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Vendas Online Devem Dobrar Até 2021 no Brasil

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Destaque Vendas Online Devem Dobrar Até 2021 no Brasil
Destaque Vendas Online Devem Dobrar Até 2021 no Brasil

Segundo um estudo encomendado pelo Google junto a empresa Forrester Research, as vendas na internet no Brasil vão dobrar até 2021. De acordo com a companhia, o segmento terá crescimento médio de 12,4% ao ano e atingirá um total de R$ 85 bilhões em vendas. Com o resultado, o e-commerce passaria dos atuais 5,4% de participação no varejo para 9,5% (sem incluir vendas de alimentos e bebidas). Ainda segundo o estudo, nos próximos cinco anos, 27 milhões de pessoas irão fazer sua primeira compra on-line. Com isso, serão 67,4 milhões de compradores pela internet, o que irá representar 44% dos internautas em 2021. Além disso, até o final de 2016, 19% das vendas do e-commerce deverão ser feitas via dispositivos móveis. Em 2021, a participação deles nas vendas on-line será de 41%.

19% das Vendas Off-line Já com o Meio Digital

O estudo afirma que 19% das vendas off-line totais do varejo restrito (desconsiderando alimentos e bebidas) já sofrem influência do meio digital, totalizando R$ 165 bilhões. Até 2021, essa influência deve crescer, chegando a 32% das vendas. Eletrônicos, livros e eletrodomésticos são categorias onde o on-line mais exerce influência nas vendas na loja física, participando da venda de 6 em cada 10 desses produtos. Até 2021 essa influência terá sido ampliada e vai atingir 8 em cada 10 vendas nessas categorias.


Venda de Itens deModa, Artigos Esportivos e Comida Devem Crescer

De acordo com o
analista de indústria do Google,Victor Brotto, conformeo consumidor brasileiro se torna mais habituado a comprar pela internet, sua compra irá crescer em categorias como moda, artigos esportivos e comida."O brasileiro compra bastante objetos que são fáceis de se comparar, que são sempre iguais, como livros ou eletrônicos. Conforme ele começa a ganhar confiança para comprar bens subjetivos, outras categorias vão ganhar participação nas vendas", diz. Segundo Brotto, as vendas de produtos não comparáveis eram 11% do comércio eletrônico em 2011. Em 2018, deverá ser de 25%.

18/10/2016

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Escrito por Débora

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