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Imagem: Grupo Dolly desiste de recuperação judicial e propõe acordo extrajudicial

O Grupo Dolly vai tentar reestruturar suas dívidas por meio de uma recuperação extrajudicial, após desistir do processo de recuperação judicial iniciado em 2018. A Justiça determinou que as empresas do grupo apresentem um plano. A mudança de estratégia ocorre após o relatório mensal de atividades de dezembro de 2025 apontar prejuízo líquido de R$ 25,8 milhões no ano.

15/05/26

Imagem: Casas Bahia pressiona GPA e tenta retirar dívida milionária da recuperação

A Casas Bahia pretende pedir a exclusão de uma dívida de aproximadamente R$ 170 milhões do plano de recuperação extrajudicial do GPA. A varejista entende que o crédito que possui a receber da companhia supermercadista não deveria fazer parte do escopo da reestruturação financeira. A discussão ocorre em meio ao aumento dos questionamentos envolvendo o plano de recuperação extrajudicial.

12/05/26

Imagem: GPA conclui renegociação de dívida em recuperação extrajudicial

O Grupo Pão de Açúcar concluiu a renegociação de sua dívida no âmbito do processo de recuperação extrajudicial. Com adesão de 57% dos credores não operacionais, acima do mínimo legal, o acordo promove uma melhora estrutural no perfil da dívida, incluindo dois anos de carência, alongamento de prazo médio superior a quatro anos, redução do custo financeiro e diminuição de mais de R$ 2 bilhões no endividamento. A operação também reduz a pressão de caixa em mais de R$ 4 bilhões nos próximos anos, ampliando a previsibilidade financeira e a capacidade de execução da companhia.

06/05/26

Imagem: GPA tenta negociar descontos em suas dívidas

Em processo de recuperação extrajudicial, o GPA busca negociar descontos significativos que podem atingir até 90% de sua dívida total, estimada em R$ 4,5 bilhões. A proposta apresentada pela companhia envolve a conversão do passivo em ações, utilizando como referência o preço de tela projetado para 2029. Essa estratégia visa capturar a valorização do negócio após a conclusão do ciclo de reestruturação.

30/04/26

Imagem: Análise: entenda alguns fatores que levaram o GPA a uma recuperação extrajudicial

O GPA atravessa um dos momentos mais desafiadores de sua história, marcado pelo processo de recuperação extrajudicial e por um cenário competitivo que mudou profundamente no varejo alimentar brasileiro. Mais do que uma crise pontual, a situação atual da companhia reflete dificuldades em se adaptar às transformações estruturais do setor - especialmente o avanço dos atacarejos e os desafios dos formatos premium.

15/04/26

Imagem: Recuperação extrajudicial do GPA impacta fornecimento e gera rupturas no PDV

A etiqueta com o aviso "Desculpe, indisponível no momento" tem sido cada vez mais usada nas gôndolas das lojas do GPA desde que entrou em recuperação extrajudicial, anunciando dívidas de R$ 4,5 bilhões. Com as dificuldades financeiras vindo à tona, mais fornecedores estão receosos em fazer negócios com o grupo.

23/03/26

Imagem: Em recuperação extrajudicial, GPA e Raízen deixam Ibovespa

O GPA e a Raízen foram retirados do Ibovespa e dos demais índices da B3, confirmou a companhia organizadora da bolsa brasileira. A retirada da listagem dos papéis das companhias vem após ambas terem anunciado processos de recuperação extrajudicial. No caso do GPA, os papéis passaram a ser negociados sob o título de "Recuperação Extrajudicial" na última quarta-feira (11), e os da Raízen na quinta-feira (12).

17/03/26

Imagem: GPA recebe aval da justiça para recuperação extrajudicial

A 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo aceitou, ontem (11), o pedido de recuperação extrajudicial do GPA. O acordo, apresentado na última terça-feira (10), tem como objetivo a renegociação de dívidas de aproximadamente R$ 4,5 bilhões. “O plano abrange determinadas obrigações de pagamento sem garantia que não constituem obrigações correntes ou operacionais da companhia, ficando expressamente excluídas obrigações correntes junto a fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas”, afirmou o grupo, em fato relevante divulgado ao mercado.

