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Imagem: Shopper Busca Produtos Menores e Diversifica Canais

As vendas de Páscoa devem movimentar R$ 2,16 bilhões no varejo brasileiro, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O número representa alta de 1,9% em relação a 2021, quando a soma foi de R$ 2,12 bilhões, mas queda de 5,7% na comparação com o período pré-pandemia, em 2019 (R$ 2,29 bilhões). Neste ano, 68% dos consumidores pretendem comprar chocolate, mas a demanda será distribuída entre diferentes canais de vendas. Dados do Google apontam que 31% dos shoppers desejam comprar ovos de lojas especializadas em chocolates.

14/04/22

Imagem: Novos Comportamentos Desafiam Indústrias

Seja pela variedade de opções ou pelo preço, os ovos artesanais têm ganhado espaço na preferência dos consumidores. Para Ubiracy Fonsêca, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), a indústria não perde com o chocolate artesanal. "Os autônomos utilizam o chocolate em coberturas ou até mesmo em barras, produzidos pela indústria, para apresentar mais uma opção no mercado aos consumidores. Desta forma, a indústria inova e desenvolve constantemente produtos para os fabricantes artesanais", analisa, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.

14/04/22

Imagem: Supermercadistas Ampliam Aposta na Linha Regular

O aumento dos preços trouxe uma nova configuração à Páscoa. Com isso, movimentos já observados nos últimos anos ganham ainda mais força em 2022: a busca dos consumidores por barras de chocolates e a crescente compra de ovos artesanais. "Os ovos de Páscoa podem apresentar aumento de até 40% no preço em relação ao mesmo período do ano passado, em virtude do alto custo de produção e de importação da matéria-prima. Por esse motivo, os supermercados reduziram a quantidade de ovos de Páscoa expostos e reforçaram a oferta do mix das barras e caixas de chocolate", explica Diego Pereira, economista da Associação Paulista de Supermercados (Apas).

14/04/22

Imagem: Consumidores Optam por Ovos Menores

Os preços dos ovos de Páscoa estão 44% mais caros do que no ano passado, seguidos por bombom (21%) e caixa variada (13%). Os dados são de um levantamento realizado pela Scanntech, plataforma de dados do varejo. Segundo o estudo, no período de 30 a 14 dias antes da Páscoa, foi observada uma redução de importância de 0,07% nos ovos, seguidos das barras com mais de 81g (-2,2%). No entanto, houve crescimento das barras menores (+1,8%) e das caixas de variedades (+2,4%), quando comparadas com 2021. Segundo a plataforma, as vendas são concentradas nos 6 dias que antecedem a celebração.

12/04/22

Imagem: Páscoa Deve Atingir R$ 6,6 Bilhões

As vendas de Páscoa devem gerar um aumento de 10% ao faturamento do comércio eletrônico, atingindo R$ 6,6 bilhões. A projeção é da Neotrust, empresa que monitora o e-commerce brasileiro. Em 2021, as vendas de ovos de Páscoa, chocolates e bombons chegaram a um faturamento de R$ 81,9 milhões, número 87% maior que em 2020. No ano passado, foram comprados mais de 6 milhões de chocolates, bombons e ovos, aumento de 144% em relação aos 2,4 milhões de produtos em 2020. De acordo com dados do Cuponomia, o volume de buscas por ovos de Páscoa no e-commerce aumentou 376% nos últimos 30 dias.

12/04/22

Imagem: Preços de Chocolates Têm Diferença de Até 223%

No período de Páscoa, os preços de chocolates registram diferenças de até 223%, segundo dados do Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP. A maior diferença, de 223,64%, foi identificada no tablete de chocolate Meio Amargo 40% de 92g da Hershey's, que em um estabelecimento era comercializado por R$ 3,85 e, em outro, R$ 12,46. Nos ovos de Páscoa, a maior diferença encontrada foi de 144,65% no Ferrero Rocher de 365g, com preços de R$ 72,90 e R$ 178,35. Já nas caixas de bombons, a maior diferença foi de 96,54%.

04/04/22