Pular para o conteúdo
Imagem: Compre Bem Inicia Operação de E-commerce em SP

A rede de supermercados Compre Bem antecipou o lançamento da sua plataforma de e-commerce, que estava prevista para 2021. O serviço começou a operar na primeira quinzena de maio em quatro cidades de São Paulo: Caçapava, Taubaté, Guaratinguetá e Sorocaba. O projeto, denominado "Compre Bem Delivery", conta com uma plataforma online (desenvolvida pela Bluesoft) e duas modalidades de entregas - delivery e clique e retire -, que são realizadas em até 24 horas pelas lojas físicas. Segundo a rede, o plano de expansão prevê levar o serviço para quatro novas unidades a cada duas semanas e lançar um aplicativo para compra mobile.

25/05/20

Imagem: Bandeiras do Grupo Vendem Online Via Aplicativos

O Grupo Big antecipou a sua volta ao e-commerce durante a pandemia. Denominado "Big em casa", o projeto de venda online contempla as bandeiras Big, Bompreço, Big Bompreço, Nacional, Mercadorama, Maxxi Atacado e Sam's Club. Para viabilizar a operação, a companhia fechou acordo com três empresas de entregas: Cornershop, iFood e Supermercado Now. Atualmente, 75 lojas estão integradas ao varejo digital do grupo e, até o final de junho, 200 das 400 unidades participarão do serviço. Na operação, são oferecidas duas modalidades de delivery: express e compras de abastecimento.

20/05/20

Imagem: Amazon Lidera E-commerces que Mais Cresceram

Entre janeiro e abril de 2020, a Amazon registrou um aumento de 56,5% no número de visitas em sua plataforma. Com isso, a varejista figura em primeiro lugar no top 10 das lojas virtuais mais acessadas pelos brasileiros durante a quarentena. O levantamento foi realizado pela empresa de marketing digital SEMrush. O Magazine Luiza figura na segunda posição, com alta de 50,5%, e o Mercado Livre aparece em terceiro lugar, com 48%. Em seguida estão: Extra (44,7%), Marisa (42,6%), Dafiti (38,7%), Americanas.com (37,8%), Natura (36%), Elo7 (35%), Submarino (34,4%), Renner (22,9%) e Boticário (21,7%).

20/05/20

Imagem: Vendas Online Estão Flexíveis e Nos Fins de Semana

Os consumidores mudaram o momento de compra durante o isolamento social. Se a partir da primeira semana da quarentena, de 15 a 21 de março, as visitas em e-commerces tinham dois momentos, entre as 13h e 14h, e entre as 17h e 19h, hoje as compras estão mais uniformizadas e com um leve pico às 21h. É o que diz o estudo da Social Miner, especializada em people marketing. "O consumidor, agora, não tem esse tempo do almoço ou deslocamento, ele está em casa. Então, distribui melhor os acessos ao longo do tempo. Não há um pico e depois cai, há mais flexibilidade", afirma Ricardo Rodrigues, CEO da empresa, com exclusividade para o Jornal Giro News.

24/04/20

Imagem: Santa Helena Ativa E-commerce para Todo o País

A indústria Santa Helena passa a disponibilizar o seu e-commerce para todo o país. Lançada há cerca de dois meses, a plataforma operava apenas no estado de São Paulo. Durante o mês de abril, o site oferece desconto de 10% na primeira transação e as compras com valores acima de R$ 99 contam com frete grátis. Na loja virtual, a fabricante oferece mais de 100 produtos. Segundo a empresa, em 2020, entre 12% e 15% do orçamento para iniciativas de marketing será direcionado à divulgação do e-commerce. A Santa Helena estima que as vendas diretas ao consumidor sejam multiplicadas por 10.

13/04/20

Imagem: Fintech Ebanx Fornece Loja Online em Minutos

Ter um e-commerce objetivo e em pouco tempo, seja para o pequeno varejista ou prestador de serviços, esse é o foco da plataforma Ebanx Beep, da fintech curitibana Ebanx. "A plataforma é completamente self-service, então o varejista precisa apenas de um cadastro com os dados bancários. Depois já é possível adicionar os seus produtos, colocar foto, nome, preço e um descritivo aberto. Não existe um limite de itens. É um modelo de e-commerce que não é um padrão ao que estamos acostumados das grandes empresas", explica André Boaventura, sócio e CMO do Ebanx, com exclusividade para o Jornal Giro News.

27/03/20

Imagem: E-commerce Cresce 16,3% em 2019, Diz Nielsen

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 61,9 bilhões no ano passado, alta de 16,3% na comparação com os R$ 53,2 bilhões apurados em 2018. Os dados são da Ebit|Nielsen, empresa de mensuração e análise de dados. O número de pedidos aumentou 20,9%, totalizando 148,4 milhões de compras. De acordo com a empresa, os resultados foram impulsionados pela breve retomada da economia e pelo fortalecimento do e-commerce no país. No entanto, o valor do ticket médio teve queda de 3,9%, para R$ 417. Para 2020, a Ebit|Nielsen projeta que o setor fature R$ 74 bilhões, puxado pela entrada de novos players.

21/02/20

Imagem: Magazine Luiza Cresce 56% no E-commerce

O Magazine Luiza registrou alta de 56% em vendas no e-commerce no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018. Os canais digitais faturaram R$ 2,4 bilhões no período, passando a representar 41% das vendas totais da varejista - que cresceram 24,4%, atingindo R$ 5,7 bilhões. O lucro líquido avançou 175%, para R$ 387 milhões. O marketplace, por sua vez, tem 24% de participação nas vendas digitais e, no trimestre, faturou R$ 583 milhões, crescimento de aproximadamente 290%. No semestre, a plataforma somou R$ 1 bilhão em faturamento. Já as lojas físicas tiveram alta de 9% em vendas entre abril e junho.

13/08/19