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Imagem: Varejo brasileiro registra R$ 42,1 bilhões em perdas em 2025

O varejo brasileiro fechou 2025 com R$ 42,1 bilhões em perdas, um avanço de 15,3% em relação ao ano anterior, segundo a 9ª Pesquisa Abrappe de Prevenção de Perdas, realizada em parceria com a Protiviti. Apesar do crescimento de 6,4% no faturamento do setor, que alcançou R$ 2,55 trilhões, o índice médio de perdas subiu de 1,51% para 1,65%. Na prática, a cada R$ 61 vendidos pelo varejista, R$ 1 foi perdido - em 2024, a proporção era R$ 1 em cada R$ 66 vendidos. O levantamento aponta que a deterioração dos resultados financeiros não é uniforme entre os segmentos.

12/06/26

Imagem: Prevenção de perdas: do rodapé do balanço ao centro da estratégia no varejo

A perda no varejo sempre foi tratada como um "custo inevitável" da operação. Mas os números da 8ª Pesquisa de Perdas no Varejo Brasileiro, conduzida pela Abrappe em parceria com a KPMG, divulgada recentemente, mostram que essa visão precisa mudar — e com urgência. O estudo revelou que, mesmo com a queda do índice médio de perdas de 1,57% para 1,51%, o setor ainda teve um prejuízo estimado em R$ 36,5 bilhões em 2024.

18/07/25

Imagem: Atacarejos, supermercados e farmácias lideram ranking de furtos no varejo

O varejo brasileiro tem enfrentado um cenário desafiador, em meio a inflação persistente, juros elevados e maior endividamento das famílias. Além disso, a 8ª Pesquisa Abrappe de Prevenção de Perdas no Varejo Brasileiro, conduzida pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em parceria com a KPMG, revela que o atacarejo, os supermercados e o canal farma tiveram altas expressivas de furtos: 48,82%, 31,19% e 29,02%, respectivamente.

01/07/25

Imagem: A evolução da prevenção de perdas no varejo

Bilhões de reais são perdidos anualmente pelos varejistas brasileiros, representando um problema significativo que impacta diretamente as finanças das maiores redes do país. No segmento de supermercados, esse gargalo está relacionado com problemas frequentes do setor que incluem falhas relacionadas à gestão de estoques, produtos inutilizáveis por vencimento ou perecibilidade e estoques encalhados, perdas por erros operacionais, furtos internos e externos, que todos somados, geram impacto direto nos resultados financeiros das empresas.

07/02/25

Imagem: Varejo totaliza quase R$ 35 bilhões em perdas

O índice de perdas do varejo, que em 2022 era de 1,48%, subiu para 1,57% em 2023. Houve aumento de 6,08% no ano passado - o maior em 7 anos, com o setor perdendo o equivalente a R$ 34,950 bilhões. O valor representa o percentual de 1,57% sobre as vendas líquidas do varejo em 2023.

01/07/24

Imagem: Varejo perde R$ 31,7 bilhões, aponta KPMG e Abrappe

O índice médio de perdas no varejo aumentou 22,31% em 2022 em relação a 2021, atingindo uma perda total de R$ 31,7 bilhões. Os setores de artigos de esportes, perfumarias, construção/lar, magazine nacional, magazine regional, moda e outros apresentaram uma perda acima da média. Os dados são da "Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro - Resultados 2022", conduzida pela KPMG e a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) a partir de entrevistas com 192 empresas. Na amostra, constam os maiores varejistas do Brasil, distribuídos em 20 estados e quatro regiões geográficas.

27/12/23

Imagem: Prevenir perdas no varejo: antes tarde do que nunca

* Hailton Santos, diretor Comercial da Gunnebo Cash Management, uma empresa que integra a Sesami Company Definitivamente, não importa o tamanho. Tanto os pequenos, como os médios e os grandes varejistas sofrem com as perdas. Mas é fato também que grande parte dos empresários está mais focado nas receitas e nos volumes de vendas do que prevenção de perdas. Isso ocorre desde a época das mercearias e dos 'secos e molhados', onde o dono do negócio não percebia, ou não mensurava adequadamente, as ocorrências na sua operação diária e se reflete até os dias de hoje.

21/10/22

Imagem: Perdas no Varejo Crescem em Quatro Setores

Supermercados, esportes, magazines e eletromóveis registraram, em 2021, um crescimento nos índices de perdas em comparação a 2020. No setor supermercadista, as perdas aumentaram de 2,10% para 2,15%, segundo a 5ª Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), em parceria com a KPMG em 12 segmentos. No varejo de artigos esportivos, as perdas saíram de 0,99% para 1,12%, enquanto em magazines saltaram de 0,91% para 0,94% e no segmento de eletromóveis foram de 0,11% para 0,26%.

29/06/22

Imagem: Projeto Visa Transformar Segurança no Varejo

Com o objetivo de atuar na transformação do modelo de segurança no varejo, a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) criou um comitê formato por cerca de 20 empresas do setor. Neste momento, a iniciativa é liderada pelo Grupo Carrefour Brasil, por um mandato de um ano. "O comitê vai direcionar e oferecer orientações, e cada empresa vai internalizar isso dentro do seu negócio. A tendência que nós enxergamos é buscar um viés de segurança mais humanizado" explica Elizeu Lucena, diretor de Riscos e Crises do Carrefour, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.

01/12/21

Imagem: Índice da Abrappe Registra Queda em 2020

A 4ª Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro, realizada em parceria com a consultoria EY, aponta queda no índice de 1,36% (2019) para 1,33% (2020). Segundo a entidade, a queda reflete o aumento das vendas e a diminuição de furtos em loja. Em valores reais, o setor perdeu R$ 23,26 bilhões no ano passado. Perfumarias (2,04% de perda total), drogarias (1,08%) e lar e construção (1,04%) foram os setores que tiveram as maiores altas, sem considerar os supermercados, que, de acordo com a Abrappe, tradicionalmente apresentam as maiores diferenças.

18/06/21

Imagem: Varejo Brasileiro Registra 1,29% de Perdas

O varejo brasileiro registrou índice de 1,29% em perdas sobre o faturamento líquido no ano de 2017, o que representa o prejuízo total de R$ 19,58 bilhões. Os dados são da Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo, realizada em parceria com a empresa de consultoria EY, divulgada na última quarta-feira (19). Dentre os 11 segmentos estudados, o setor supermercadista foi o mais afetado, com 1,94% de perdas, seguido por Livrarias/Papelarias, com 1,46%, e Esportes, com registro de 1,21%. Para a pesquisa, a associação contou com uma amostragem de 100 empresas do varejo brasileiro.

20/09/18