Cigarro Representa 50% do Faturamento em Conveniência
Os números, captados na região do Grande ABC, em São Paulo, são do Regran (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do ABCDMRR) e do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, e mostram que o cigarro, apesar de ser um produto de baixo valor agregado e com pouca margem de lucro, participa com metade do faturamento deste modelo de loja na região, que tem uma grande concentração de lojas de conveniência em postos de combustível, 20% acima da média nacional.
Os números, captados na região do Grande ABC, em São Paulo, são do Regran (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do ABCDMRR) e do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, e mostram que o cigarro, apesar de ser um produto de baixo valor agregado e com pouca margem de lucro, participa com metade do faturamento deste modelo de loja na região, que tem uma grande concentração de lojas de conveniência em postos de combustível, 20% acima da média nacional.
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O Shopper
Segundo levantamento, 80% dos clientes que mais compram cigarro são aqueles que param para abastecer os veículos, sendo o restante (20%) pedestre. "Entre as vendas, 90% são de cigarros comuns e 10% são especiais, com sabor. Esses são mais procurados pelos públicos jovem e feminino", contou o vice-presidente do Regran, Wagner de Souza. Ele também é proprietário de loja de conveniência em São Bernardo, e conta que a margem de lucro é pequena com cigarro, entre 6% e 10%, o que é suprido pelos demais produtos. (Diário do Grande ABC)
