Retrospectiva 2012 - A Novela das Sacolas Plásticas
O ano começou com uma polêmica que se estendeu por mais de oito meses no varejo. A Apas (Associação Paulista de Supermercados), junto ao governo do Estado de São Paulo, decidiram acabar com a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados, em lei que passaria a valer à partir de 25 de janeiro. A repercussão foi a mais negativa possível. Não demorou para o Procon-SP entrar na jogada e suspender a lei, determinando o retorno da distribuição.
O ano começou com uma polêmica que se estendeu por mais de oito meses no varejo. A Apas (Associação Paulista de Supermercados), junto ao governo do Estado de São Paulo, decidiram acabar com a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados, em lei que passaria a valer à partir de 25 de janeiro. A repercussão foi a mais negativa possível. Não demorou para o Procon-SP entrar na jogada e suspender a lei, determinando o retorno da distribuição.
Uma Novela Quase Sem Fim
Apesar da primeira determinação do Procon-SP, a Apas e o Governo Estadual se mantiveram firmes na posição de acabar com a distribuição, alegando que as sacolas são altamente nocivas ao meio ambiente, e conseguiram vencer. Não demorou muito e o Procon-SP se aliou à Apas e Governo e estipularam um novo prazo para o fim da distribuição: 4 de abril.
Reviravolta
Os supermercados ficaram mais de dois meses sem distribuir sacolas gratuitamente, até que a Justiça de São Paulo determinou a volta das sacolas plásticas. A juíza responsável pelo caso, Cynthia Torres Cristófaro, atendeu ao pedido ajuizado em Ação Civil Pública pela Associação SOS Consumidor Consciente contra a Associação Paulista de Supermercados (APAS), Sonda Supermercado, Walmart, Carrefour e Companhia Brasileira de Distribuição, e ainda criticou o fato de os supermercados não terem diminuído o preço dos produtos, mesmo sem a obrigação de fornecer as sacolinhas.
