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Imagem: PMEs crescem 33% no e-commerce

Em janeiro, as pequenas e médias empresas faturaram R$ 237,5 milhões no e-commerce, com crescimento de 33% em comparação ao mesmo período de 2022. Os dados são da Nuvemshop, plataforma para criação de lojas online. O valor médio por venda chegou a R$ 251 no mês, aumento de 7%. Já o volume de produtos vendidos foi de 4,3 milhões, valor 26% superior ao mesmo período do ano passado (3,4 milhões). Moda foi o segmento que liderou as vendas (R$ 88,5 milhões), seguida por Saúde & Beleza (R$ 19,5 milhões), Acessórios (R$ 18,5 milhões), Casa & Jardim (R$ 10,5 milhões) e Joias (R$ 8,2 milhões).

24/02/23

Imagem: Mercado Livre muda regras para lojistas do marketplace

O Mercado Livre atualizou a política de ranqueamento para os lojistas de seu marketplace. As mudanças, que entram em vigor no dia 21 de março, abrangem o cancelamento de pedidos e as reclamações. A partir da data, o seller só poderá cancelar 1% das suas vendas para manter a medalha - número que era de 2,5% anteriormente - e não poderá ter mais que 0,5% de mediação por parte do Mercado Livre. Também haverá uma mudança no número de vendas. Para se tornar "MercadoLíder Platinum" e ser bem ranqueado, o lojista deverá aumentar as vendas em 280% em relação aos números atuais.

23/02/23

Imagem: Mercado Livre bate recorde de receita e avança no Brasil

O Mercado Livre bateu um novo recorde no quarto trimestre de 2022. A receita líquida alcançou US$ 3 bilhões, com crescimento de 40,9% em dólar, na comparação com o mesmo período de 2021. No ano, a receita atingiu US$ 10,5 bilhões, avanço de 49%. O Brasil representa cerca de 54% da receita líquida da companhia, tendo chegado a US$ 5,6 bilhões em 2022, com alta de 44,6%. A base de usuários ativos cresceu 17,5%, para 96,6 milhões. Entre o final de 2021 e de 2022, foram registrados 8,8 milhões de novos usuários. "Tivemos ganho de participação de mercado por toda operação, sobretudo no Brasil e México", afirma Andre Chaves, vice-presidente sênior de Estratégia e Desenvolvimento Corporativo do Mercado Livre.

24/02/23

Imagem: Shein quer dobrar receita até 2025

A Shein, companhia chinesa de moda online, prevê que sua receita mais do que dobre até 2025, para US$ 60 bilhões. No ano passado, a soma foi de US$ 22,7 bilhões. A varejista também projeta que o valor total das mercadorias vendidas em sua plataforma aumentará para US$ 80,6 bilhões em 2025, crescimento de 174% sobre o ano passado. Para atingir as metas, a Shein planeja converter novos clientes, além de fidelizar seus usuários. Em 2022, cerca de 60% de seus 142 milhões de clientes compraram na plataforma pela primeira vez.

22/02/23

Imagem: Americanas devolve galpões de e-commerce

A Americanas devolveu cerca de 20% dos galpões usados para separação e distribuição de produtos do e-commerce. Em 2022, a companhia chegou a ocupar 830 mil m² em condomínios logísticos e, desde então, foram desocupados 159 mil m² distribuídos entre Betim (MG), Resende (RJ), Cajamar (SP) e Ribeirão Preto (SP), segundo dados da SDS Properties, imobiliária especializada em galpões em condomínios logísticos. Neste ano, serão devolvidos mais 69 mil m² em condomínios logísticos localizados na Grande Curitiba (PR), Grande Porto Alegre (RS) e Hortolândia (SP). Recentemente, a varejista também fechou seu centro de distribuição de Fortaleza (CE).

22/02/23

Imagem: E-commerce brasileiro cresce 2% em 2022

O e-commerce cresceu 2% no Brasil em 2022, de acordo com relatório produzido pela NielsenQ|Ebit. O resultado foi impulsionado pelo primeiro semestre, que observou alta de 6%, em comparação com mesmo período do ano anterior. Os últimos seis meses do ano foram marcados por uma queda de 2%. "Os resultados, em geral, demonstram desaceleração do crescimento do e-commerce no Brasil. Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos", analisa Marcelo Osanai, head de e-commerce da NielsenQ|Ebit.

06/02/23

Imagem: App de mercado digital recebe aporte de US$ 50 milhões

A Daki, plataforma de supermercado digital, captou um investimento de US$ 50 milhões. O aporte tem foco no Brasil e a empresa tem como objetivo usá-lo para investir em tecnologia, ampliando e otimizando a operação. Com isso, o valor de mercado da Daki passa a ser de US$ 1,3 bilhão. A plataforma teve crescimento de receita cinco vezes superior em 2022, quando comparado a 2021, e prevê continuar em expansão. De acordo com o CEO Rafael Vasto, o Brasil é um dos países mais atrativos do mundo no segmento de mercado digital, representando um valor potencial de US$ 5 bilhões.

06/02/23

Imagem: Magalu inclui anúncios em pacotes de entregas

O Magalu deu início a um projeto de venda de publicidade nas embalagens de entrega. Com isso, a companhia permite que empresas anunciem diretamente nos pacotes de produtos comprados via e-commerce. O primeiro cliente das caixas personalizadas do Magalu foi a Samsung. Foram produzidas 18 mil embalagens com anúncios da nova linha Galaxy S23, incluindo QR Code para direcionar o consumidor à compra online. Segundo o varejista, seu e-commerce vende, em média, mais de R$ 3 bilhões por mês.

06/02/23

Imagem: Daki fecha parceria com Evino e Grand Cru

A Daki, aplicativo de mercado digital, fechou parceria com o Vissimo Group, holding que detém as marcas Evino e Grand Cru. Assim, a plataforma passa a oferecer mais de 40 rótulos, ampliando em 60% o seu sortimento de adega. A linha contempla vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes. "Vamos fazer descrições acessíveis a todos os públicos, possibilitando que mesmo quem não é habituado a comprar vinho consiga ter sucesso ao escolher um rótulo", explica Rafael Vasto, CEO da Daki. Hoje, a plataforma faz entregas em São Paulo, Santos, Campinas, ABC Paulista, Osasco, Guarulhos, Rio de Janeiro, Niterói e Belo Horizonte.

03/02/23