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Imagem: Ruptura nos supermercados volta a cair em março, atingindo 12,2%

O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, voltou a cair no mês de março e atingiu 12,2% na ruptura geral, o que significa uma retração de 0,5 ponto percentual (p.p.) na comparação com fevereiro. Este é o segundo mês consecutivo com tendência de queda após o pico apresentado em janeiro (13,7%). Ao analisar a ruptura por categorias de produto, um dos destaques da lista de março é o ovo, que subiu 2,9 p.p. ante o mês anterior, acompanhado da variação de preço de 10% no mesmo período.

02/05/25

Imagem: Melitta adquire empresas de máquinas de café

A Melitta South America, parte do Grupo Melitta, anuncia a aquisição de participação majoritária nas empresas Baristo e Rent a Coffee. Com 15 anos de atuação no mercado de food service, a Baristo fornece máquinas, insumos, acessórios e serviços para o preparo e consumo de café e bebidas fora do lar.

16/04/25

Imagem: Supermercados implementam proteção antifurto em cafés

Redes de São Paulo estão colocando grades, lacres e etiquetas antifurto em cafés, bacalhau, picanha, cremes de avelã e azeites. A prática é adotada em supermercados como Carrefour, Extra, Pão de Açúcar e Sonda, localizados na capital paulista.

15/04/25

Imagem: Alimentos e bebidas impulsionam alta de preços em março

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,56% em março deste ano em comparação ao mês anterior, quando o índice saltou para 1,31%. Esta é a maior leitura para março desde 2023, quando o índice subiu 0,71%. No acumulado dos últimos 12 meses, houve um acréscimo de 5,48%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta de preços foi puxada pelo grupo de alimentação e bebidas, que acelerou de 0,70% em fevereiro para 1,17% em março.

11/04/25

Imagem: Índice de ruptura no varejo retrai para 12,7% em fevereiro, diz Neogrid

O Índice de Ruptura da Neogrid, indicador que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados de todo o Brasil, registrou retração em fevereiro na ruptura geral, que chegou a 12,7%, uma variação negativa de 1 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior, quando registrou 13,7%. O monitoramento identificou elevação na ruptura dos alimentos que compõem o café da manhã dos brasileiros, como o ovo e o café, que ficaram mais caros no período.

25/03/25

Imagem: Preço do ovo sobe 23,3% e café tem alta de 8,5% em fevereiro

O preço do ovo em supermercados e atacarejos regionais apresentou um aumento de 23,3% em comparação ao mês anterior, impulsionado por três efeitos: calor intenso, preço do milho e sazonalidade da Quaresma. Os dados são do Radar da Scanntech. Por sua vez, o café, que já vinha apresentando aumentos significativos, teve um repasse de 8,5% em comparação a janeiro, acumulando uma alta de 66,6% nos últimos 12 meses.

14/03/25

Imagem: Nescafé Gelado lança campanha focada no público jovem

Neste mês, Nescafé estreia uma campanha para destacar os atributos do café gelado. A comunicação explora diferentes formas de consumo e, pela primeira vez, leva a marca ao Carnaval na Cidade, em São Paulo, onde os foliões poderão experimentar o Nescafé Ice em um espaço exclusivo. Criada pela agência DPZ, a campanha "Bateu Calor? Vai de Nescafé Gelado" aposta no público jovem, com peças nas redes sociais e ação com influenciadores.

26/02/25

Imagem: Cinco capitais registram queda de preços na cesta básica

Em janeiro, o preço médio da cesta básica de alimentos diminuiu em cinco das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo Neogrid & FGV Ibre. Na comparação mensal, as retrações foram registradas em Salvador (-2,7%), Brasília (-1,5%), Rio de Janeiro (-1,2%), Fortaleza (-0,4%) e Manaus (-0,3%). Curitiba e São Paulo foram as cidades que apresentaram os maiores aumentos nos valores da cesta, de 4,5% e 2,9%, respectivamente.

24/02/25

Imagem: Nescafé Dolce Gusto apresenta dois novos sabores

A marca segue ampliando sua linha de bebidas premium e apresenta novos sabores inspirados em duas das principais regiões cafeeiras do Brasil: Serras Alto do Parnaíba (MG) e Chapada Diamantina (BA). Os produtos já estão sendo comercializados no e-commerce e chegarão aos pontos de venda em março, com preço sugerido de R$ 27,90.

19/02/25

Imagem: Nestlé tem queda de 1,8% na receita em 2024

No acumulado de 2024, a Nestlé reportou uma receita de 91,35 bilhões de francos suíços - cerca de US$ 99,98 bilhões - o que corresponde a uma queda de 1,8% em comparação com o ano anterior. Já o lucro líquido da companhia foi 2,9% menor. Mesmo diante desses números, a Nestlé teve um crescimento orgânico de 2,2%. Vale destacar o avanço liderado por Cafés, Confectionary e PetCare, impulsionado pelos mercados emergentes e pela Europa.

13/02/25

Imagem: Abic prevê alta de 25% no preço do café nos próximos meses

Nos últimos quatro anos, o valor do café nas gôndolas cresceu 110%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Em 2024, o avanço no preço para o consumidor foi de 37,4%. Desde 2021, as safras de café têm sido afetadas por fatores climáticos que prejudicaram as colheitas e pressionaram os preços com o aumento da demanda global.

06/02/25

Imagem: Café lidera lista de produtos com maiores aumentos de preço em 2024

Ao longo de 2024, o consumidor brasileiro enfrentou aumento de até 46,1% no preço do café em pó e em grãos. É o que revela a pesquisa “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizada pela Neogrid. De acordo com o levantamento, o preço médio do café subiu de R$ 36,89 em dezembro de 2023, para R$ 53,90 em dezembro de 2024. O item liderou a lista de maiores aumentos de preços no ano passado, ficando entre as cinco maiores variações e sendo até comparado ao azeite em termos de impacto no orçamento dos consumidores.

23/01/25

Imagem: Café com leite fica mais caro em 2024

O café em pó e o leite sofreram inflação de, respectivamente, 43,41% e 19,73% ao longo do ano passado. Os dados são do Índice de Preço dos Supermercados (IPS), calculado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) em parceria com a Fipe. “O período e o volume das chuvas alterados influenciaram na qualidade dos pastos e, consequentemente, na produção de leite”, afirma Felipe Queiroz, economista-chefe da Apas.

17/01/25