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Imagem: G10 Bank lança maquininha para empreendedores de favelas

A maquininha de cartão “A Patroa” chega ao mercado com o objetivo de facilitar a vida dos empreendedores locais, atendendo às necessidades específicas dos moradores das favelas. A novidade é resultado de uma parceria entre o G10 Bank, banco digital do G10 Favelas, e a Dock, empresa de tecnologia.

27/05/24

Imagem: De Paraisópolis à Cidade de Deus, varejo consolida logística para além dos centros de distribuição

Quase 14 mil favelas em todo o Brasil, com 17,9 milhões de moradores (segundo dados da pesquisa Data Favela 2023). Esse é o público em potencial que o varejo busca alcançar ao estender suas entregas para as comunidades. Junto a startups de logística, as empresas reforçaram essa atuação desde a pandemia e, agora, seguem entregando na porta de moradores de favelas como Paraisópolis, Heliópolis, Diadema (SP), Cidade de Deus (RJ) e Jardim Teresópolis (MG).

10/05/24

Imagem: Shopee lidera entre as plataformas de e-commerce mais utilizadas por moradores de favelas

Segundo pesquisa do Instituto Data Favela, mesmo enfrentando obstáculos na entrega, os moradores das comunidades brasileiras têm utilizado o comércio eletrônico como meio de compra. A Shopee aparece como a plataforma de e-commerce mais utilizada neste público, superando o Mercado Livre. Os dados apontam que 60% dos moradores das favelas brasileiras possuem o hábito de comprar produtos pela internet.

21/07/25

Imagem: naPorta: a logtech por trás das entregas do varejo nas favelas

A atuação do varejo nas favelas conta com aliados que viabilizam as entregas na porta dos consumidores, mesmo em territórios complexos em termos de logística. Uma dessas empresas é a naPorta, que oferece Logistic as a Service (LaaS) para áreas restritas, zonas rurais, regiões ribeirinhas e periféricas. A base de clientes ativos da logtech inclui nomes como Shopee, Magalu, Carrefour e Mercado Livre.

10/05/24

Imagem: Com crédito desburocratizado, G10 Bank quer impulsionar empreendedorismo nas favelas

Um banco que oferece desburocratização como um impulso aos negócios das favelas. Essa é a proposta do G10 Bank, que nasceu sobretudo para tornar possível o acesso ao crédito para empreendedores locais. "Um dos principais problemas do morador da favela é o acesso ao crédito, porque 40% da população quer empreender e não tem acesso a crédito, e quando tem é com juros altos", explica Gilson Rodrígues, presidente do G10 Favelas - bloco de líderes e empreendedores de impacto social das 10 maiores favelas do Brasil. Uma das preocupações do banco é ter critérios para além de restrições em órgãos como Serasa e SPC Brasil.

15/03/24

Imagem: Banco24Horas movimenta mais de R$ 10 bilhões em favelas

Entre janeiro e outubro de 2023, foram movimentados mais de R$ 10 bilhões nos caixas eletrônicos do Banco24Horas localizados em favelas de todo o Brasil. No período, foram instalados 71 caixas eletrônicos nas comunidades, totalizando mais de 800 equipamentos em cerca de 250 favelas. Segundo a empresa, cerca de 62% de todos os seus caixas eletrônicos estão em regiões de residência das classes C, D e E. Nos últimos cinco anos, o Banco24Horas chegou a 106 novas favelas, ampliando o acesso a mais de 90 soluções. Nestas regiões, a média de transações mensal é 17% maior do que nas demais localidades.

06/11/23

Imagem: Nova Criptomoeda Chega ao Mercado

Foi lançada uma criptomoeda voltada às periferias, a Favecoin. A porcentagem das taxas será usada como apoio à construção de projetos de empreendedorismo, educação e causas sociais. O token é comunitário e não tem dono, sendo que os investidores, parceiros e voluntários participarão de seu desenvolvimento. A criptomoeda terá seu valor pareado a BNB e poderá ser comprada na pré-venda através da plataforma internacional Unicrypt, sendo lançada posteriormente na PancakeSwap. A criptomoeda foi desenvolvida para ser deflacionária.

04/08/21