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Imagem: Comércio Eletrônico Fatura R$ 27,3 Bilhões

O e-commerce registrou crescimento de 71% em 90 dias de quarentena, com faturamento de R$ 27,3 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2019. Os dados são do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em comércio eletrônico. Segundo a pesquisa, o volume de compras aumentou 82,1%, para 68,9 milhões. No entanto, o tíquete médio foi de R$ 395,80, valor 6,1% menor em relação a 2019. No período, as categorias que se destacaram foram cartões-presente (+610%), alimentos e bebidas (+222%), instrumentos musicais (+187%), brinquedos (+170%) e papelaria (+159%).

12/06/20

Imagem: 51% dos Namorados Comprarão no E-commerce

Para o Dia dos Namorados, 51% dos consumidores farão compras online, contra 22% em 2019. Os dados são de um estudo da Boa Vista, que ouviu 860 entrevistados. O ticket médio será de R$ 302 e os itens mais procurados serão roupas e acessórios (33%). O aumento das vendas online deve impulsionar, também, o setor de logística. É o caso da ID Logistics, que se preparou para atender um acréscimo de mais de 40% no número de pedidos. Já a Jamef Encomendas Urgentes também registrou um crescimento da demanda em virtude da data. Atento a este movimento, o comércio buscou se adaptar com o apoio de plataforma de delivery.

11/06/20

Imagem: E-commerce Tem Crescimento Acumulado de 52%

O comércio eletrônico registrou um crescimento médio de 52% entre os meses de março e maio, durante o isolamento social. O dado faz parte de uma pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria a com a Konduto, empresa de análise de risco. O tíquete médio passou de R$ 417,82, na primeira quinzena de março, para R$ 535,60, entre os dias 10 e 23 de maio. De acordo com a pesquisa, as compras de supermercado obtiveram elevação de 270,16% no início do isolamento, período em que o setor de farmácia teve alta de 41,56% nas vendas.

09/06/20

Imagem: E-commerce Avança 15,6%, Aponta FecomercioSP

As vendas do comércio eletrônico no estado de São Paulo registraram alta de 15,6% no primeiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado, com um faturamento de R$ 5,5 bilhões. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit/Nielsen. No entanto, foi observada uma queda de 4,1% no valor do tíquete médio. Segundo a entidade, o e-commerce representa 3% do total do comércio varejista paulista. No canal online, os bens duráveis concentraram 63,6% do faturamento e tiveram um tíquete médio de R$ 666,11.

05/06/20

Imagem: Panificadora Aquece Vendas com Solução Vendizap

A Mater Padaria Artesanal, localizada em Campo Mourão (PR), implementou uma vitrine virtual da Vendizap, solução para vendas online da Makito Software. Segundo a panificadora, o investimento na ferramenta visa proporcionar organização aos pedidos e agilidade no atendimento. O processo, que anteriormente era feito via WhatsApp, ganhou uma URL personalizada. De acordo com a empresa, a plataforma oferece todas as informações sobre os produtos, centraliza os pedidos realizados em outras redes sociais, envia a solicitação direto ao canal da empresa e possibilita o atendimento de forma personalizada ao final da compra.

03/06/20

Imagem: E-commerce É Mais Barato, Mas Requer Investimento

Com os comércios parcialmente fechados, a adesão ao e-commerce cresce. Mas existem particularidades, claro, entre as despesas e o modo de se operar quando comparado com a loja física. "Os custos são diferentes para os dois casos. Manter uma loja física, seja em um ponto na rua ou em um shopping center, quase sempre vai ser mais caro do que o espaço para a operação do e-commerce. Precisamos também considerar o investimento em marketing. Uma regra de ouro do e-commerce é investir entre 5% a 10% da receita que o lojista pretende alcançar", é o que diz Alejandro Vázquez, Chief Commercial Officer (CCO) da Nuvemshop.

03/06/20

Imagem: 54% Farão Mais Compras Online Após o Isolamento

Após o isolamento social devido à pandemia, 54% dos brasileiros pretendem realizar mais compras online. O dado faz parte do estudo "Marco de Hábitos de Consumo Pós-Covid-19", da agência de comunicação Marco. A pesquisa aponta, ainda, que 65% da população efetuou mais compras via internet desde o mês de março. Na Espanha, o índice ficou em 60% e, na Itália, a taxa chegou a 81%. Entre todos os países pesquisados - Brasil, Espanha, Itália, Portugal, México e Colômbia -, 76% dos cidadãos afirmam que mudaram definitivamente seus hábitos de consumo. Na Itália, 82% dos consumidores pretendem ampliar suas compras no e-commerce.

02/06/20