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Imagem: Mercado Livre inicia venda de medicamentos em São Paulo

O Mercado Livre anunciou o lançamento de seu projeto-piloto para a venda de medicamentos em São Paulo, após a aquisição da Farmácia Cuidamos que ocorreu no ano passado. Desde ontem (31), os consumidores dentro da zona de entrega do projeto piloto na capital paulista terão acesso a uma página dedicada dentro da plataforma, para a compra de produtos do setor farmacêutico. As entregas começam atendendo apenas parte da região metropolitana de São Paulo, cobrindo inicialmente alguns bairros como Vila Mariana, Paraíso e Itaim, e poderão ser expandidas posteriormente.

01/04/26

Imagem: Governo Federal autoriza reajuste de até 3,81% nos remédios

O governo federal autorizou um reajuste de até 3,81% nos medicamentos a partir desta terça-feira (31). O aumento varia conforme o nível de concorrência de cada remédio. A média da alta ficará, assim, em 2,47%. Foram definidos três níveis máximos de reajustes, conforme a competitividade de cada categoria de medicamento: nível 1 com aumento de 3,81% para medicamentos com concorrência, nível 2 com aumento de 2,47% para medicamentos de média concorrência e nível 3 com 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

31/03/26

Imagem: Para Abras, venda de remédios representa "evolução estratégica do varejo alimentar"

Após ser sancionada a lei que autoriza a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas em supermercados, a Abras afirma que a medida é uma evolução estratégica do varejo alimentar, que passa a integrar de forma estruturada a jornada de saúde e bem-estar do consumidor. Segundo a entidade, a decisão encerra um ciclo de debates de mais de 30 anos. "O setor supermercadista reúne cerca de 424 mil lojas e atende milhões de consumidores diariamente, o que pode ampliar o acesso a medicamentos, sobretudo em regiões com baixa oferta de farmácias", afirma a entidade.

24/03/26

Imagem: Nova lei autoriza venda de remédios em supermercados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas em supermercados. A norma permite a venda de remédios e instalação de farmácias na área de venda de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo, e com a presença física de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento. As regras também preveem que a retenção da receita e a entrega do medicamento ocorram somente depois do pagamento.

23/03/26

Imagem: Rappi inicia projeto de entrega de remédios em até 10 minutos

O Rappi iniciou, neste mês, o Turbo Farma, que promete fazer entregas de remédios em até 10 minutos. Em fase de testes, a funcionalidade estará disponível neste primeiro momento apenas para remédios sem prescrições médicas e entregas na região central de São Paulo. Produtos de cuidado e higiene pessoal também fazem parte do catálogo piloto. A expectativa é de que os primeiros três meses de teste sejam concluídos com o atendimento do Turbo Farma para toda a região de São Paulo, que possui 22 lojas no total, em funcionamento 24 horas por dia.

12/02/26

Imagem: Entre alimentos e remédios: Os desafios dos supermercados na venda de medicamentos

Em tramitação no Senado, o projeto de lei que propõe a venda de medicamentos em supermercados causará uma série de mudanças na operação do varejo alimentar, caso seja aprovado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) impõe exigências que abrangem desde a manipulação e armazenamento dos alimentos, até a higiene do ambiente e a rastreabilidade dos produtos. “Especificamente no âmbito de adaptações estruturais, é indicado que as áreas de armazenamento sejam adequadas, contando com controle de temperatura e umidade. Também é importante haver áreas de dispensação separadas, que contem com restrição de acesso a usuários”, explica Daniel Kamlot, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia Criativa, Estratégia e Inovação (PPGECEI) da ESPM, ao Jornal Giro News.

14/08/25

Imagem: Medicamentos sofrem alta de até 5,06%, em novo teto de preços

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu um novo teto de preços dos medicamentos vendidos em farmácias e drogarias. A partir desta segunda-feira (31), o ajuste máximo dos valores será de 5,06%. O reajuste tem como base a Lei nº 10.742, de 2003, que trata da regulação do setor farmacêutico e prevê a possibilidade de mudança anual nos preços comercializados dos produtos.

31/03/25

Imagem: Conselho de Farmácia autoriza prescrição de remédios por farmacêuticos

A partir de abril, os farmacêuticos poderão prescrever medicamentos, incluindo aqueles que, até então, exigiam receita médica. A medida foi publicada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). A decisão traz um novo marco na prescrição farmacêutica no Brasil, permitindo que os farmacêuticos ampliem sua atuação dentro dos protocolos clínicos. Atualmente, essa classe só podia prescrever medicamentos isentos de prescrição (MIP), como analgésicos e medicamentos para doenças leves.

21/03/25

Imagem: Venda de medicamentos tem embate entre supermercados e farmácias

O anúncio do governo de considerar propostas do setor de varejo alimentar para conter a inflação trouxe um embate acirrado entre os segmentos de supermercados e farmácias. A discussão central é a proposta, da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), de permitir a venda de medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs) em supermercados, que divide opiniões entre varejistas e profissionais de saúde. O debate ficou ainda mais intenso quando Eugênio de Zagottis, acionista da RD Saúde, fez uma publicação no LinkedIn argumentando que os supermercados não têm estrutura para comercializar remédios de forma segura.

27/01/25

Imagem: Hypera rejeita oferta de compra da EMS

O conselho de administração da farmacêutica Hypera rejeitou por unanimidade, ontem (23), a proposta de aquisição da fabricante de remédios EMS. A proposta envolvia 20% de participação por R$ 3,8 bilhões, no qual equivale a aproximadamente R$ 30 por ação, uma valorização de 30%. A nova companhia seria controlada pelos acionistas da EMS com 60% da empresa, e teriam nove membros no conselho.

24/10/24