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Kraft Heinz Promove Digitalização de Distribuidores

Solução Conecta Setor a PDVs

Destaque Kraft Heinz Promove Digitalização de Distribuidores
Destaque Kraft Heinz Promove Digitalização de Distribuidores

A Kraft Heinz, dona das marcas Kraft, Quero e Heinz, tem desenvolvido um serviço de apoio à digitalização dos distribuidores parceiros. Segundo Gustavo Bertolucci, Diretor Comercial e Estratégia de Canais da companhia, trata-se de uma plataforma de terceiros que receberá os primeiros integrantes neste mês. "No ano passado, fizemos um trabalho de aproximação dos distribuidores e percebemos que a grande maioria não tinha um braço de plataformas digitais para chegar aos operadores. Essa solução vai conectar os distribuidores diretamente dentro das suas áreas de atuação, para que eles consigam atingir um maior número de pontos de venda", revela o executivo, com exclusividade ao Jornal Giro News.

Investimentos no Brasil
O plano estratégico da Kraft Heinz prevê dobrar, até 2025, o negócio de produtos para alimentação fora do lar. "O food service tem uma representatividade menor dentro do mercado brasileiro em relação aos outros países. Considerando todo o negócio, o Brasil é um dos três maiores mercados dentro do mercado internacional, junto com China e Rússia. É um país de grandes investimentos para o futuro e um braço desse investimento é o food service, para chegar no patamar de representatividade que tem nos outros países", explica. De acordo com Bertolucci, as oportunidades de crescimento estão ligadas à aproximação da indústria com os operadores, para entender suas necessidades. Outros aspectos em destaque no canal são conveniência e experiência, alavancados pelo avanço do e-commerce.

Embalagens Individuais
Para acelerar a divisão de food service, a companhia investe na ampliação de seu portfólio. Após os mini sachês de ketchup e maionese, a Kraft Heinz trouxe ao mercado, este ano, a mostarda Quero com 7g. Também foi lançado um ketchup sabor picles, focado em hamburguerias, com 397g. "Com a proibição temporária das bisnagas nas mesas em São Paulo, fizemos uma mudança de planejamento, reforçando a produção dos mini sachês. Esses produtos ganharam bastante relevância e, este ano, seguiremos a tendência de embalagens individuais", destaca Bertolucci. Já no varejo, a venda de bisnagas aumentou. Para o diretor, o consumo no lar continuará no pós-pandemia, mas haverá uma gradual retomada para o food service, na qual os clientes estarão mais atentos às marcas e aos ingredientes utilizados.

07/07/2021

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