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Imagem: Preço da cesta básica sobe 16% em São Paulo

Em agosto, o preço da cesta básica aumentou 16,37% em São Paulo, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Procon-SP. O valor, que era R$ 1.088 em 2021, chegou a R$ 1.253,29 no último mês. Em relação a julho, o preço da cesta teve um recuo de 1,08%. Os produtos que registraram maiores altas no mês foram: sabão em pó kg (7,34%), margarina 200g (6,58%), cebola kg (6,45%), leite em pó integral 400g (4,73%) e creme dental tubo 90g (4,55%). Já os produtos que apresentaram maiores quedas foram: batata kg (-12,48%), linguiça fresca kg (-7,37%) e óleo de soja 900ml (-7,20%).

20/09/22

Imagem: Consumo nos lares acumula alta de 2,57%

A desaceleração nos preços de alguns alimentos contribuiu para a manutenção do Consumo no Lares em julho. O indicador encerrou o mês em alta de 7,75%, ante junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%. Na comparação com junho de 2021, a alta é de 8,02%, de acordo com estudos da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O resultado contempla os formatos de supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado, atacarejo e e-commerce. Além da desaceleração nos preços, julho teve cinco finais de semana.

09/09/22

Imagem: Brasileiros substituem frango nas refeições

A linguiça, o hambúrguer e a salsicha têm sido utilizados como alternativa para o frango nas refeições. Segundo dados do relatório Consumer Insights, da Kantar, as ocasiões de consumo com frango no almoço e/ou jantar retraíram 11% nos últimos 12 meses até junho de 2022. Já as refeições com linguiça tiveram aumento de 21%, enquanto a presença do hambúrguer cresceu 23% e da salsicha, 27%. Os números refletem a inflação nos preços de alimentos e bebidas no último ano, que levou as famílias brasileiras a mudarem a forma de se alimentar.

08/09/22

Imagem: Inflação de alimentos em domicílio sobe 11,8%

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de alimentos no domicílio subiu 11,8% no acumulado do ano até julho, enquanto a fora de casa avançou 4,6% - uma distância de 7,2 pontos porcentuais. "Com a renda contraída, fica difícil repassar preços. As pessoas estão com o bolso apertado. A gente vem subindo menos do que a metade da inflação no domicílio", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Segundo a Abrasel, 46% dos estabelecimentos aumentaram seus preços abaixo da inflação em julho, enquanto 25% não conseguiram reajustar.

30/08/22

Imagem: Preços de cinco alimentos sobem mais de 70%

Em um ano, o preço do açúcar quase dobrou, com um salto de 97,1% de julho de 2021 para o mesmo mês deste ano. O açúcar cristal e refinado de 1kg passou de R$ 3,55 para R$ 7,00 no período, de acordo com um levantamento realizado pela Pricemet, empresa de pricing, com exclusividade para o Jornal Giro News. Outros quatro produtos tiveram aumentos superiores a 70%. São eles: café (95,5%), batata (84,1%), manteiga (81,8%) e leite longa vida (79,1%). Com variação de R$ 9,23 para R$ 18,04, o café moído de 500g, pela primeira vez neste ano, não foi o principal responsável pelo preço da cesta básica de alimentos nos supermercados.

25/08/22

Imagem: Venda online de alimentos cai 54%

As vendas de alimentos pela internet caíram 54% em maio deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2022. O dado faz parte de um levantamento da CoreBiz, agência especializada em marketing digital para varejistas. O tráfego do segmento despencou 67% e a taxa de conversão recuou 23%. No mesmo período, a inflação de alimentos acumulou alta de 12,54%. Outro fator que refletiu na queda foi o retorno dos brasileiros às atividades cotidianas, como compras em lojas físicas. No e-commerce de moda, mesmo com os mesmos níveis de tráfego, a receita caiu 17% em maio, para R$ 42 milhões, e a taxa de conversão reduziu em 19%.

