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Imagem: Após aprovar reestruturação, GPA foca em regionalização

O GPA inicia uma nova fase de crescimento e avança em um novo ciclo de transformação do seu negócio, após a estrutura financeira equacionada com a homologação de seu plano de recuperação extrajudicial na última quarta-feira (7). As frentes prioritárias que guiam esta nova etapa são simplificação da operação, revisão do portfólio de lojas e sortimentos, avanço acelerado da regionalização e busca por maior eficiência e geração de caixa.

09/10/26

Imagem: Justiça homologa plano de recuperação extrajudicial do GPA

A Justiça de São Paulo homologou o plano de recuperação extrajudicial do GPA. O acordo prevê a reorganização de R$ 4,568 bilhões em dívidas e teve adesão de credores que representam 57,49% do valor total dos débitos incluídos no plano - acima do mínimo exigido pela legislação. A Justiça havia autorizado, em março, o processamento do pedido apresentado pela companhia. Agora, com a homologação, o plano foi oficialmente aprovado e passa a valer nos termos acordados com os credores.

07/10/26

Imagem: Ministério Público muda posição e passa a defender recuperação extrajudicial do GPA

O MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo) mudou sua posição e passou a defender que a Justiça homologue o plano de recuperação extrajudicial do GPA. Em parecer protocolado ontem (30), o promotor Roberto de Campos Andrade retificou a manifestação apresentada há pouco mais de um mês. Na ocasião, ele se opôs à homologação imediata do plano, pediu que a companhia reformulasse o arranjo e defendeu a nomeação de um administrador judicial ou perito para verificar se a adesão dos credores havia sido calculada corretamente. O parecer contrário era um dos principais entraves à homologação.

01/10/26

Imagem: GPA rebate credores e defende homologação da recuperação extrajudicial

O GPA enviou à Justiça a resposta aos questionamentos de credores e do Ministério Público em relação à recuperação extrajudicial da empresa e reforçou o pedido para que o plano seja homologado. Segundo o GPA, as contestações "buscam subverter a lógica da recuperação extrajudicial mediante a imposição de encargos à companhia que não encontram fundamento na lei ou na jurisprudência". A companhia afirma que nenhuma das impugnantes foi capaz de provar as controvérsias apontadas.

22/09/26

Imagem: Casas Bahia questiona critérios do plano de recuperação extrajudicial do GPA

O Grupo Casas Bahia apresentou posição contrária ao plano de recuperação extrajudicial do GPA. Segundo a varejista, a companhia não detalhou o valor total das dívidas submetidas à recuperação e, por isso, não é possível verificar a representatividade dos titulares dos 57,49% de créditos que teriam aprovado o plano. A Casas Bahia está entre as credoras que rejeitaram a proposta de reestruturação por entender que as condições são desvantajosas em relação às instituições financeiras. No documento enviado à Justiça de São Paulo, a companhia afirma que R$ 392 milhões em dívidas foram excluídos do processo pelo Pão de Açúcar de forma genérica. Outros R$ 115 milhões referentes a processos judiciais ficaram de fora sob a justificativa de serem incertos ou ilíquidos.

16/09/26

Imagem: Helene Bitton renuncia ao conselho do GPA e novo membro é eleito

O GPA comunicou ao mercado a renúncia de Helene Esther Bitton aos cargos de membro do conselho de administração e do comitê estratégico financeiro da companhia. Com isso, a empresa aprovou a eleição de Yann François Eugène Fourmy para o conselho, com mandato unificado ao dos demais conselheiros, que será encerrado na próxima assembleia geral.

11/09/26

Imagem: Ministério Público contesta plano de recuperação do Pão de Açúcar

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) se declarou contrário ao plano de recuperação extrajudicial do GPA por entender que a companhia reuniu um grupo de credores muito diverso e que não apresenta a mesma identidade econômica e jurídica. O acordo busca equacionar uma dívida de aproximadamente R$ 4,5 bilhões e reúne credores financeiros, debenturistas, titulares de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CCBs (Cédulas de Crédito Bancário), além de bancos, fundos de investimento e credores que aguardam decisões judiciais. Segundo o GPA, 57,4% dos detentores de dívida aceitaram o plano, representando R$ 2,6 bilhões.

28/08/26

Imagem: GPA registra queda de 9,6% na receita e eleva prejuízo em 16,2%

O GPA fechou o segundo trimestre deste ano com queda de 9,6% na receita líquida, para R$ 4,2 bilhões, e prejuízo líquido consolidado de R$ 252 milhões, alta de 16,2% em relação ao mesmo período de 2025. A companhia também reportou redução de 7% nas vendas totais em comparação com o mesmo período do ano anterior, reflexo da descontinuação do formato "aliados" (modelo de venda direta para pequenos comércios), do reequilíbrio das vendas no e-commerce, que passou a concentrar as operações em canais próprios, e dos impactos da recuperação extrajudicial sobre o abastecimento de produtos. Segundo o GPA, desconsiderando o impacto do portfólio de lojas e o efeito calendário, a retração nas vendas foi de 0,8%.

