E-commerce Fatura R$21 bilhões no 1º Semestre
36º Relatório Webshoppers


O e-commerce faturou R$ 21 bilhões no
primeiro semestre de 2017, crescimento nominal de 7,5% se comparado com o mesmo
período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões. O número de pedidos
aumentou 3,9%, de 48,5 milhões para 50,3 milhões, e o tíquete médio registrou
expansão de 3,5%, passando de R$403 para R$418. Os números são do 36º relatório
Webshoppers, divulgado nesta quarta-feira (23) pela Ebit, empresa especializada
em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. "Nos primeiros seis
meses deste ano, além da recuperação do crescimento, o e-commerce ultrapassou
pela primeira vez a barreira de 50 milhões de pedidos", afirmou Pedro
Guasti, CEO da Ebit. De acordo com o Webshoppers 36, uma das principais causas
para o aumento dos pedidos foi a queda dos preços dos produtos comercializados
online.
Desempenho
das principais categorias no 1º semestre de 2017:
Categorias
Share Pedidos.
1º
MODA E ACESSÓRIOS - 14,8%
2º
SAÚDE, COSMÉTICOS E PERFUMARIA - 12,2%
3º
CASA E DECORAÇÃO - 10,6%
4º
ELETRODOMÉSTICOS - 10,3%
5º
TELEFONIA / CELULARES - 9,5%
Categorias Share
Faturamento
1º
TELEFONIA / CELULARES - 22,3%
2º
ELETRODOMÉSTICOS - 18,8%
3º
ELETRÔNICOS - 9,6%
4º
INFORMÁTICA - 9,2%
5º
CASA E DECORAÇÃO - 8,3%
Redução do Frete Grátis
e Expectativas para o 2º Semestre
Os players do e-commerce reduziram a oferta
de frete grátis. Ainda de acordo com dados do relatório, para o mercado em
geral, houve uma redução de 42% para 38% no 2º trimestre deste ano se comparado
com o mesmo período de 2016. Levando-se em conta apenas os dez maiores players,
esse percentual reduz de 26%, para 18% do mesmo período do ano passado. Para o
segundo semestre de 2017, a perspectiva é que as três grandes datas do
calendário do varejo - Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday - impulsionem as vendas. Para este semestre, a Ebit espera um crescimento de
12% a 15%. Levando em conta os números deste primeiro semestre e a estimativa
para o segundo, a Ebit prevê que o mercado volte a registar expansão de dois
dígitos, atualizando para 10% a perspectiva de crescimento do mercado no
acumulado do ano.