11/08/21
Entre janeiro e maio deste ano, a participação do setor de cash & carry no valor vendido no autosserviço passou de 31,7% para 34%, com aceleração de 19,9% nas vendas. Os dados, da Nielsen, são relativos à comparação com o mesmo período do ano passado. Já a fatia dos hipermercados recuou de 22,8% para 20,6%. Nos minimercados, a taxa passou de 7,7% para 7,4% de janeiro a maio de 2020 e 2021. De acordo com a Nielsen, o cash & carry é o modelo que mais vende no país, após superar os hipermercados em 2018.
28/05/21
O setor atacadista e distribuidor brasileiro registrou crescimento de 5,2% em 2020, em termos nominais, com faturamento de R$ 287,8 bilhões. Em termos reais (número deflacionado), a expansão foi de 0,7%. Segundo a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), o setor teve participação de 51,2% no mercado mercearil nacional, avaliado pela Nielsen em R$ 562,3 bilhões no ano passado. Os atacadistas de autosserviço foram os que mais cresceram, influenciados pela dinâmica de abertura de lojas e por estarem abertos no momento de pandemia, enquanto outros formatos permaneceram fechados.
11/05/21
Os varejistas de marketplaces têm 78% de participação no faturamento total do e-commerce brasileiro. No primeiro semestre deste ano, R$ 30 bilhões da receita do setor provêm de lojas desta modalidade, crescimento de 56% sobre o mesmo período de 2019. Os dados fazem parte da 42ª edição do Webshoppers, relatório sobre e-commerce elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen, em parceria com a Elo. O faturamento das operações dos Bricks and Clicks (modelo de negócio que atua em loja online e física) aumentou 61% no semestre, com 73,1% de importância no total das vendas online no país.
01/09/20
O comércio eletrônico registrou crescimento de 22,2% em faturamento na semana do Dia dos Pais, segundo o Índice Cielo de Varejo Ampliado. A categoria de presentes que mais se destacou foi o varejo alimentício especializado, que inclui lojas de chocolate, vinho, entre outros. Em relação ao ano passado, o segmento teve aumento de 0,9% em vendas. No entanto, houve quedas de dois dígitos nas categorias de cosméticos e higiene pessoal (-16,4%), óticas e joalherias (-16,7%) e vestuários e acessórios (-21%). De acordo com o Índice, as vendas do varejo físico caíram 8,8% na semana do Dia dos Pais, na comparação com o mesmo período de 2019.
12/08/20
As vendas do comércio eletrônico no estado de São Paulo registraram alta de 15,6% no primeiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado, com um faturamento de R$ 5,5 bilhões. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit/Nielsen. No entanto, foi observada uma queda de 4,1% no valor do tíquete médio. Segundo a entidade, o e-commerce representa 3% do total do comércio varejista paulista. No canal online, os bens duráveis concentraram 63,6% do faturamento e tiveram um tíquete médio de R$ 666,11.
05/06/20
Segundo o estudo da Nielsen, apresentado no Ranking da Abras 2020, na última quinta-feira (4), o formato cash & carry apresentou um crescimento de 21,2% em número de lojas - foram adicionadas 125, ao total de 715 estabelecidas no ano passado. O formato de vizinhança vem na sequência, com alta de 8,1% na quantidade de abertura de unidades, com o acréscimo de 225 ? ao todo somam 2.990. Em relação às vendas (mesmas lojas) de 2019, o cash & carry subiu 4,8%. O formato de supermercado também teve alta (1,2%). No entanto, os modelos hiper e as operações de bairro registraram quedas de 0,8% e 6,3%, respectivamente.
05/06/20
Entre os dias 16 e 22 de março, as vendas totais do varejo brasileiro registraram alta de 23,3%, na comparação com a semana anterior. O desempenho foi impulsionado pelas cestas de Commodities (+66,1%), Limpeza (+43,1%) e Mercearia (+34,5%). Os dados são da Nielsen Brasil, empresa de mensuração e análise de dados. Segundo a pesquisa, todos os produtos que integram a cesta de commodities tiveram expansão acima de 35%, com destaque para o feijão (+100,9%). No segmento de limpeza, as compras de luvas aumentaram 121,6%. Já em mercearia, as massas alimentícias cresceram 72,6%.
13/04/20
Devido ao Covid-19, as vendas de alimentos, itens de saúde e limpeza dispararam na América Latina, segundo a Nielsen, empresa de inteligência de mercado. No segmento de saúde, o Brasil registrou alta de 972% nas vendas de 2 e 8 de março, na comparação anual. No Chile, o crescimento foi de 145%, seguido por 128% no Peru, 83% na Argentina e 58% no México. A reposição de alimentos teve avanço de 121% no Brasil e a cesta de limpeza registrou alta de 51%. Segundo a pesquisa, a venda de álcool em gel cresceu 2857% no país. Outros produtos que se destacaram foram utensílios de limpeza (+75%) e cortes de carne congelados (+67%).
26/03/20
