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Imagem: Abrasel alerta sobre impacto da mudança de escala de trabalho nos preços de serviços essenciais

O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, defende que a sociedade precisa ter maior clareza sobre os impactos da mudança de escala de trabalho nos preços de serviços essenciais. Segundo ele, a alteração da escala 6x1 para 5x2 tende a encarecer atividades do dia a dia, com repasses ao consumidor que podem variar, em média, de 7% a 14% em setores como restaurantes e clínicas médicas. Solmucci ressalta que esse custo recairá principalmente sobre a população de baixa renda, que possui menor capacidade de absorver reajustes. A mudança compulsória na escala pode elevar em cerca de 20% o custo da mão de obra, pressionando preços, reduzindo margens e dificultando contratações, sobretudo em pequenos negócios.

23/03/26

Imagem: Alimentação fora do lar cresce em 2025, mas setor inicia 2026 com cautela

A receita do setor de alimentação fora do lar registrou alta de 0,92% nos últimos 12 meses até janeiro, já descontada a inflação, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). O avanço também reflete no faturamento consolidado, que atingiu R$ 495 bilhões no ano passado, frente aos R$ 455 bilhões registrados em 2024, de acordo com a Abrasel. Apesar do crescimento, o início de 2026 ainda exige cautela por parte dos empresários, diante da desaceleração no ritmo de emprego e da pressão contínua sobre os custos. Dados da PNAD mostram que o trimestre encerrado em janeiro teve redução de 107 mil trabalhadores nos segmentos de alimentação e alojamento.

19/03/26

Imagem: Entidades destacam desafios e oportunidades para Copa do Mundo

O segmento de alimentação fora do lar mantém seu ritmo acelerado em 2026, impulsionado por um calendário marcado por feriados, eventos e por um dos momentos mais aguardados pelos brasileiros: a Copa do Mundo. Com jogos próximos ao fim de semana e em horários noturnos, a tendência é que sejam intensificados os encontros entre amigos e familiares. Em entrevista exclusiva ao Giro News Food Service, Ingrid Devisate, vice-presidente executiva do Instituto FoodService Brasil, revela que o evento chega como uma oportunidade estratégica para que bares e restaurantes reflitam sobre formatos, experiências e ativações para estimular a presença do cliente.

06/04/26

Imagem: Falta de profissionais qualificados impacta a cozinha no food service, saiba como mudar esse rumo

A dificuldade de contratação é mais acentuada nas funções especializadas, onde a formação técnica e a experiência prática são determinantes para o desempenho do estabelecimento. Segundo uma pesquisa realizada pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), cargos como sushiman e churrasqueiro concentram o maior nível de escassez, com 94% dos empresários relatando dificuldade para encontrar profissionais qualificados, na sequência aparecem os cozinheiros-chefes, com 93% de dificuldade de contratação, o que impacta diretamente a oferta e a padronização do cardápio. Em entrevista exclusiva ao Giro News Food Service, Célio Salles, um dos membros do Conselho de Administração da Abrasel, aponta algumas alternativas operacionais e tecnológicas para contornar a questão.

19/03/26

Imagem: Concorrência no delivery exige atenção a práticas que dificultam novos players

O Termo de Compromisso de Cessação firmado entre o Cade e o iFood foi um avanço para coibir práticas de exclusividade no setor de entregas. No entanto, para a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o acordo está sendo descumprido ou não está produzindo os efeitos esperados. A dificuldade de novos players para ingressar em mercados relevantes, como ocorreu no Rio de Janeiro, demonstra que as barreiras continuam sólidas. Atrasos como o da Keeta, que postergou sua entrada no Rio de Janeiro por encontrar resistência prática no acesso aos estabelecimentos, mostram que a exclusividade não é o único ponto crítico.

05/03/26

Imagem: 4 Tendências impulsionam a mudança no setor de alimentação fora do lar em 2026

O setor de alimentação fora do lar entra em 2026 consolidando uma transição profunda: a tecnologia deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o coração da estratégia, enquanto a sustentabilidade migrou do marketing para a planilha de custos. Esses movimentos deixaram de ser apenas inovação e se tornaram questão de competitividade e sobrevivência. Esse cenário leva em conta um consumidor cada vez mais complexo e, diante disso, existem quatro pilares que se destacam como grandes motores de mudança para bares e restaurantes: a integração de IA na operação, consumo consciente do público, transparência de produção e redução de desperdício através da sustentabilidade.

14/01/26

Imagem: Abrasel se posiciona contra a inclusão de plataformas de delivery no Perse

Na última semana, as empresas iFood, Uber e 99 conseguiram manter os benefícios do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado pelo governo para auxiliar os restaurantes e o setor de eventos durante a pandemia de Covid-19. Mas a Abrasel se manifesta contra a permanência do iFood no programa emergencial.

11/09/24

Imagem: Bares e restaurantes esperam aumento de 15% no faturamento com Carnaval 2024

A expectativa para o Carnaval 2024 é positiva para o setor de bares e restaurantes, que deve faturar até 15% a mais se comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o destaque em consumo deverá ficar entre as capitais que recebem os carnavais de rua, como Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). Já São Paulo (SP) e Salvador (BA) devem registrar aumento de 10% no faturamento ante o período do ano passado. Segundo Paulo Solmucci, presidente da Abrasel, a expectativa é positiva pelos melhores indicadores econômicos.

17/01/24

Imagem: Pagamentos via Pix crescem no setor de bares e restaurantes

Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 15% dos pagamentos no delivery são feitos por Pix, enquanto o uso do cartão de débito apresenta um índice de 12%. Mesmo com a alteração, o cartão de crédito ainda é a opção para maior parte dos clientes, com 73% de utilização. O levantamento ainda mostrou que quando o pagamento é feito no balcão, a participação do Pix é menor (6%), embora tenha dobrado nos últimos 6 meses. Os cartões de crédito têm participação de 66% e os de débito, 24%. Já para o pagamento em espécie, nos balcões apenas 1% dos clientes utilizam esta modalidade.

27/11/23