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Imagem: Alimentos Apresentam Alta de Até 80% em Preços

O café segue como o produto da cesta básica com maior inflação, assim como ocorreu no quarto trimestre de 2021. Em janeiro, o preço quase dobrou, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com uma disparada de 80,8%. Ao todo, a cesta básica apresentou variação de 5,4% em seu preço no mês, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, a partir de um levantamento da Profit+, especializada em soluções de pricing. Além do café moído 500g, que era comercializado por uma média de R$ 8,71 e passou para R$ 15,75, outros dois produtos aparecem em evidência devido ao aumento de preços.

08/02/22

Imagem: Setor Busca Capilarização e Revitaliza Lojas

Este ano, foram abertos 226 supermercados - 55 a mais que em 2020. Também houve 215 reinaugurações no setor. Ao todo, 13 estados e o Distrito Federal receberam as novas instalações. Apenas em São Paulo, foram 90 inaugurações. Entre as localidades que foram os principais alvos de expansão, também estão Minas Gerais, com 60; Paraná, com 24; Rio Grande do Sul, com 19; e Rio de Janeiro, com 18. O GPA, dono de bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra, se destacou, com 24 aberturas, seguido pelo Grupo Mateus, com 17 novas lojas.

30/12/21

Imagem: Setor Supermercadista Deve Crescer 1,25% em SP

O setor supermercadista do estado de São Paulo deve encerrar 2021 com crescimento de 1,25%, segundo projeções da Associação Paulista de Supermercados (Apas). Para a entidade, o Auxílio Brasil e o 13º salário devem impulsionar as vendas de fim de ano. Os supermercadistas registraram queda de 8,25% nos últimos 12 meses até setembro. No acumulado de 2021, o faturamento do setor teve redução de 10,11% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a comparação entre setembro de 2020 com setembro de 2021 aponta uma diminuição de 10,90%.

16/11/21

Imagem: Setor Acumula Crescimento de 3,15% em 2021

O setor supermercadista brasileiro acumula crescimento de 3,15% em 2021, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No entanto, em agosto, houve recuo de 2,33% no consumo nos lares na comparação com julho deste ano, sendo a quinta queda mensal registrada no ano. Já em relação ao mesmo mês do ano passado, a variação negativa foi de 1,78%. De acordo com a Associação, os números refletem fatores externos e internos, como a alta da inflação, que até agosto acumulou 5,67%, e o desemprego no país. Apesar da desaceleração, a Abras mantém a projeção de crescimento de 4,5% para 2021.

15/10/21

Imagem: Alta nos Preços Chega a 19,5% em 2 Anos

Diferente dos índices oficiais, a variação de preços no canal alimentar tem se mostrado muito mais grave. E não é apenas percepção. Nos últimos dois anos, os supermercados registraram inflação de 19,5%. Em um ano, o aumento é de 7,9%, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News elaborados pela Profit+, empresa especializada em pricing. Com uma disparada de 122,2%, o óleo foi o produto com maior aumento em preço nos últimos dois anos. O valor médio, que era de R$ 3,16 no primeiro semestre de 2019, passou para R$ 3,91 no mesmo período de 2020 e para R$ 7,02 em 2021.

23/08/21

Imagem: Monitores Agilizam Comunicação Personalizada

As telas digitais, ou monitores profissionais, têm crescido significativamente entre as redes de supermercados brasileiras, sendo, junto com os demais segmentos do varejo e o setor de serviços, o canal que mais adere à solução. Os monitores são utilizados sobretudo em lojas conceito, nas quais há um apelo maior à tecnologia, para a apresentação de produtos e destaque para lançamentos ou campanhas promocionais, por exemplo. Segundo Osvaldo Morales, CEO da WTW Digital, um dos fatores que contribuem para o crescimento da busca por telas digitais é a possibilidade de se aproximar do cliente.

09/07/21

Imagem: Supermercados Registram Perdas de 1,79%

O setor supermercadista registrou 1,79% de perdas sobre o faturamento bruto em 2020, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O índice representa um total estimado de R$ 7,6 bilhões. Dentre as principais causas de perdas estão: quebra operacional (47,9%), furto externo (16%), erros de inventário (10,2%), erros administrativos (9,5%) e furto interno, 7,4%. Os itens que mais sofreram perdas em valor e quantidade foram: refrigerantes, cervejas, cortes bovinos (exceto picanha), pilhas e baterias, chocolates em barra ou tabletes, e queijos.

19/04/21