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Vinícolas Brasileiras Querem Aumento do Imposto de Importação

A categoria de bebidas alcoólicas é uma das que mais sofre no país com impostos. Mesmo assim, vinícolas brasileiras estão se unindo para aumentar ainda mais os encargos, porém, apenas para os produtos importados. Um pedido encaminhado ao governo federal inclui o aumento de 27% para 55% no Imposto de Importação, não incluindo produtos chilenos, argentinos e uruguaios. A proposta alcançaria o teto deste tipo de imposto, já que alíquota de 55% é a máxima permitida ao país pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

A categoria de bebidas alcoólicas é uma das que mais sofre no país com impostos. Mesmo assim, vinícolas brasileiras estão de unindo para aumentar ainda mais os encargos, porém, apenas para os produtos importados. Um pedido encaminhado ao governo federal inclui o aumento de 27% para 55% no Imposto de Importação, não incluindo produtos chilenos, argentinos e uruguaios. A proposta alcançaria o teto deste tipo de imposto, já que alíquota de 55% é a máxima permitida ao país pela Organização Mundial do Comércio (OMC).



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Apesar da iniciativa ser uma clara demonstração de potencializar as vendas das marcas brasileiras, o resultado pode não ser o esperado. Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, o aumento dos preços de importados não deverá provocar um aumento do consumo dos vinhos nacionais. Neste caso, acredita, o mercado tenderá a se abastecer com contrabando ou com compras em "free shops". (Valor Econômico)

28/02/2012

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