Pular para o conteúdo
Imagem: Varejo físico cresce 2,9% no Brasil em 2025, aponta Serasa Experian

Mesmo enfrentando uma política monetária contracionista, que segurou a taxa básica de juros, Selic, a 15% durante todo o segundo semestre, em 2025, o varejo físico cresceu 2,9%. Segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian, todos os setores tiveram alta nas vendas. Em setores menos impactados pelos juros, o avanço foi maior. O líder em crescimento foi o varejo de material de construção, com alta de 4% nas vendas, seguido pelo de combustíveis e lubrificantes, que cresceu 3,7%.

22/01/26

Imagem: Assaí aposta em marca própria, enquanto consumidor segue buscando opções mais baratas

Em meio a um cenário de juros elevados, o Assaí Atacadista segue identificando um movimento de consumidores trocando produtos por variações mais baratas, devido à pouca capacidade de compra. "A troca do consumidor por produtos mais baratos e econômicos ainda é persistente. Juros, movimento de apostas esportivas, endividamento. Isso forma um cenário em que o consumidor é obrigado a comprar produtos mais baratos", comentou Belmiro Gomes, presidente-executivo da companhia, em conferência com analistas.

11/08/25

Imagem: Bets e juros altos afetam mais estabelecimentos voltados para a baixa renda, afirma CEO do Assaí

De acordo com Belmiro Gomes, CEO do Assaí, o país lidera o ranking mundial de acesso a sites de apostas esportivas, superando até mesmo plataformas como WhatsApp e YouTube. Gomes afirmou que o fenômeno das apostas online, somado às altas taxas de juros, tem causado um efeito devastador nas finanças das famílias mais vulneráveis. Segundo dados apresentados pelo CEO, o mercado estima que as apostas movimentarão cerca de R$ 300 bilhões a R$ 380 bilhões este ano no Brasil, valor que representaria aproximadamente 35% de todo o alimento consumido no país. A disparidade no impacto econômico é evidente nos números do varejo. No quarto trimestre, enquanto os formatos alimentares que atendem a alta renda cresceram 4% - valor alinhado com o PIB e dentro do esperado -, os estabelecimentos voltados para a baixa renda registraram queda de 9% em relação ao ano anterior.

03/03/26

Imagem: Como o varejo e as microempresas podem sobreviver aos juros mais altos da década

Com a taxa básica de juros estacionada em 15%, o Brasil entra oficialmente no território do crédito proibitivo. A decisão do Banco Central de manter a Selic nesse patamar, justificada pela persistência da inflação acima da meta, criou um cenário em que o custo financeiro asfixia pequenas e médias empresas (PMEs) ao mesmo tempo em que enxuga o consumo das famílias. Trata-se da maior taxa nominal desde 2016, mas com impacto real amplificado por spreads bancários que chegam a ultrapassar os 20 pontos percentuais no segmento das microempresas.

24/07/25

Imagem: CEO do Assaí Atacadista analisa impacto da Selic no canal alimentar

Segundo Belmiro Gomes, no patamar atual de 14,25%, a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) afeta a capacidade de investimento das empresas. “As quatro companhias de capital aberto do varejo alimentar venderam R$ 250 bilhões em 2024, mas tiveram menos de 1% de lucro líquido. O pagamento de juros é duas vezes maior do que o lucro. Fora isso, tira o poder de compra da população, as pessoas se endividam”, disse o CEO do Assaí Atacadista.

25/03/25

Imagem: Custos com Big afetam lucro do Carrefour

O Carrefour Brasil registrou queda de 49% no lucro líquido do terceiro trimestre de 2022, para R$ 323 milhões. O resultado foi afetado pelo custo da aquisição do Grupo Big. "Era esperado. Vai compensar conforme gere caixa da aquisição e voltamos a um nível de dívida mais baixo", afirma David Murciano, diretor financeiro do grupo. Já a receita líquida cresceu 39,7%, atingindo R$ 27,74 bilhões. O negócio de varejo, representado pela bandeira Carrefour, cresceu 15% em mesmas lojas, para R$ 8,2 bilhões. Já a operação do atacarejo, do Atacadão, alcançou R$ 19,7 bilhões em vendas brutas.

10/11/22