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Imagem: Valor da cesta de alimentos e higiene pessoal atinge R$ 823 em maio

Segundo dados do AbrasMercado, a cesta apresentou uma alta nacional de 0,51% em preços no mês de maio, passando de R$ 819,20 para R$ 823,37. O estudo considera 35 produtos de largo consumo. Ainda assim, alguns itens ajudaram a conter o avanço dos preços, como arroz (-4,00%), óleo de soja (–1,28%), leite longa vida (–0,89%) e açúcar refinado (–0,20%). Na comparação dos últimos 12 meses, o arroz mostrou uma retração de –12,07% e o feijão, embora tenha subido +1,19% em maio, totaliza queda de –13,17% no período.

27/06/25

Imagem: Supermercados têm alta de 2,33% até maio

O consumo nos lares brasileiros acumulou alta de 2,33% de janeiro a maio de 2023, segundo monitoramento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Na comparação de maio ante abril, houve recuo de -0,95% no consumo, influenciado pela sazonalidade da Páscoa no mês anterior. Já em relação a maio de 2022, foi registrado aumento de 7,25%. "É um período marcado por ampliação dos programas de transferência de renda que, somando aos reajustes salariais, injeção de recursos na economia e por menor pressão da inflação dos alimentos, tornou o consumo nos lares mais consistente até maio", analisa o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

30/06/23

Imagem: Custo de alimentos essenciais aumenta em 27 capitais em março, aponta Dieese

O custo dos alimentos essenciais aumentou em todas as 27 capitais pesquisadas em fevereiro e março de 2026, segundo dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). As maiores elevações mensais foram registradas em Manaus (7,42%), Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%), Aracaju (6,32%), Natal (5,99%), Cuiabá (5,62%), João Pessoa (5,53%) e Fortaleza (5,04%). Ainda de acordo com o Dieese, São Paulo apresentou o maior valor da cesta básica no período, com custo médio de R$ 883,94.

09/04/26

Imagem: Consumo dentro do lar cresce 8,5% em volume

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2023, houve alta de 21,2% no valor das compras, 9,9% em unidades e 8,5% em volume, segundo informações do "Consumer Insights 2023", levantamento produzido pela Kantar. O estudo mostra que o consumidor consolida a migração para marcas mais acessíveis. Isso porque os produtos econômicos foram os que sofreram menor variação de preços entre março de 2022 e o mesmo período deste ano. Enquanto o preço médio por unidade de marcas econômicas variou +9,4%, os produtos premium sofreram alteração de +17,9% e os mainstream de +16,5%.

05/06/23

Imagem: Preço da cesta básica diminui em 13 capitais

O valor da cesta básica caiu em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Entre fevereiro e março de 2023, as reduções mais relevantes ocorreram em Recife (-4,65%), Belo Horizonte (-3,72%), Brasília (-3,67%), Fortaleza (-3,49%) e João Pessoa (-3,42%). Já as elevações foram observadas em quatro capitais: Porto Alegre (0,65%), São Paulo (0,37%), Belém (0,24%) e Curitiba (0,13%). As capitais com as cestas mais caras foram: São Paulo (R$ 782,23), Porto Alegre (R$ 746,12), Florianópolis (R$ 742,23), Rio de Janeiro (R$ 735,62) e Campo Grande (R$ 719,15).

11/04/23

Imagem: Produtos Sazonais Têm Altas de Até 55%

Os produtos sazonais de festa junina somam preços 29,65% mais altos em relação ao ano passado. No acumulado de 2022, o aumento é de 25,06%, segundo um estudo realizado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas). Para a entidade, a guerra no leste europeu e as mudanças climáticas inflacionaram os produtos, mas as confraternizações presenciais e a queda do desemprego geram otimismo nas vendas. Nos últimos 12 meses, o preço da maçã subiu 55,2%. Entre os produtos com maiores altas, também estão: abóbora (54%), fubá (49,5%), milho (47,2%), leite (32,5%) e farinha de milho (31,8%).

20/06/22

Imagem: Cash & Carry se Destaca Entre Canais de Venda

Em 2021, o formato de cash & carry registrou crescimento de 7,4 pontos percentuais em incidência entre os canais de venda. O ticket médio aumentou 30%, chegando em dezembro com valor de R$ 179,02. Os dados são do levantamento "Mapa de Consumo 2021", realizado pela Horus, empresa de inteligência de mercado. De acordo com o estudo, o avanço se deve à inflação dos bens de consumo rápido e à uma preferência crescente do shopper por este modelo de loja. Por outro lado, o autosserviço de 5 ou mais checkouts teve queda na incidência (-7,6p.p.), enquanto o pequeno varejo cresceu em ticket médio (+15%) e na média de itens comprados (+14%).

21/03/22