Em novembro de 2020, o Pix entrou no cotidiano brasileiro não apenas como um meio de pagamento, mas como um marco cultural. Desde então, mais de 160 milhões de pessoas já aderiram ao sistema, e, apenas em 2024, foram registradas mais de R$ 3,3 bilhões de transações por mês, segundo o Banco Central. No varejo digital, o impacto foi imediato: abandono de carrinho caiu até 30% em alguns segmentos, e o ciclo de conversão encurtou como nunca antes. O Pix criou uma expectativa coletiva: tudo deve acontecer agora. Mas nesse cenário onde o tempo é o novo luxo, surge uma pergunta incômoda: o que ainda vale esperar?
23/09/25