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Imagem: Anvisa proíbe a venda de diversos sorvetes alegando falhas na rotulagem

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda, distribuição, importação e uso de alguns produtos da marca AICE, importados pela empresa New Arrival Importação & Exportação Ltda. O órgão alegou falhas graves na rotulagem dos produtos, que não detalhavam a presença do corante tartrazina, substância artificial que pode causar reações adversas em pessoas alérgicas.

10/07/25

Imagem: Entre alimentos e remédios: Os desafios dos supermercados na venda de medicamentos

Em tramitação no Senado, o projeto de lei que propõe a venda de medicamentos em supermercados causará uma série de mudanças na operação do varejo alimentar, caso seja aprovado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) impõe exigências que abrangem desde a manipulação e armazenamento dos alimentos, até a higiene do ambiente e a rastreabilidade dos produtos. “Especificamente no âmbito de adaptações estruturais, é indicado que as áreas de armazenamento sejam adequadas, contando com controle de temperatura e umidade. Também é importante haver áreas de dispensação separadas, que contem com restrição de acesso a usuários”, explica Daniel Kamlot, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia Criativa, Estratégia e Inovação (PPGECEI) da ESPM, ao Jornal Giro News.

14/08/25

Imagem: Colgate encerra fabricação de creme dental após casos de reações alérgicas

A Colgate-Palmolive anunciou a descontinuidade do creme dental Colgate Total Prevenção Ativa Clean Mint, mas diz que o produto “não apresenta problemas de qualidade”. De acordo com a empresa, a decisão foi tomada após a investigação conduzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os níveis de aromatizante do produto.

27/06/25

Imagem: Anvisa proíbe fabricação e venda de três marcas de café em pó

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição e a propaganda, além do uso das marcas de café em pó Melissa, Pingo Preto e Oficial, por apresentarem substâncias tóxicas e ingredientes fora dos padrões exigidos para consumo humano. As marcas foram classificadas como impróprias após presença da toxina ocratoxina A, considerada potencialmente cancerígena.

02/06/25

Imagem: Anvisa proíbe venda e fabricação das marcas de azeite Alonso e Quinta D

Com base em uma denúncia feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização e distribuição das marcas de azeite Alonso e Quinta D’Oliveira. A Anvisa identificou que os azeites em questão possuem origem desconhecida, além de não apresentarem licença sanitária e registro junto ao Ministério da Saúde, que são requisitos para comercialização legal no país.

21/05/25

Imagem: Idec protocola denúncia contra o McDonald’s

O fast food foi denunciado por ofertas de lanches sem as informações sobre riscos à saúde dos consumidores. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o McDonald’s deve cumprir a resolução da Anvisa, que exige que informações sobre riscos à saúde sejam incluídas na publicidade de produtos com quantidades elevadas de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio.

04/10/24

Imagem: Anvisa suspende vendas de duas marcas de azeite e uma de coco

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de produtos das marcas Serrano e Cordilheira no Brasil. A decisão engloba os azeites de oliva extravirgem 0,5% de acidez. Também foi determinado o recolhimento do coco ralado da marca Coco & Cia.

25/09/24

Imagem: Ypê tem lotes de detergente suspensos pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso de 360 lotes do detergente Ypê. A medida foi tomada devido ao “potencial risco de contaminação microbiológica”.

09/05/24

Imagem: Anvisa volta a proibir a venda de álcool líquido 70%

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a proibir a venda do álcool líquido 70%. A comercialização do produto havia sido liberada em 2020 e foi prorrogada algumas vezes por conta da pandemia de Covid-19. A venda ainda chegou a ser revogada em 2022, devido ao grande volume de acidentes, já que o produto é altamente inflamável. Porém, o prazo da última autorização acabou em dezembro de 2023 e os estabelecimentos têm até 30 de abril para esgotarem os estoques. A venda do produto em gel continua autorizada.

04/04/24