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Imagem: Produtos que compõem a cesta de Natal ficam 34% mais caros

Um novo monitoramento dos valores dos itens da cesta natalina, realizado pela Neogrid, aponta um incremento no preço médio de produtos como azeite (34,3%), arroz (28,5%), bacalhau (22,5%) e panetone (5,4%). O estudo mostra elevações nos valores em 12 dos 13 produtos analisados, entre dezembro de 2023 e outubro de 2024. As maiores variações aconteceram no preço médio do litro do azeite de oliva, que saltou de R$ 84,86 para R$ 114,00 no período.

06/12/24

Imagem: Pix se torna a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros

Segundo pesquisa divulgada pelo Banco Central (BC), o Pix superou o dinheiro em espécie e se tornou a forma de pagamento utilizada com maior frequência para 46% dos entrevistados. Além disso, 76,4% da população já usa o Pix. Em 2021, última edição da pesquisa, o Pix havia sido lançado há poucos meses, e na época já era usado por 46% da população. No entanto, o meio de pagamento era favorito para 17%. Antes da popularização do Pix, as cédulas e moedas eram a principal forma de pagamento para 41,7% dos brasileiros e utilizadas por 83,6% da população.

05/12/24

Imagem: Natal positivo para os shopping centers

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), elaborado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), revelou um crescimento de 5,5% nas vendas de Natal nos shopping centers do país na semana de 19 a 25 de dezembro de 2024, em comparação ao mesmo período de 2023.

03/01/25

Imagem: Black Friday deve registrar novo crescimento em vendas

A data de 2024 deve movimentar R$ 5,22 bilhões no comércio brasileiro, segundo a CNC. Caso a projeção se confirme, haverá um crescimento de 0,4% em relação ao ano passado, já descontando a inflação.

22/11/24

Imagem: 4 em cada 10 brasileiros vão começar ano com dívidas

Segundo pesquisa "Expectativas 2024", conduzida pela Hibou, 4 em cada 10 vão começar 2024 em meio a dívidas. Apesar disso, de acordo com o levantamento, o brasileiro se mostra bem positivo, projetando um ano melhor, com esperança, prosperidade, conquistas e realizações. Os cuidados com o bolso e a saúde estão no topo das resoluções de ano novo: 76% querem cuidar da saúde e 52% pretendem economizar. Além dessas pretensões, 44% querem ler mais; 40% desejam maior proximidade da família; e viajar pelo Brasil (37%) ou exterior (23%).

26/12/23

Imagem: Pesquisa revela evolução e desafios dos produtos orgânicos no Brasil

O Panorama do Consumo de Orgânicos no Brasil 2023, realizado pela Organis, revelou em sua mais recente edição que o consumo de produtos orgânicos obteve crescimento de 16% no número de consumidores. Segundo o Panorama, o fortalecimento do hábito de consumir produtos orgânicos contou com outros fatores, além da consciência do bem-estar proporcionado por eles. De 2021 para 2023, cresceu de maneira significativa a importância da aparência dos produtos como critério de escolha, mantendo-se, na sequência, critérios como o preço e a embalagem. "Consumidores novos elogiaram a forma de apresentação das frutas e verduras orgânicas nos pontos de venda, classificada como ?bonita?, uma clara valorização dos esforços do setor no aspecto da comunicação visual em relação ao passado recente", explica Cobi Cruz, diretor-executivo da Organis.

26/12/23

Imagem: Picolés ultrapassam sorvetes de pote em faturamento

Os sorvetes de palito faturaram R$ 1,3 bilhão no acumulado de 12 meses até julho de 2023 e, com isso, ultrapassaram o valor das embalagens de pote para consumo On The Go - realizado pelo consumidor que está em deslocamento. Segundo uma pesquisa realizada pela Kantar, pela primeira vez em quatro anos, o segmento de impulso representou 57% do faturamento do setor, contra 43% dos sorvetes de pote. Historicamente, o consumo do formato já era maior em unidades, abocanhando 73% do mercado de sorvetes para consumo fora do lar.

27/10/23

Imagem: Construção movimentará quase R$ 800 bi na economia até 2026

A indústria da construção movimentará R$ 796,4 bilhões na economia brasileira até 2026. Desse montante, são considerados R$ 663,6 bilhões em investimentos em habitação e infraestrutura, e R$ 132,8 bilhões para demanda por insumos da cadeia produtiva. É o que releva um estudo feito pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), em parceria com o SindusconRio (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro), Sinicon (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

20/09/23