Polícia Isenta Itambé em Caso de Envenenamento
Caso Encerrado


A Polícia Civil de Cuiabá (MT) confirmou que o caso
envolvendo a morte de uma criança de 2 anos foi criminoso, isentando o
achocolatado Itambezinho. Em comunicado, a polícia esclareceu que "Investigações conduzidas pela Polícia Judiciária Civil, em conjunto com a
Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontaram que o menino
R.C.S.S, 02 anos, que morreu após a ingestão de uma bebida achocolatada em
Cuiabá na quinta-feira (25) foi vítima de envenenamento. Na manhã desta
sexta-feira (01) foram presos dois homens suspeitos de participação no evento".
Ação Desastrosa da Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu, por 90 dias, a
comercialização do achocolatado Itambezinho após o ocorrido. A decisão foi
feita baseada em boatos das redes sociais. A agência sequer analisou amostras
do produto, algo feito de imediato pela Itambé, onde constatou-se que o lote
não apresentava qualquer problema para consumo. No caso, a mesma Anvisa que
permite pelos de rato em molho de tomate, condenou sem base uma empresa
inocente. Vale ressaltar que, recentemente, o Portal Giro News contestou a ação
da Agência em casos de contaminação. Foram feitas perguntas relacionadas à
fiscalização, ao trabalho rotineiro de recolhimento de lotes só após ao
consumo. A resposta foi de apenas uma frase: "a fiscalização é uma atribuição
das vigilâncias sanitárias dos estados e municípios. As punições estão
previstas na lei 6.437/1977".
O Malefício das Redes
Casos como este reforçam o cuidado com que devem ser tratadas
as informações que se multiplicam rapidamente na Internet, sobretudo nas redes
sociais. O efeito dessas viralizações cria verdades corriqueiramente. Vale
ressaltar que o compromisso de Giro News diante disso, é seguir não apenas
replicando a desinformação, como virou rotina na imprensa em geral, mas
esclarecer seu leitor, sobre o que de fato é verdade.
Atitude da Itambé
Importante destacar a postura da empresa diante do caso. Em momento algum a
Itambé deixou de prestar esclarecimentos a seus consumidores e clientes
varejistas/atacadistas. Assim que surgiram os boatos, realizou análises
laboratoriais internas, constatando que não havia qualquer contaminação em seus
produtos. A empresa emitiu um comunicado ao mercado informando que mesmo após
essas análises, mandou amostras para serem testadas em laboratórios externos e
no LANAGRO - Laboratório Nacional Agropecuário - do Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, para reforçar seu laudo. E, em novo comunicado,
ressaltou a real informação apurada pela Polícia Civil de Cuiabá (MT).