08/12/23
A SouthRock tem recebido pedidos de ordens de despejo judicialmente. As ações são relacionadas à rede de cafeterias Starbucks e, segundo informações do Exame, há pelo menos 28 processos em andamento. Os pedidos de despejo foram protocolados desde outubro e abrangem operações nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, incluindo a sede administrativa da companhia no Brasil, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Também há ações relacionadas a lojas em shoppings como Iguatemi, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista e Tamboré.
13/11/23
A Agropecuária Tuiuti, que arrenda a marca de lácteos Shefa, vai retomar o processo de recuperação judicial, após a sua falência ser suspensa pela Justiça. O decreto, que foi anunciado em julho deste ano, ficará suspenso até o julgamento do recurso apresentado pela Tuiuti. Com dívidas de R$ 222,5 milhões, a fabricante entrou em recuperação judicial em 2018. A operação engloba uma fábrica localizada em Amparo, no interior de São Paulo. Segundo a Tuiuti, com a suspensão da falência, será possível dar "continuidade à produção de bens e serviços, ao pagamento de obrigações tributárias, à manutenção de aproximadamente 300 empregos ativos".
08/11/23
A justiça de São Paulo negou o pedido de tutela de urgência da SouthRock Capital, que comanda as operações do Starbucks, Eataly e Subway no Brasil. Com isso, a empresa não poderá antecipar os efeitos da recuperação judicial, como a suspensão de ações e execuções por 180 dias. Na decisão, a justiça alega que faltam elementos técnicos para que a recuperação judicial seja aceita, como balanços e demonstrações contábeis. Por isso, foi determinado que a SouthRock deve enviar, em até cinco dias, a relação de credores. O pedido só será analisado mediante a apresentação das informações e após uma perícia prévia da documentação.
03/11/23
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro homologou o plano de recuperação judicial do Grupo Petrópolis, dono de marcas como Itaipava, Petra, Crystal e TNT. Com isso, a companhia poderá colocar em prática a proposta, que já foi aprovada por 96% dos credores. O plano prevê o escalonamento da dívida em diferentes períodos, com pagamento de 5.000 credores até 2035. "Com a homologação do plano de recuperação pela Justiça, o Grupo Petrópolis ganha a capacidade de retomar os investimentos em suas fábricas em todo o Brasil, aumentando a produção e garantindo a manutenção de postos de trabalho", afirma a companhia.
25/10/23
Após entrar com pedido de recuperação judicial em março deste ano, o Grupo Petrópolis apresentou, na última sexta-feira (26), a primeira proposta do seu plano de recuperação judicial. Dona de marcas como Itaipava e Petra, a companhia tem dívidas em aberto estimadas em R$ 4,2 bilhões. O documento foi protocolado na 5ª Vara Empresarial da Justiça do Rio de Janeiro e envolve desde a venda de parte dos ativos de energia, até um deságio (desconto segundo as condições do mercado) de até 70% nas condições de pagamento para pequenos fornecedores. Segundo o Grupo Petrópolis, com a aprovação do plano, o objetivo é ter condições de normalizar o fluxo de caixa.
29/05/23
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Kraft Heinz a pagar R$ 50 mil à Unilever, dona da Hellmann's, por "publicidade comparativa desleal". Segundo a determinação, a prática foi identificada no lançamento da maionese Mayo Kraft, em que a campanha informava que o produto era "mais cremoso, mais fresquinho e mais gostoso". A comunicação também afirmava que 80% dos consumidores tinham a intenção de substituir a maionese atual e que havia "paridade com a líder de mercado". A Kraft Heinz foi proibida de veicular o material, inclusive em rótulos de produtos que já estão nos pontos de venda.
26/04/23
O Grupo Petrópolis teve seu pedido de recuperação judicial aprovado pela 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (13). Dona de marcas como Itaipava e Petra, a companhia tem dívidas em aberto estimadas em cerca de R$ 4,2 bilhões. Do total, R$ 2 bilhões seriam de operações financeiras e de mercados de capitais, e R$ 2,2 bilhões com fornecedores. No pedido de recuperação judicial, feito em março, o Grupo afirma que passa por uma crise de liquidez há cerca de 18 meses. A companhia fechou 2022 com 24,1 milhões de hectolitros vendidos, contra 26,4 milhões em 2021 e 31,2 milhões em 2020.
14/04/23













