28/07/22
O volume de cerveja comercializado no Brasil cresceu 7,6% em 2021, com recorde de 14,3 bilhões de litros. O número supera o avanço de 5,3% registrado em 2020, segundo dados da Euromonitor, empresa de pesquisa de mercado. Até então, o melhor resultado tinha sido o de 2014. No ano passado, o crescimento foi puxado pela volta do consumo fora de casa, que avançou 9,2% na comparação com 2020. Já o consumo dentro de casa cresceu 5,4%, após ter aumentado 17,6% em 2020. Para 2022, a expectativa é que o volume de vendas de cerveja cresça cerca de 8%, alcançando 15,4 bilhões de litros.
13/06/22
Segundo dados do relatório Consumer Insights, da Kantar, o primeiro semestre deste ano registrou um crescimento de 23,8% de unidades de cerveja vendidas, em relação ao mesmo período de 2021, ficando 2,9% abaixo do mesmo intervalo de 2020. O Brasil apresenta hoje 2,3 milhões a mais de consumidores de cerveja fora do lar do que no segundo trimestre de 2021, e 3,1 milhões a mais na comparação com o mesmo período de 2020, período pré-pandemia. O valor com as vendas de cerveja no semestre ficou 28% maior do que em 2021 e 4,8% maior do que em 2020.
05/08/22
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou que a Cervejaria Petrópolis e a Bunge Alimentos firmem um contrato de exclusividade, em caráter temporário, para fornecimento de produtos. A Bunge fornecerá soja e melaço de soja ao Grupo, que, em contrapartida, ofertará manufaturados derivados de soja degomado, óleo de soja refinado (a granel e envasado); farelo de soja; proteína de soja concentrada, além de lecitinina, casca, melaço e borra de soja. Em abril, a Superintendência-Geral do Cade aprovou o negócio sem restrições. Dias depois, o Grupo Imcopa, terceiro interessado, apresentou recurso contra a decisão.
09/06/22
O terceiro trimestre de 2021 atingiu o maior número de consumidores de cerveja desde o mesmo período de 2019, com alta de 27%. O dado faz parte do estudo "Consumer Insights", realizado pela Kantar. O perfil que mais contribuiu para o aumento de consumo foi o de mulheres de 40 a 49 anos e pertencentes às classes A e B. Já os homens que fazem parte das mesmas faixas etárias e classes sociais foram responsáveis pela queda na frequência, da ordem de 42%. Em locais públicos, a penetração de consumo por mulheres passou de 14,5% para 21,2% - crescimento de 6,7 pontos nos últimos 12 meses.
12/01/22










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