12/03/26

Imagem: “Respiro” financeiro do GPA: especialista detalha os efeitos da recuperação extrajudicial

O Grupo Pão de Açúcar protocolou na última terça-feira (10) um plano de recuperação extrajudicial para reestruturar parte de seu passivo financeiro e ganhar tempo para negociar com credores. A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas financeiras e prevê a suspensão de pagamentos por 90 dias. Para o advogado Armin Lohbauer, especialista em Contencioso Cível do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, o principal efeito imediato do processo é a criação de um período de reorganização financeira. “Na prática, o efeito mais relevante é a criação de um período de respiro financeiro.

11/03/26

Imagem: GPA entra com pedido de recuperação extrajudicial de R$ 4,5 bilhões

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) protocolou na madrugada desta terça-feira (10) um pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar R$ 4,5 bilhões em dívidas não operacionais. A medida, aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, busca dar fôlego à gestão de Alexandre Santoro, que assumiu o comando da companhia há apenas dois meses. Segundo apuração do NeoFeed, o pedido conta com o apoio de credores que representam 46% do passivo, incluindo bancos como Itaú, HSBC, Rabobank e BTG Pactual.

10/03/26

Imagem: Recuperação extrajudicial do St. Marche é suspensa pelo Tribunal de Justiça de São Paulo

A homologação do plano de recuperação extrajudicial da rede de supermercados St. Marche, que acumula uma dívida de cerca de R$ 532 milhões, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Segundo o desembargador Jorge Tosta, da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial, o voto de um fundo de investimento administrado pelo BTG Pactual não poderia integrar o cálculo do quórum que aprovou o plano. Na avaliação do magistrado, a dívida junto à instituição tem caráter extraconcursal, portanto não se submete ao processo de recuperação.

02/02/26

Imagem: Justiça de São Paulo dá aval para St Marche sair de recuperação extrajudicial

A Justiça de São Paulo deu aval para a rede de supermercados St Marche sair da recuperação extrajudicial (RE). A empresa havia entrado no processo em abril deste ano, com dividas declaradas de R$ 528 milhões. Na última sexta-feira (10), o plano de recuperação foi homologado. Desde o início do processo, o St Marche recebeu uma capitalização de R$ 90 milhões por meio de um DIP, tipo de empréstimo feito para empresas em dificuldade financeira. De acordo com o CEO do grupo, Bernardo Ouro Preto, uma metade da capitalização foi feita no início da RE e a segunda metade, que só seria liberada após a homologação do processo, foi antecipada e realizada há cerca de 45 dias.

13/10/25

Imagem: St Marche confirma plano de recuperação extrajudicial

Procurado pelo Jornal Giro News, o Grupo St Marche afirmou que o plano de Recuperação Extrajudicial (RE) foi protocolado nesta quinta-feira (17) para reestruturar suas dívidas com credores financeiros e preservar a continuidade das operações. “A companhia teve sua saúde financeira impactada por uma associação de fatores internos e externos, incluindo o aumento da taxa básica de juros do país durante a implementação de uma forte estratégia de expansão no estado de São Paulo, o que ampliou seu nível de endividamento”, analisa o St Marche.

17/04/25

Imagem: Antes de entrar em recuperação extrajudicial, St Marche tenta vender operação

Depois de enfrentar problemas financeiros, com prejuízos consecutivos, e entrar com pedido de Tutela de Urgência Cautelar, o St Marche está se preparando para vender sua operação antes de apresentar o pedido de recuperação extrajudicial. Os potenciais interessados na compra do ativo são o fundo de investimentos Pátria e o grupo Zaffari. Em abril, a expectativa é de que a rede de supermercados premium apresente o pedido de recuperação extrajudicial, negociando suas dívidas apenas com bancos.

31/03/25

Imagem: Justiça aceita pedido de recuperação extrajudicial da Tok&Stok

A Tok&Stok teve seu pedido de recuperação extrajudicial aceito pela 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Justiça de São Paulo, com uma dívida estimada em quase R$ 642 milhões. Com a medida, a varejista busca reestruturar os débitos com bancos e outras instituições financeiras, que são responsáveis por 65% das dívidas.

13/08/24