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Imagem: Saque e Troco Somam 71,1 Mil Transações

O Pix Saque e o Pix Troco, funcionalidades lançadas em novembro de 2021, atingiram 71,1 mil transações até janeiro, feitas por 43 mil pessoas. Na primeira modalidade, o cliente faz um Pix através de QR Code ou aplicativo, e recebe de volta a quantia em espécie. Já no Pix Troco, o usuário faz um pagamento em um valor maior pelo produto ou serviço que esteja adquirindo, e recebe de volta a diferença em espécie. Do total de transações, 97,7% correspondem ao Pix Saque e a maior parte aconteceu em municípios interioranos (73%), com destaque para a região Sul.

21/02/22

Imagem: Investimento em Tecnologia Cresce 48% nos Bancos

Em 2019, os investimentos feitos pelo setor bancário em tecnologia cresceram 48% em relação ao ano anterior. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o orçamento total chegou a R$ 24,6 bilhões, somado aos gastos do setor em TI, que tiveram alta de 14%. Os aportes em software chegaram a R$ 13,2 bilhões, 54% do total. Os dados são da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2020 (ano-base 2019), que aponta que os canais digitais foram responsáveis por 63% das transações no ano passado. Apenas o mobile banking representou 44%, com 39,4 bilhões operações em todo o país. Ao longo do ano, foram 89,9 bilhões de transações bancárias, alta de 11%.

19/06/20

Imagem: Instituições Crescem, Mas Sentem Novo Momento

Nota Atualizada* O Itaú Unibanco, o Santander Brasil e o Bradesco, os três maiores bancos privados do País, encerraram o último trimestre de 2019 com um ritmo de crescimento menor em relação aos períodos anteriores. Ao todo, o trio apresentou um lucro líquido de R$ 17,667 bilhões no período - alta de 12,44% em relação aos últimos três meses de 2018. No ano, os resultados registraram um crescimento maior: o montante foi de R$ 68,8 bilhões, com expansão de 15,25% frente aos R$ 59,695 bilhões registrados em 2018. O resultado positivo foi puxado, principalmente, pelo crescimento do crédito para pessoas físicas e pequenas empresas.

12/02/20

Imagem: Bancos Ainda São Resistentes às Criptomoedas

Embora já seja perceptível o potencial das criptomoedas, os bancos brasileiros parecem ainda não ter encontrado formas de se beneficiar com elas, ou por falta de conhecimento, ou até mesmo por receio de abalos na estrutura financeira que o país certamente sofreria. O comunicado divulgado no final de 2017 pelo Banco Central do Brasil (BCB), por exemplo, reflete um pouco dessa resistência dos bancos com as criptomoedas. Veja na íntegra! No mesmo período, o BCB ainda divulgou um FAQ sobre o tema. Confira!

18/06/18