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Imagem: Alta dos alimentos pressiona e encarece refeições fora de casa

Comer fora de casa ficou mais caro em fevereiro, impulsionado pela alta nos preços dos alimentos, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse cenário impacta diretamente bares e restaurantes, que dependem dessas matérias-primas e têm repassado parte dos custos. O grupo de alimentação registrou avanço de 0,29% no mês, enquanto os gastos com refeições fora do domicílio subiram 0,83%, refletindo o repasse de custos ao consumidor. A pressão vem principalmente do aumento de itens básicos. Tubérculos, raízes e legumes tiveram alta de 4,88%, seguidos por pescados (2,13%), carnes (1,47%) e produtos industrializados de carne e peixe (1%).

19/03/26

Imagem: Inflação sobe e pressiona caixa de bares e restaurantes

No mês de fevereiro a inflação oficial fechou em 0,70%, superior em relação ao mês anterior e acima das projeções do mercado. A alimentação fora do lar corrigiu os preços do cardápio por menos da metade do índice geral, registrando aumento de 0,34%. Dados da pesquisa nacional da Abrasel sobre janeiro apresenta que 31% dos estabelecimentos não conseguiram reajustar o cardápio nos últimos 12 meses.

13/03/26

Imagem: Governo Federal autoriza reajuste de até 3,81% nos remédios

O governo federal autorizou um reajuste de até 3,81% nos medicamentos a partir desta terça-feira (31). O aumento varia conforme o nível de concorrência de cada remédio. A média da alta ficará, assim, em 2,47%. Foram definidos três níveis máximos de reajustes, conforme a competitividade de cada categoria de medicamento: nível 1 com aumento de 3,81% para medicamentos com concorrência, nível 2 com aumento de 2,47% para medicamentos de média concorrência e nível 3 com 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

31/03/26

Imagem: Aumento do custo do MEI exige atenção no setor de bares e restaurantes, segundo Abrasel

O aumento da contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) em 2026, decorrente do reajuste do salário mínimo, traz novos desafios para o setor de alimentação fora do lar. A mudança eleva os custos fixos de pequenos negócios e exige atenção em um segmento de margens reduzidas e forte presença de microempreendedores. Em 2026, o salário mínimo foi reajustado para R$ 1.621, o que elevou automaticamente a contribuição mensal do MEI. Esse aumento ocorre independentemente do faturamento do microempreendedor, já que o valor da contribuição é definido exclusivamente com base no salário mínimo, ampliando o impacto sobre negócios de menor porte e receita variável.

13/01/26

Imagem: Heineken reajusta preço de cervejas no Brasil a partir de julho

Após um ano sem reajustes, a Heineken decidiu aumentar em 6% o preço das suas cervejas no Brasil, a partir de julho. O movimento acontece depois que a Ambev subiu os preços dos seus produtos após o carnaval. A Heineken nunca foi um player agressivo em termos de preços, mas quer crescer em volume e conquistar mais mercado. Por isso, está cada vez mais focada em competir com a Ambev no segmento mainstream.

17/07/25

Imagem: Medicamentos sofrem alta de até 5,06%, em novo teto de preços

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu um novo teto de preços dos medicamentos vendidos em farmácias e drogarias. A partir desta segunda-feira (31), o ajuste máximo dos valores será de 5,06%. O reajuste tem como base a Lei nº 10.742, de 2003, que trata da regulação do setor farmacêutico e prevê a possibilidade de mudança anual nos preços comercializados dos produtos.

31/03/25

Imagem: Salário Sobe Acima da Inflação no Semestre

Segundo o Dieese, cerca de 70% das negociações salariais ocorridas no primeiro semestre deste ano conquistou reajustes acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os reajustes se concentraram na faixa de até 1% de ganho acima da inflação. No entanto, os dados indicam que houve uma ligeira diminuição na proporção dos reajustes com ganho real frente ao observado nas mesmas categorias nos últimos oito anos. O aumento real médio também caiu e apresentou o menor valor desde 2008 (0,51%).

27/08/15