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Imagem destaque: Pague Menos supera R$ 1 bilhão em vendas digitais em um trimestre
Crédito: divulgação / Pague Menos

Pague Menos supera R$ 1 bilhão em vendas digitais em um trimestre

 A Pague Menos registrou, pela primeira vez, vendas superiores a R$ 1 bilhão nos canais digitais em um único trimestre, com crescimento de 40,6% em relação ao segundo trimestre de 2025. Com isso, o digital passou a representar 24,1% das vendas da companhia. "Nosso e-commerce tem se consolidado como principal canal de vendas, respondendo por 70% do mix digital, com crescimento de 39% versus o segundo trimestre de 2025. O app segue sendo a principal alavanca de crescimento em vendas com +77% na comparação anual, representando 63% das vendas do e-commerce (+13 p.p. vs. 2T25). Superapps parceiros cresceram 58,4% na mesma comparação, atingindo 14% do mix", detalha a companhia. A Pague Menos atribui boa parte do crescimento aos medicamentos GLP-1, que têm cerca de 60% de suas vendas realizadas via canais digitais.


Expansão 

 A rede encerrou junho totalizando 1.695 lojas, com 8 aberturas e 1 fechamento de abril a junho. "Projetamos gradual aceleração no ritmo de aberturas ao longo do ano, à medida em que a progressiva desalavancagem financeira abre espaço para novos investimentos", afirma a Pague Menos. Ao longo dos últimos trimestres, a companhia acelerou as conversões de bandeiras no Ceará e no Maranhão, com 48 reformas. "Das 346 lojas ativas provenientes da aquisição da Extrafarma, 210 já foram convertidas para a marca Pague Menos." No segundo trimestre, a varejista também fortaleceu a malha logística com a abertura de um centro de distribuição na Paraíba, visando benefícios tributários, operacionais e capacidade de expansão na região.


Lucro cresce 22,2% no segundo trimestre  

 A companhia registrou lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida somou R$ 3,99 bilhões entre abril e junho, avanço de 8% na comparação anual, enquanto a receita bruta cresceu 9,3%, para R$ 4,34 bilhões, impulsionada principalmente pelo crescimento de 8% nas vendas em mesmas lojas. "Como resultado da relevante diluição de despesas, nossa margem Ebitda atingiu 6,5% no segundo trimestre de 2026, tornando este o trimestre de maior rentabilidade operacional da companhia até hoje", afirmou a empresa.

04/08/2026

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