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Imagem: Valor Médio Aumenta em Até 4,5% em 7 Cidades

Em janeiro, o valor médio da cesta básica de alimentos subiu em sete das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo Horus & FGV IBRE. Em relação a dezembro, as maiores altas foram registradas em Belo Horizonte (4,5%), Curitiba (3,9%) e Salvador (1,8%). A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 818,10), seguida pelas de São Paulo (R$ 776,12) e Fortaleza (R$ 690,59). Os grupos de produtos que apresentaram aumento de preço mais expressivo na cesta básica, e em quase todas as capitais, foram os legumes (representados por batata, cebola e cenoura), seguidos de carne bovina, café e farinha de mandioca.

14/02/22

Imagem: Alimentos Apresentam Alta de Até 80% em Preços

O café segue como o produto da cesta básica com maior inflação, assim como ocorreu no quarto trimestre de 2021. Em janeiro, o preço quase dobrou, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com uma disparada de 80,8%. Ao todo, a cesta básica apresentou variação de 5,4% em seu preço no mês, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, a partir de um levantamento da Profit+, especializada em soluções de pricing. Além do café moído 500g, que era comercializado por uma média de R$ 8,71 e passou para R$ 15,75, outros dois produtos aparecem em evidência devido ao aumento de preços.

08/02/22

Imagem: Preço da Cesta Básica Atinge R$ 1.088,00

Em um ano, o valor da cesta básica paulistana apresentou alta de 7,95%, de acordo com uma pesquisa feita pelo Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor médio passou de R$ 1.007,89 em dezembro de 2020 para R$ 1.088,00 em dezembro de 2021. Os três grupos apresentaram aumento, sendo as variações acumuladas de 7,31% para alimentação, de 8,70% para higiene e de 18,56% para limpeza. Dentre os 28 alimentos pesquisados, 23 tiveram aumento nos valores médios, com destaque para o café e açúcar.

19/01/22

Imagem: Brasília Teve Maior Alta, com 14,9%

Em dezembro, o valor médio da cesta básica aumentou em sete das oito capitais analisadas, em relação a novembro. Segundo a Cesta de Consumo HORUS/FGV IBRE, as maiores altas foram registradas em Brasília (14,9%), Manaus (7,8%) e Fortaleza (6,8%), em razão da alta nas frutas (12,7%), café (5,7%) e frango (5,8%). Belo Horizonte apresentou retração de 2,7%, devido à queda no preço de pão (-22,5%), carne bovina (-9,6%) e leite (-2,5%), e São Paulo se manteve estável (0,1%). A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 830,27), seguida pelas de São Paulo (R$ 799,54) e Fortaleza (R$ 752,40).

12/01/22

Imagem: Supermercados Fecham 2021 com Alta de 7,5% nos Preços

Os aumentos de preços nos supermercados ao longo de 2021 refletiram em uma cesta básica 7,5% mais cara no quarto trimestre, em relação ao mesmo período de 2020. De acordo com dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apurados pela empresa de pricing Profit+, o café foi o principal responsável por puxar a alta da inflação no setor, com uma disparada de 66,8% entre outubro e dezembro. O preço do café moído 500g passou de R$ 8,43 em 2020 para R$ 14,06 no ano passado. O tomate aparece na sequência, com um salto de R$ 4,74 para R$ 7,76 por kg e variação de 63,7%.

10/01/22

Imagem: Custo da Cesta Básica Sobe em Outubro

Em outubro, o preço da cesta básica aumentou em 16 das 17 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em relação a setembro. As maiores altas foram registradas em Vitória (6%), Florianópolis (5,71%), Rio de Janeiro (4,79%), Curitiba (4,75%) e Brasília (4,28%). Florianópolis ficou com a cesta mais cara (R$ 700,69), seguida por São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08). As mais baratas foram as de Aracaju (R$ 464,17), Recife (R$ 485,26) e Salvador (R$ 487,59). No período, somente Recife teve queda (0,87%).

08/11/21

Imagem: Cesta Básica Tem Maior Aumento em Brasília

Em setembro, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 11 cidades e diminuiu em seis, em relação a agosto, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 17 capitais. As maiores altas foram registradas em Brasília (3,88%), Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%). As capitais com quedas mais intensas foram João Pessoa (-2,91%) e Natal (-2,90%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 673,45), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 672,39), Florianópolis (R$ 662,85) e Rio de Janeiro (R$ 643,06).

07/10/21