05/08/26

Imagem: Havanna entra em recuperação extrajudicial no Brasil com dívida de R$ 127 milhões

A operação brasileira da Havanna, rede argentina de cafeterias e produtos à base de doce de leite, deu início a um processo de recuperação extrajudicial na 1ª Vara Regional de Competência Empresarial de São Paulo. A medida visa reestruturar um passivo acumulado de aproximadamente R$ 127,7 milhões com credores institucionais e fornecedores. O processo abrange seis empresas do grupo controlado pelo empresário Marcos Rothenberg, incluindo a Café Del Plata e a DGA Doces Del Plata (responsáveis pelas lojas e franquias da marca no país), além de companhias do segmento de perfumaria e cosméticos, como a rede Fragrance.

04/08/26

Imagem: GPA desocupa centro de distribuição em São Paulo

O GPA decidiu rescindir antecipadamente um dos seus contratos de locação, esvaziando um de seus mais importantes centros de armazenamento e distribuição de mercadorias, na beira da Rodovia Anhanguera, perto da entrada da cidade de São Paulo. O contrato, celebrado em junho de 2018, foi renovado em 2024 e tinha vigência até janeiro de 2032. No acordo estava previsto um aviso prévio de nove meses antes da saída, bem como indenização equivalente ao fundo no valor de 4,5 vezes o valor do aluguel proporcional ao prazo remanescente do contrato.

24/07/26

Imagem: GPA nega favorecimento a credores em recuperação extrajudicial

O GPA negou ter favorecido bancos e outros credores no plano de recuperação extrajudicial, incluindo o Itaú Unibanco. O posicionamento foi divulgado em comunicado enviado ao mercado, em resposta a questionamentos da B3. A solicitação da bolsa ocorreu após uma reportagem informar que investidores e empresas haviam apresentado impugnações ao plano. Segundo a publicação, foram protocolados seis pedidos de contestação na Justiça de São Paulo.

21/07/26

Imagem: GPA registra adesão de 98% dos credores ao plano de recuperação extrajudicial

O Grupo Pão de Açúcar concluiu a etapa de eleição das opções de pagamento de seu plano de recuperação extrajudicial com adesão de mais de 98% dos credores dentro do prazo previsto. Do total, 87% optaram pela alternativa que prevê a concessão de novos recursos à companhia. Segundo o GPA, a adesão inclui instituições financeiras, debenturistas e investidores pessoas físicas, tanto de forma direta quanto por meio de veículos estruturados. O GPA protocolou o pedido de recuperação extrajudicial em março, para reestruturar R$ 4,5 bilhões em dívidas não operacionais. Aprovado pela Justiça no mesmo mês, o acordo prevê a suspensão das obrigações junto aos credores afetados, que se concentram em instituições financeiras.

16/07/26

Imagem: Procuradorias pedem falência da Dolly por dívida que soma R$ 15,7 bilhões

As procuradorias da Fazenda Nacional e do Estado de São Paulo se juntaram para pedir a falência do Grupo Dolly. O pedido protocolado aponta valores que somam R$ 15,75 bilhões. O montante inclui dívidas com a União, com o governo paulista e com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Segundo a PGFN e a PGE-SP, o valor acumulado não é fruto apenas de dificuldades operacionais, mas de uma estratégia deliberada de "blindagem patrimonial". Edgar Bechara, advogado da empresa, afirmou não ter conhecimento do pedido.

02/07/26

Imagem: Coelho Diniz amplia participação no GPA

A família Coelho Diniz, que controla a rede mineira de supermercados de mesmo nome, ampliou de 24,6% para 25,1% sua participação no GPA, grupo detentor das bandeiras Pão de Açúcar e Extra Mercado. O movimento acontece após a retirada da cláusula de poison pill do estatuto da companhia, que limitava o aumento da participação dos investidores sem a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA). A rede Coelho Diniz opera 22 supermercados no leste de Minas Gerais.

29/06/26

Imagem: Silvio Tini assume posto de maior acionista do GPA após mudança no estatuto

O GPA passou a contar com um novo acionista majoritário: Silvio Tini. Dois dias depois de a companhia aprovar a queda da cláusula de poison pill (que exigia que um investidor com 25% ou mais fizesse a oferta pública de aquisição), o empresário passou a deter 25,8% das ações via sua gestora, a Bonsucex. Silvio já detinha 23%, fatia que alcançou em março deste ano. Com o aumento da participação, o executivo ultrapassa a família Coelho Diniz, que desde o ano passado despontava como principal acionista do grupo varejista, e supera a fatia do Casino, grupo francês que foi controlador do GPA por mais de uma década. Agora, a companhia avança no plano de recuperação extrajudicial envolvendo R$ 4,5 bilhões.

18/06/26

Imagem: GPA registra prejuízo de R$ 1,34 bilhão e reforça incerteza sobre continuidade operacional

O GPA reportou prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão no primeiro trimestre de 2026, pressionado por R$ 1,014 bilhão em efeitos não recorrentes e sem impacto no caixa. Junto ao balanço, a companhia divulgou uma nota explicativa apontando "dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional", vinculada a um déficit de R$ 3,9 bilhões no capital circulante líquido. Para reverter o cenário, o grupo aguarda a homologação judicial de seu plano de recuperação extrajudicial, já aprovado pela maioria dos credores.

15/05/26