Supermercados Paulistas Registram Alta no Índice de Preços
Segundo a APAS - Associação Paulista de Supermercados em parceria com a FIPE, o índice de preços dos supermercados paulistas registrou alta de 0,52% em maio. Apesar da segunda alta consecutiva, a pressão é menor do que a registrada em abril, quando o IPS chegou a 0,95%. O índice ainda é maior do que o mesmo período do ano passado, quando subiu 0,40%. Os derivados do leite e de iogurtes tiveram seus valores reajustados para cima, respectivamente, em 1,67% e 7,56%.
Segundo a APAS - Associação Paulista de Supermercados em parceria com a FIPE, o índice de preços dos supermercados paulistas registrou alta de 0,52% em maio. Apesar da segunda alta consecutiva, a pressão é menor do que a registrada em abril, quando o IPS chegou a 0,95%. O índice ainda é maior do que o mesmo período do ano passado, quando subiu 0,40%. Em razão da escassez da oferta de leite, já que a seca na região sul do país prejudica a pastagem, consequentemente a produção, os derivados do leite e de iogurtes tiveram seus valores reajustados para cima, respectivamente, em 1,67% e 7,56%.
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Alimento indigesto
Um dos grandes vilões do aumento de preço é a pescada. No mês de maio, a pescada subiu 7,23% e a sardinha, 10,62%. O aumento nestes preços está atrelado aos valores das carnes e das aves, que ainda se mantém elevados. O pescado é uma alternativa para a dona-de-casa que encontra a carne vermelha e o frango mais caro. Com uma maior procura, os preços são pressionados para cima.
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Preços em queda
Com relação aos produtos in natura, mesmo com algumas culturas prejudicadas pela estiagem, apresentaram queda a laranja (-14,11%), o tomate (-7,63%), a cebola (-7,03%) e a alface (-6,15%). A grande oferta destas categorias de produtos contribui para que os preços caiam e fiquem mais acessíveis ao consumidor.
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Em busca de estabilidade
No acumulado de 2011, os preços nos supermercados apontaram elevação de 1,03%. Nos últimos 12 meses, o IPS acumula uma alta de 4,63%. Para os próximos meses, a tendência é de regularização da oferta interna e readequação dos preços, o que deve acarretar uma redução do índice acumulado no ano e uma estabilidade até setembro.