01/08/22

Imagem: Supermercados registram alta de 18% no preço da cesta básica

Entre junho de 2021 e o mesmo mês de 2022, o preço da cesta básica subiu 18,2% nos supermercados. Segundo dados da empresa de pricing Pricemet, levantados com exclusividade para o Jornal Giro News, dentre os alimentos, quatro apresentaram altas superiores a 60%, na comparação anual. São eles: café (+95,8%), batata (+82,2%), leite longa vida (+75,1%) e tomate (+66,1%). Em um ano, o preço do café moído 500g saltou de R$ 9,23 para R$ 18,07; o kg da batata passou a ser comercializado por R$ 5,89, contra R$ 3,23 anteriormente; o leite UHT 1L atingiu R$ 5,53, ante R$ 3,16; e o kg do tomate passou de R$ 4,94 para R$ 8,20.

28/07/22

Imagem: Camil registra queda de 10,5% em lucro

A Camil Alimentos registrou queda de 10,5% entre março e maio de 2022, para R$ 96,8 milhões, ante igual período de 2021, quando a soma foi de R$ 108,2 milhões. Segundo a empresa, a redução é reflexo do crescimento das despesas com juros sobre empréstimos, devido ao aumento da taxa de juros, e da variação cambial no período. A receita líquida atingiu R$ 2,39 bilhões, um crescimento de 6,2% no comparativo anual. No mercado brasileiro, a receita avançou 6,4% no trimestre, impulsionada pelo crescimento dos preços de mercado de feijão, açúcar e pescados, além da entrada nas categorias de massas e café.

15/07/22

Imagem: Categoria Pode Movimentar US$ 95,5 Bilhões

O segmento de alimentos plant-based deverá movimentar US$ 95,52 bilhões até 2029, com índice de crescimento de 12,45%, de acordo com um levantamento da Meticulous Research. A mudança de comportamento do consumidor deve puxar a prosperidade desse mercado, que será impulsionado pelo aumento da intolerância a proteínas animais, assim como o crescimento da população vegana. Pesa também o avanço de investimentos de risco em empresas especializadas em alimentos plant-based. Apesar do horizonte promissor, o segmento ainda enfrenta obstáculos: os preços, considerados elevados por parte dos consumidores.

24/06/22

Imagem: Supermercados e Cash & Carry Desaceleram

Nos últimos três meses, de março a maio, o fluxo de consumidores nos supermercados e atacarejos se manteve estável, mas as vendas caíram e as unidades por ticket seguem em retração (-12,2%), comparado a 2021. Os dados são do Radar Scanntech. Segundo a plataforma, o aumento de preços gerou um impacto negativo nas unidades vendidas, com crescimento do faturamento apenas em valor nominal. Maio foi o mês com a pior performance em unidades vendidas dos últimos 17 meses. Na análise de cestas, Mercearia Básica tem o maior crescimento em valor (+18,2) impactado pelo aumento de preço (+20,3%).

22/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22

Imagem: M. Dias Branco Adquire Jasmine Alimentos

A fabricante de massas e biscoitos M. Dias Branco anuncia a compra da Jasmine Alimentos, especializada em alimentos integrais, orgânicos e zero açúcar. A aquisição inclui a fábrica de 15 mil m² da empresa paranaense em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com faturamento de R$ 180 milhões em 2021, a Jasmine deve atingir R$ 200 milhões em 2022. O portfólio da empresa soma 140 SKUs, sobretudo das categorias de cookies integrais, granolas, pães sem glúten e outros cereais. Agora, a operação será submetida à análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

10/06/22

Imagem: Alimentos e Bebidas Continuam Subindo

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 1,06% em abril, na comparação com o mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, o índice havia ficado em 1,62%. Os resultados permanecem altos para as categorias de alimentos, bebidas e transportes, que, juntos, representaram 80% do IPCA do mês. Em alimentos e bebidas, os preços dos produtos para consumo em domicílio tiveram alta de 2,59. Os maiores aumentos foram identificados em itens como batata-inglesa (18,28%), tomate (10,18%), leite longa vida (10%), óleo de soja (8,24%), pão francês (4,52%) e carnes (1,02%).

12/05/22