As lojas virtuais são a preferência de 82%, segundo um estudo realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas. Entre as pessoas que optarão pelo comércio eletrônico, aparecem em destaque os sites e aplicativos de varejistas nacionais (57%) e as plataformas internacionais (34%). Outros 47% devem fazer suas compras em lojas físicas (47%), nos shoppings (29%) e nas lojas de rua (23%).

26/11/21