Gtex Mira Mercado Regional para Expandir Negócios



Após anunciar a aquisição da Scarlat durante a Apas 2011, o Grupo Gtex saltou da 12a para a 6a posição no ranking brasileiro das empresas de higiene e limpeza, posicionando-se entre as maiores empresas do segmento, com faturamento de R$ 500 milhões, tornando-se líder nacional da categoria de amaciantes, em volume de produção. “A companhia passa a fazer parte dos gigantes do setor, com atuação nacional e representatividade em todos os canais de venda”, afirma o diretor-presidente, Maurício Giamellaro.
Após anunciar a aquisição da Scarlat durante a Apas 2011, o Grupo Gtex saltou da 12a para a 6a posição no ranking brasileiro das empresas de higiene e limpeza, posicionando-se entre as maiores empresas do segmento, com faturamento de R$ 500 milhões, tornando-se líder nacional da categoria de amaciantes, em volume de produção. “A companhia passa a fazer parte dos gigantes do setor, com atuação nacional e representatividade em todos os canais de venda”, afirma o diretor-presidente, Maurício Giamellaro.
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Metas e ações para crescer
Os planos da empresa são ambiciosos e a meta é dobrar o faturamento a médio prazo. “O objetivo da empresa é faturar, nos próximos dois anos, R$ 1 bilhão, o que colocaria a gente no ranking das três maiores. Também vamos continuar crescendo via aquisição, procurando empresas de higiene e limpeza que complementem o nosso portfólio”. Entre as primeiras ações previstas para a Scarlat, detentora das marcas Scarlim, CleanMax, Dipol, Sky Soft, entre outras, será o relançamento da marca de amaciante Baby Soft nos pontos de venda. “Vamos investir pesado nas marcas da GtexBrasil, entre elas a ecológica Amazon que fornecerá portfólio completo de produtos e a Urca. Essas são as três plataformas do nosso negócio”, conta o diretor-presidente.
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Foco no mercado regional
De acordo Giamellaro, o objetivo da companhia é disputar mercado com as marcas regionais. “O mercado regional no Brasil é muito fragmentado. Temos um mercado gigante, que movimenta mais de R$ 13 bilhões e alguns players importantes, que detém 30 ou 40% de mercado. Hoje nossos concorrentes não são os grandes, mas sim as empresas regionais que tem fortalezas locais que nós também queremos ter. Então, logicamente você tem os grandes players como Ypê, Bombril, Unilever, Reckit Benckisser, mas o nosso foco é competir com as marcas regionais. Temos muito mercado para conquistar”, projeta.