Brasil Foods Fecha Acordo e Sacrifica Perdigão
A empresa entrou num acordo com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ter a fusão entre Sadia e Perdigão aprovada, abrindo mão de marcas e ativos que representam uma capacidade de produção de 730 mil toneladas, equivalente a 80% da capacidade de produção da Perdigão no mercado interno. Se o acordo for aprovado por todos os conselheiros, serão alienadas marcas de combate como Rezende e Wilson, além de dez fábricas, dois abatedouros de suínos, dois abatedouros de aves e quatro fábricas de ração, entre outros ativos.
A empresa entrou num acordo com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ter a fusão entre Sadia e Perdigão aprovada, abrindo mão de marcas e ativos que representam uma capacidade de produção de 730 mil toneladas, equivalente a 80% da capacidade de produção da Perdigão no mercado interno. Se o acordo for aprovado por todos os conselheiros, serão alienadas marcas de combate como Rezende e Wilson, além de dez fábricas, dois abatedouros de suínos, dois abatedouros de aves e quatro fábricas de ração, entre outros ativos.
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Os termos do TCD (Termo de Compromisso de Desempenho) foram detalhados na manhã desta quarta-feira pelo conselheiro do Cade Ricardo Ruiz, durante a sessão de julgamento da operação. De acordo com os termos, a marca Perdigão será suspensa por três anos no mercado de presunto, linguiça, paio e os chamados "kit festa" (produtos natalinos). A marca Perdigão será suspensa por quatro anos no mercado de salame e em pratos prontos como lasanhas, pizzas, almôndegas e quibes a Perdigão ficará fora das gôndolas por cinco anos. O acordo prevê ainda que a marca Batavo fique restrita a produtos lácteos, não atuando mais em alimentos processados e carnes. (Folha)
