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Imagem: Dona da marca Shefa reverte falência

A Agropecuária Tuiuti, que arrenda a marca de lácteos Shefa, vai retomar o processo de recuperação judicial, após a sua falência ser suspensa pela Justiça. O decreto, que foi anunciado em julho deste ano, ficará suspenso até o julgamento do recurso apresentado pela Tuiuti. Com dívidas de R$ 222,5 milhões, a fabricante entrou em recuperação judicial em 2018. A operação engloba uma fábrica localizada em Amparo, no interior de São Paulo. Segundo a Tuiuti, com a suspensão da falência, será possível dar "continuidade à produção de bens e serviços, ao pagamento de obrigações tributárias, à manutenção de aproximadamente 300 empregos ativos".

08/11/23

Imagem: Justiça nega 1º pedido de recuperação da SouthRock

A justiça de São Paulo negou o pedido de tutela de urgência da SouthRock Capital, que comanda as operações do Starbucks, Eataly e Subway no Brasil. Com isso, a empresa não poderá antecipar os efeitos da recuperação judicial, como a suspensão de ações e execuções por 180 dias. Na decisão, a justiça alega que faltam elementos técnicos para que a recuperação judicial seja aceita, como balanços e demonstrações contábeis. Por isso, foi determinado que a SouthRock deve enviar, em até cinco dias, a relação de credores. O pedido só será analisado mediante a apresentação das informações e após uma perícia prévia da documentação.

03/11/23

Imagem: Starbucks soma 28 pedidos de despejo na Justiça

A SouthRock tem recebido pedidos de ordens de despejo judicialmente. As ações são relacionadas à rede de cafeterias Starbucks e, segundo informações do Exame, há pelo menos 28 processos em andamento. Os pedidos de despejo foram protocolados desde outubro e abrangem operações nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, incluindo a sede administrativa da companhia no Brasil, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Também há ações relacionadas a lojas em shoppings como Iguatemi, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista e Tamboré.

13/11/23

Imagem: Justiça aprova plano de recuperação do Grupo Petrópolis

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro homologou o plano de recuperação judicial do Grupo Petrópolis, dono de marcas como Itaipava, Petra, Crystal e TNT. Com isso, a companhia poderá colocar em prática a proposta, que já foi aprovada por 96% dos credores. O plano prevê o escalonamento da dívida em diferentes períodos, com pagamento de 5.000 credores até 2035. "Com a homologação do plano de recuperação pela Justiça, o Grupo Petrópolis ganha a capacidade de retomar os investimentos em suas fábricas em todo o Brasil, aumentando a produção e garantindo a manutenção de postos de trabalho", afirma a companhia.

25/10/23

Imagem: Justiça de São Paulo decreta falência da Saraiva

A Justiça de São Paulo atendeu o pedido da Saraiva e decretou a falência da rede de livrarias. A decisão considera que o plano de recuperação judicial foi descumprido e estabelece a suspensão de ações e execuções contra a empresa, além da apresentação da lista de credores. No final de setembro, a Saraiva já havia fechado todas as suas lojas físicas e demitido os funcionários que atuavam nas unidades, seguindo com operações apenas no e-commerce. A rede estava em recuperação judicial desde 2018, quando acumulava dívidas de R$ 675 milhões.

09/10/23

Imagem: Polishop fecha 130 lojas em shoppings

Desde o final de 2021, a Polishop, varejista de eletrodomésticos e itens para casa, fechou 130 lojas. O número passou de 250 unidades para 120 atualmente. Em dezembro de 2022, a rede somava 180 operações. Entre o quarto trimestre do ano passado e julho de 2023, há 30 processos em andamento de shoppings contra a empresa, solicitando desocupação de imóvel e execução de dívida. As ações de despejo contra a Polishop vêm de empreendimentos de empresas como Multiplan, Iguatemi, Ancar, Saphyr e Aliansce Sonae brMalls, que alegam atrasos no pagamento de aluguéis, somando dívidas de R$ 9,39 milhões.

26/07/23

Imagem: Kraft Heinz deverá indenizar Unilever em R$ 50 mil

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Kraft Heinz a pagar R$ 50 mil à Unilever, dona da Hellmann's, por "publicidade comparativa desleal". Segundo a determinação, a prática foi identificada no lançamento da maionese Mayo Kraft, em que a campanha informava que o produto era "mais cremoso, mais fresquinho e mais gostoso". A comunicação também afirmava que 80% dos consumidores tinham a intenção de substituir a maionese atual e que havia "paridade com a líder de mercado". A Kraft Heinz foi proibida de veicular o material, inclusive em rótulos de produtos que já estão nos pontos de venda.

26/04/23

Imagem: Justiça aprova pedido de recuperação do Grupo Petrópolis

O Grupo Petrópolis teve seu pedido de recuperação judicial aprovado pela 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (13). Dona de marcas como Itaipava e Petra, a companhia tem dívidas em aberto estimadas em cerca de R$ 4,2 bilhões. Do total, R$ 2 bilhões seriam de operações financeiras e de mercados de capitais, e R$ 2,2 bilhões com fornecedores. No pedido de recuperação judicial, feito em março, o Grupo afirma que passa por uma crise de liquidez há cerca de 18 meses. A companhia fechou 2022 com 24,1 milhões de hectolitros vendidos, contra 26,4 milhões em 2021 e 31,2 milhões em 2020.

14/04/23

Imagem: Justiça autoriza pedido de recuperação extrajudicial da Amaro

A Justiça autorizou o pedido de recuperação extrajudicial da varejista de moda Amaro, que fez a solicitação em 22 de março, na 3ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo. O plano abrange dívidas que chegam a R$ 244,6 milhões. A empresa revelou que sofre ações na Justiça, "que colocam em risco as atividades empresariais, em virtude da iminência de atos de constrição de patrimônio, falência e/ou despejo das lojas", e solicita que essas medidas sejam suspensas por 180 dias. Com cerca de 21 Guide Shops em 14 cidades, além de operação no e-commerce, a Amaro contratou uma consultoria para conduzir seu processo de reestruturação.

29/03/23

Imagem: Grupo Petrópolis pede recuperação judicial

Dono de marcas como Itaipava, Crystal e Petra, o Grupo Petrópolis entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro. A companhia tem dívidas estimadas em cerca de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 2 bilhões derivadas de operações financeiras e de mercados de capitais, e R$ 2,2 bilhões com fornecedores. Segundo o Grupo, a redução da receita tem gerado uma crise de liquidez há cerca de 18 meses. No ano passado, foram vendidos 24,1 milhões de hectolitros de bebidas, o que representa uma queda de 23% na comparação com 2020.

29/03/23