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Imagem: Categoria Mais que Dobrou Participação em 5 Anos

Acompanhando o avanço do comércio eletrônico no Brasil, o e-commerce alimentar mais do que dobrou sua participação neste mercado em cinco anos. "Em 2013, esta categoria tinha uma representatividade de apenas 2% e, em 2018, alcançou 4,5%", revela Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Para o executivo, a principal categoria de produto que pode alavancar o segmento é a de perecíveis: "O brasileiro está mais habituado a comprar bebidas, itens de mercearia e gourmetizados pela internet. Mas o maior potencial de crescimento está nos produtos frescos, congelados e hortifrúti".

30/01/19

Imagem: Vendas Por Aplicativos Devem Saltar no Brasil

Adquirir produtos pelo smartphone é um hábito cada vez mais corriqueiro no Brasil. Das vendas online, em 2018, 33% foram realizadas por um aparelho móvel. O dado faz parte da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O avanço está ligado a utilização cada vez mais constante dos aplicativos disponíveis. "O app nada mais é do que a extensão de sua loja virtual no smartphone do cliente. Um bom aplicativo, remodelado de acordo com a experiência do usuário, traz mais consumidores para seu e-commerce e possui mais estratégias para a conversão de um visitante em pedido faturado", explica Carlos Alves, diretor de marketplace da ABComm.

13/12/18

Imagem: E-commerce Fatura R$ 2,92 Bilhões na Black Friday

A Black Friday deste ano apresentou faturamento de R$ 2,92 bilhões, 18% acima do registrado no mesmo evento de 2017, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O resultado foi dois pontos porcentuais acima do estimado pela própria entidade antes da realização do evento, que previa um crescimento de 16% ante o ano anterior. No total, as lojas virtuais brasileiras receberam mais de 8,9 milhões de pedidos, registrando tíquete médio de R$ 326. As categorias mais buscadas pelos consumidores foram os itens de Informática e Celulares.

04/12/18

Imagem: Eletros Prevê Alta de 5% nas Vendas do Setor

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) prevê um crescimento de 5% nas vendas do setor durante a Black Friday deste ano. Na média das categorias de linha branca, áudio e vídeo e portáteis, pode haver aumento de 7%, afirma a entidade. Dados de uma pesquisa de intenção de compra, realizada pelo Mercado Livre e pelo IBOPE Conecta, apontam que o smartphone será o item mais buscado, com 31%, seguido por eletrodomésticos, 11%, e TVs, 6%. O levantamento revela, ainda, que 51% das compras devem ser feitas pela internet. A GfK projeta que a Black Friday avance 13,3% em 2018, em relação a 2017.

23/11/18

Imagem: E-commerce Deve Faturar R$ 2,6 Bi no Dia dos Namorados

O e-commerce projeta faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados. O valor é 10% superior ao movimentado na mesma data do ano passado - a previsão considera as vendas realizadas no período de 28 de maio até 11 de junho. A expectativa é da Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, o número de pedidos realizados pela internet será de 8,24 milhões, com o tíquete médio de R$ 317. As categorias mais procuradas para a data são: moda, perfumes, cosméticos, informática e eletrônicos - indicando os setores que possuem maior possibilidade de aumentar o faturamento.

23/05/18

Imagem: ABComm Contesta Reajuste dos Correios

Como divulgado pelo Jornal Giro News, os Correios anunciaram que irão aumentar o valor do frete em 8%. Apesar de os reajustes nos preços para entrega de encomendas e fretes da empresa ocorrerem anualmente seguindo os índices de inflação, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) acredita que nova tabela poderá afetar os compradores brasileiros, pois apresenta algumas incompatibilidades com tal lógica. "Acreditamos que qualquer tipo de reajuste acima da inflação, possam sim ser considerados abusivos e devem ser defendidos pelas entidades de classe e também pelos próprios clientes, uma vez que toda e qualquer medida desse tipo acaba sendo repassada para os bolsos dos consumidores", afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

02/03/18