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Imagem: Camil registra queda de 10,5% em lucro

A Camil Alimentos registrou queda de 10,5% entre março e maio de 2022, para R$ 96,8 milhões, ante igual período de 2021, quando a soma foi de R$ 108,2 milhões. Segundo a empresa, a redução é reflexo do crescimento das despesas com juros sobre empréstimos, devido ao aumento da taxa de juros, e da variação cambial no período. A receita líquida atingiu R$ 2,39 bilhões, um crescimento de 6,2% no comparativo anual. No mercado brasileiro, a receita avançou 6,4% no trimestre, impulsionada pelo crescimento dos preços de mercado de feijão, açúcar e pescados, além da entrada nas categorias de massas e café.

15/07/22

Imagem: Categoria Pode Movimentar US$ 95,5 Bilhões

O segmento de alimentos plant-based deverá movimentar US$ 95,52 bilhões até 2029, com índice de crescimento de 12,45%, de acordo com um levantamento da Meticulous Research. A mudança de comportamento do consumidor deve puxar a prosperidade desse mercado, que será impulsionado pelo aumento da intolerância a proteínas animais, assim como o crescimento da população vegana. Pesa também o avanço de investimentos de risco em empresas especializadas em alimentos plant-based. Apesar do horizonte promissor, o segmento ainda enfrenta obstáculos: os preços, considerados elevados por parte dos consumidores.

24/06/22

Imagem: Supermercados e Cash & Carry Desaceleram

Nos últimos três meses, de março a maio, o fluxo de consumidores nos supermercados e atacarejos se manteve estável, mas as vendas caíram e as unidades por ticket seguem em retração (-12,2%), comparado a 2021. Os dados são do Radar Scanntech. Segundo a plataforma, o aumento de preços gerou um impacto negativo nas unidades vendidas, com crescimento do faturamento apenas em valor nominal. Maio foi o mês com a pior performance em unidades vendidas dos últimos 17 meses. Na análise de cestas, Mercearia Básica tem o maior crescimento em valor (+18,2) impactado pelo aumento de preço (+20,3%).

22/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22

Imagem: M. Dias Branco Adquire Jasmine Alimentos

A fabricante de massas e biscoitos M. Dias Branco anuncia a compra da Jasmine Alimentos, especializada em alimentos integrais, orgânicos e zero açúcar. A aquisição inclui a fábrica de 15 mil m² da empresa paranaense em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com faturamento de R$ 180 milhões em 2021, a Jasmine deve atingir R$ 200 milhões em 2022. O portfólio da empresa soma 140 SKUs, sobretudo das categorias de cookies integrais, granolas, pães sem glúten e outros cereais. Agora, a operação será submetida à análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

10/06/22

Imagem: Alimentos e Bebidas Continuam Subindo

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 1,06% em abril, na comparação com o mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, o índice havia ficado em 1,62%. Os resultados permanecem altos para as categorias de alimentos, bebidas e transportes, que, juntos, representaram 80% do IPCA do mês. Em alimentos e bebidas, os preços dos produtos para consumo em domicílio tiveram alta de 2,59. Os maiores aumentos foram identificados em itens como batata-inglesa (18,28%), tomate (10,18%), leite longa vida (10%), óleo de soja (8,24%), pão francês (4,52%) e carnes (1,02%).

12/05/22

Imagem: iFood é Acusado por Operadoras de Vale-Refeição

As operadoras de vale-refeição ligadas à Associação Brasileira de Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) entraram com uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra o iFood. A entidade acusa o aplicativo de práticas anticompetitivas envolvendo os mercados de vale-benefícios e delivery. Assim, a ABBT cita ações como: suposta vantagem competitiva ao ter acesso ao perfil do consumidor; desconto maior do que o mercado pode oferecer; e preferência em fazer pagamentos com o iFood Benefícios ao utilizar o próprio aplicativo iFood, em detrimento de outras operadoras de vale-refeição.

06/05/22

Imagem: Empresas Reforçam Logística para Alimentos e Bebidas

O crescimento de 107% na venda de alimentos e bebidas no e-commerce, segundo relatório da NielsenIQ, também foi registrado em empresas como Mercado Livre, plataforma de marketplace, Merqueo, aplicativo de entregas, e as redes de supermercados Pague Menos e Dalben. "A maior concentração de compras está em produtos como leite, ovos, óleo, arroz e café. O número de usuários e pedidos no Brasil triplicou de tamanho nos últimos meses", afirma Saulo Brazil, Country Manager do Merqueo Brasil, com exclusividade ao Jornal Giro News.

25/04/22

Imagem: Alimentos e Bebidas Apontam Solidez no Crescimento

Com a continuidade das compras online, mesmo após a reabertura do comércio, o e-commerce teve seu crescimento puxado pela venda de alimentos e bebidas em 2021. A categoria registrou um salto de 107% no volume de pedidos, na comparação com 2020, segundo dados da 45ª edição do Webshoppers, relatório sobre o comércio eletrônico brasileiro elaborado pela NielsenIQ. A busca por essa categoria acontece, principalmente, pelas redes sociais e digitando o nome da loja. Com aumento de 25% em valor, o setor de alimentos teve alta de 116,2% no número de pedidos, enquanto as bebidas registraram avanço de 36,5% em valor e 90,5% em pedidos.

05/04/22