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Imagem: Vendas online despencam e levam prejuízo da Americanas a R$ 4,61 bilhões

Nos nove primeiros meses de 2023, as receitas da Americanas caíram 45,1%, se comparadas com o mesmo período de 2022. O número representa um prejuízo de R$ 4,61 bilhões, segundo balanço corporativo divulgado pela companhia. Esse resultado foi puxado pela diminuição nas vendas realizadas pelos canais digitais, que tiveram retração de 79,2%, para R$1,898 bilhão. O segmento foi o mais afetado depois da revelação das fraudes contábeis, que levaram a empresa à recuperação judicial em janeiro do ano passado. O GMV (volume bruto de mercadorias) vendido nos canais digitais de janeiro a setembro foi de R$ 4,8 bilhões.

26/02/24

Imagem: O varejo físico não apenas resiste, mas retoma com firmeza sua posição de destaque

*Por Andrei Dias, Head de Vendas da Nexaas Reflexo direto da economia, o varejo está passando por transformações significativas, marcando uma recuperação impulsionada pela melhora do poder de compra, renda e redução de juros. As vendas devem apresentar uma alta real de 2% em 2023, como aponta a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e o primeiro bimestre viu um saldo positivo na abertura de lojas, somando 27,6 mil novos pontos.

21/12/23

Imagem: Grupo Supernosso aposta em retail media com foco na personalização

Prestes a completar um ano desde o início do projeto de retail media, o Grupo Supernosso já conta com mais de 40 anunciantes de diferentes categorias. Segundo Augusto Teixeira, head de marketing, trade e negócios digitais, a ideia de criar a área veio a partir do CRM que conta com uma base de clientes fidelizados e engajados, tanto no varejo como no atacarejo.

08/05/24

Imagem: Dia dos Pais impulsiona vendas do varejo

Segundo o levantamento feito pelo ICVA (Índice Cielo do Varejo Ampliado), o faturamento do varejo total cresceu 2,3% entre os dias 7 e 13 de agosto, semana que antecedeu o Dia dos Pais. As vendas presenciais cresceram 2% em relação ao ano passado, enquanto as vendas feitas nos e-commerces tiveram alta de 6,3%. O destaque foi para o setor de cosméticos e higiene pessoal, que registrou alta de 11,3%. Na sequência, estão as livrarias e papelarias, com 3,3%, seguidas de móveis, eletro e departamento, que registraram 2,6%.

15/08/23