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Imagem destaque: Fhoresp se posiciona contra obrigatoriedade do cardápio físico em estabelecimentos
Créditos: Divulgação

Fhoresp se posiciona contra obrigatoriedade do cardápio físico em estabelecimentos

  A Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) defende o veto do governo de São Paulo ao projeto de lei que tornava obrigatório o cardápio físico em estabelecimentos gastronômicos. Essa suspensão do governo está passando pela análise dos deputados da Alesp, que podem manter ou derrubar este veto. Com essas movimentações, a Fhoresp afirma que o setor é um dos mais regulamentados do Brasil e os custos de mudanças, como a instituição de menu não digital, elevam o preço para o consumidor final. Segundo a entidade, a categoria tem condições de se autorregular, sem a necessidade de interferência legislativa e sem oferecer riscos ao consumidor e assegurando todos os direitos já previstos em lei. Além disso, a Fhoresp relembra que os cardápios digitais via QR Code tiveram uma expansão na pandemia da COVID-19 e acompanharam a inovação tecnológica, oferecendo mais sustentabilidade do ponto de vista ambiental. 


  "Além disso, cada restaurante, bar e lanchonete sabe de sua realidade, conhece seus clientes. Se o estabelecimento acha que deve ter os dois tipos de cardápio e tem condições para isso; ótimo, implementa. Se acha que só o menu digital atende; bom, também. Se só quer o cardápio impresso; esta é outra opção. Agora, não se precisa obrigar", defende Edson Pinto, diretor-executivo da Fhoresp. Com toda a movimentação, a entidade ainda critica a falta de diálogo por parte dos legisladores e a grande quantidade de leis que incidem sobre bares, restaurantes, lanchonetes e padarias. Para a entidade, há excesso de regulamentação, o que gera insegurança jurídica e encarece as operações, pois apenas os estabelecimentos com maiores portes conseguem acompanhar.

27/01/2026

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