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Lojas Virtuais Seduzem a Indústria

O e-commerce prova a cada dia ser um mercado com grande potencial para investimentos. O varejo há algum tempo tem trabalhado forte para popularizar este canal de vendas. Mas agora, em um novo estágio deste segmento, são os fornecedores que implementam lojas virtuais de olho na venda direta, sem a intermediação do varejo. A entrevista do Portal Giro News com o diretor geral da consultoria de vendas online E-bit, Pedro Guasti, mostra os principais caminhos e tendências que norteiam a evolução deste segmento.

O e-commerce prova a cada dia ser um mercado com grande potencial para investimentos. O varejo há algum tempo tem trabalhado forte para popularizar este canal de vendas. Mas agora, em um novo estágio deste segmento, são os fornecedores que implementam lojas virtuais de olho na venda direta, sem a intermediação do varejo. A entrevista do Portal Giro News com o diretor geral da consultoria de vendas online E-bit, Pedro Guasti, mostra os principais caminhos e tendências que norteiam a evolução deste segmento.

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Interação Importante

Além dos varejistas, as indústrias têm investido também em um canal próprio de venda. Segundo Guasti, isso acontece principalmente por esse ser um meio que permite o processo de retroalimentação, ou seja, ouvir diretamente o consumidor, conhecer seu perfil e manter um contato muito mais próximo com ele. Através também do perfil das marcas nas redes sociais esse feedback acontece muito mais rápido. Outra razão é por ser um meio muito mais barato de vendas em relação ao varejo. Exemplos de sucesso desse mercado são a Dell e a Apple.

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Como Fica a Relação Entre Indústria e Varejo?

Ao ser perguntado se o meio de vendas online diretamente das indústrias poderia prejudicar o varejo, ele explica que no e-commerce há sempre a "política da boa vizinhança", o que significa que o preço final da venda direta do fornecedor deve ser o mesmo do varejista. Já as principais vantagens para esses fornecedores são: o poder da venda de produtos especiais e exclusivos, e promoções de queima de estoque, por exemplo.

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Futuro do Mercado

Para o diretor geral do Ebit não é possível fazer uma previsão, pois ainda não há estatísticas sobre isso, mas setores como eletroeletrônicos, eletrodomésticos e informática já representam uma grande fatia desse mercado. A Dell, por exemplo, tem 90% das suas vendas online, informa Guasti. Mesmo nos países desenvolvidos, esse ainda não é um nicho amadurecido, mas em grande desenvolvimento.

21/09/2011

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Escrito por Valéria Manfre

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