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Imagem: Pix bate recorde, mas revela gargalo invisível na gestão do varejo

Em dezembro de 2025, o Pix registrou 313,3 milhões de transações em apenas 24 horas e movimentou R$ 179,9 bilhões, o maior volume diário desde o lançamento do sistema. O recorde foi celebrado como prova de eficiência e escala, ao mesmo tempo em que expõe um desequilíbrio estrutural mais profundo. O Brasil construiu uma das infraestruturas de pagamentos mais rápidas do mundo, enquanto manteve uma retaguarda operacional fragmentada, que transfere para o varejo o custo de administrar essa complexidade. O sistema funciona no plano sistêmico, mas falha no nível produtivo, onde decisões são tomadas, margens são preservadas e o risco é absorvido.

11/02/26

Imagem: Perdas invisíveis: o dinheiro que as redes de restaurantes continuam deixando na mesa

O setor de food service brasileiro vive uma contradição cada vez mais evidente: enquanto a demanda por conveniência e experiências gastronômicas cresce, a rentabilidade das operações segue pressionada. Muitos restaurantes faturam mais do que nunca, mas ainda assim enfrentam margens apertadas e dificuldades para sustentar a expansão. O problema raramente está apenas nas vendas. Ele costuma estar nas chamadas “perdas invisíveis”, aquelas falhas silenciosas de gestão que drenam resultados sem que os gestores percebam.

11/02/26

Imagem: Pagamentos em 2026: por que a estratégia começa no checkout

Durante muito tempo, os pagamentos foram tratados como a etapa final da jornada de compra - necessária, mas invisível. Em 2026, essa lógica definitivamente já não se sustenta. Os pagamentos se consolidaram como uma camada estratégica de qualquer negócio, com impacto direto em conversão, custos, eficiência operacional e crescimento. Em mercados complexos e dinâmicos como o Brasil, essa transformação é ainda mais evidente.

12/02/26

Imagem: E-commerce 2026: a retração do início de ano como oportunidade estratégica

O início de cada ano impõe ao varejo online um desafio conhecido: converter a natural retração financeira do consumidor, pós-festas de fim de ano, em uma oportunidade de relacionamento. Conforme os dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), teremos o sexto ano consecutivo de crescimento nas vendas online. A entidade projeta um avanço de 10% no faturamento em relação a 2025, alcançando R$ 258,4 bilhões em operações. Neste contexto, temos um cenário positivo e que reforça a consolidação do e-commerce no país.

10/02/26

Imagem: O varejo popular como retrato do comportamento de compra do brasileiro

O varejo popular mantém ritmo de crescimento e deve ganhar ainda mais protagonismo na economia brasileira ao longo de 2026. Dados do IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) indicam que o setor deve registrar crescimento nominal de 3,2% em dezembro de 2025 e de 2,3% em janeiro de 2026, na comparação anual.

09/02/26

Imagem: Quando a inteligência artificial assume o comando da entrega

A logística de última milha se tornou um dos maiores desafios do ambiente urbano moderno. É um cenário em que o trânsito muda sem aviso, as rotas deixam de fazer sentido de uma hora para outra, as janelas de atendimento precisam ser respeitadas e cada erro custa caro. Nesse contexto, a inteligência artificial não surge apenas como uma ferramenta de aprimoramento, mas como um novo gestor operacional, capaz de tomar decisões com a velocidade e a precisão que nenhum modelo manual conseguiria replicar.

06/02/26

Imagem: 5 tendências da NRF para 2026

A NRF 2026, maior evento global de varejo que ocorreu entre os dias 11 e 13/01 em Nova York, deixou um recado claro para o mercado: o setor entrou em uma nova fase. Mais do que adotar tecnologia, o varejo está reorganizando seu modelo de crescimento, colocando mídia, dados e experiência no centro da estratégia.

30/01/26

Imagem: Entregas mais rápidas com logística inteligente

A logística vive um ponto de inflexão em que eficiência, velocidade e previsibilidade deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos mínimos. O que antes dependia de decisões manuais, controles fragmentados e análises baseadas em estimativas agora exige precisão contínua. A transformação digital chega para preencher esse vazio entre a complexidade crescente das operações e a capacidade humana de monitorá-las em tempo real. Os maiores gargalos do setor sempre estiveram ligados à falta de visibilidade, aos processos pouco integrados e à dificuldade de antecipar riscos ou picos de demanda.

29/01/26

Imagem: Delivery em 2026: maturidade, eficiência e a disputa pelo hábito do consumidor

O delivery no Brasil entra em 2026 em um estágio claramente mais maduro e, ao mesmo tempo, mais complexo. Após um ciclo prolongado de expansão acelerada, impulsionado por mudanças de comportamento, conveniência e forte subsídio das plataformas, o setor passa a operar em um ambiente mais competitivo, fragmentado e menos previsível. Nesse novo contexto, a discussão deixa de ser sobre qual aplicativo cresce mais rápido e passa a exigir uma leitura mais estrutural do mercado. A pergunta central já não é quem ganha a corrida de usuários, mas se o delivery está, de fato, crescendo ou apenas redistribuindo pedidos entre diferentes players.

29/01/26

Imagem: Ver, entender e agir: a virada da IA no varejo

A NRF 2026, o maior evento de varejo do mundo, deixou um recado muito claro para o mundo: a tecnologia já não é mais um diferencial competitivo — ela se tornou infraestrutura básica. E, dentro desse novo cenário, a inteligência artificial (IA) deixou definitivamente o campo da experimentação para ocupar o centro das decisões operacionais e estratégicas das empresas. O que se viu em Nova York não foram conceitos distantes ou apostas futuristas, mas soluções em uso real, apoiando decisões em tempo real. A IA passou a ser o elo entre dados e ação.

28/01/26