Acompanhando o avanço do comércio eletrônico no Brasil, o e-commerce alimentar mais do que dobrou sua participação neste mercado em cinco anos. "Em 2013, esta categoria tinha uma representatividade de apenas 2% e, em 2018, alcançou 4,5%", revela Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Para o executivo, a principal categoria de produto que pode alavancar o segmento é a de perecíveis: "O brasileiro está mais habituado a comprar bebidas, itens de mercearia e gourmetizados pela internet. Mas o maior potencial de crescimento está nos produtos frescos, congelados e hortifrúti".
30/01/19













