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Imagem: Varejo da construção no centro da Reforma: riscos e oportunidades para lojistas e consumidores

Dentro do setor da construção civil – e na economia brasileira como um todo –, o varejo de materiais exerce um papel de grande destaque, contribuindo de forma significativa para o PIB do país. Em 2023, o valor da receita bruta do comércio varejista no Brasil foi de R$ 3,2 trilhões, dos quais R$ 310,3 bilhões foram movimentados pelo varejo da construção – de acordo com dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

22/01/26

Imagem: Salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026, mas valor ideal seria quase 5x maior, aponta Dieese

O salário mínimo aumentará para R$ 1.621,00 em 2026, de acordo com o governo brasileiro. O valor representa um reajuste de R$ 103,00 sobre os atuais R$ 1.518,00 e será aplicado na folha de pagamento de fevereiro. O cálculo considera a inflação acumulada até novembro de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), somada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Porém, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas deveria ser cerca de R$ 7.067,18 em novembro de 2025.

11/12/25

Imagem: Indústria de alimentos fatura R$ 1,38 trilhão em 2025, com crescimento de 8%

A indústria de alimentos encerrou o ano de 2025 com faturamento de R$ 1,388 trilhão, um crescimento de 8,02% comparado ao ano anterior. A produção chegou a 288 milhões de toneladas de alimentos, o que coloca o setor com uma participação de 10,9% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Os dados são do balanço anual divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). Dentro do faturamento do setor, o mercado interno passou, pela primeira vez, a marca de R$ 1 trilhão, somando R$ 1,02 trilhão.

06/03/26

Imagem: Completando 5 anos, Pix deve transacionar R$ 35,3 trilhões em 2025

De acordo com o Ebanx, plataforma global de pagamentos fundada no Brasil, o Pix deve transacionar R$ 35,3 trilhões em 2025, alta de 34% em relação a 2024. As transações devem chegar a R$ 7,9 bilhões em dezembro, impulsionadas pelas compras de fim de ano. O Pix já alcança 93% da população adulta. Desde o seu lançamento - há cinco anos -, até setembro deste ano, foram realizadas 196,2 bilhões de transações, que movimentaram R$ 84,9 trilhões. A taxa de crescimento anual composta (CAGR) foi de 202% no período.

17/11/25

Imagem: Cenário econômico e os desafios do varejo brasileiro

A economia brasileira tem demonstrado resiliência nos últimos anos. Segundo Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, o Brasil tem crescido acima de 3% ao ano e registrado uma melhora substancial na geração de empregos. “A taxa de desemprego hoje, em torno de 6%, é a menor desde 2014”, afirmou o economista durante o RPE Summit, evento que reuniu nomes da economia e do varejo em São Paulo (SP). Mesmo com a piora da inflação, há um balanço positivo, visto que a renda das famílias e a massa salarial estão crescendo.

20/08/25

Imagem: Indústria reduz expectativa de crescimento para este ano

Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira (19), a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor passou de 2% para 1,7% em 2025. A retração reflete a pressão que o segmento sofre pelos juros altos e o cenário externo turbulento, afirma a entidade. “Quando abrimos os números, identificamos um problema: os setores mais próximos do ciclo econômico, como a indústria e os serviços, têm apresentado um dinamismo cada vez menor. Nesse cenário, a projeção para o PIB não mudou porque a safra agrícola foi maior do que imaginávamos e o mercado de trabalho continua bastante aquecido, mas a composição do crescimento não é tão positiva”, avalia o diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles.

19/08/25

Imagem: BC Deve Manter Selic, Diz Fecomércio

Após sete altas consecutivas, que elevaram a taxa Selic de 11% ao ano em setembro do ano passado para 14,25% em julho deste ano, o Banco Central deveria manter a taxa básica de juros no atual patamar, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Colaboram para esse prognóstico o rápido aumento do desemprego, a forte queda do PIB do 2º trimestre e a estabilidade das expectativas inflacionárias.

01/09/15