O GPA reportou prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão no primeiro trimestre de 2026, pressionado por R$ 1,014 bilhão em efeitos não recorrentes e sem impacto no caixa. Junto ao balanço, a companhia divulgou uma nota explicativa apontando "dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional", vinculada a um déficit de R$ 3,9 bilhões no capital circulante líquido. Para reverter o cenário, o grupo aguarda a homologação judicial de seu plano de recuperação extrajudicial, já aprovado pela maioria dos credores.
15/05/26