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Imagem: Rio de Janeiro Tem Preço Mais Alto em Cestas

Em outubro, o valor médio da cesta básica aumentou em 7 das 8 capitais monitoradas pela plataforma Cesta de Consumo, recém-lançada pela HORUS e FGV IBRE. As maiores altas foram registradas em Curitiba (7,6%), Salvador (3,8%) e São Paulo (3,0%), em relação a setembro de 2021. A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 809,70), seguida pelas de São Paulo (R$ 775,90) e Fortaleza (R$ 714,80). Os produtos que contribuíram para as maiores altas na cesta básica no mês foram legumes (batata, cenoura e cebola), açúcar, café em pó e margarina, que aumentaram em todas as capitais.

11/11/21

Imagem: Custo da Cesta Básica Sobe em Outubro

Em outubro, o preço da cesta básica aumentou em 16 das 17 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em relação a setembro. As maiores altas foram registradas em Vitória (6%), Florianópolis (5,71%), Rio de Janeiro (4,79%), Curitiba (4,75%) e Brasília (4,28%). Florianópolis ficou com a cesta mais cara (R$ 700,69), seguida por São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08). As mais baratas foram as de Aracaju (R$ 464,17), Recife (R$ 485,26) e Salvador (R$ 487,59). No período, somente Recife teve queda (0,87%).

08/11/21

Imagem: Cesta Básica Tem Maior Aumento em Brasília

Em setembro, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 11 cidades e diminuiu em seis, em relação a agosto, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 17 capitais. As maiores altas foram registradas em Brasília (3,88%), Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%). As capitais com quedas mais intensas foram João Pessoa (-2,91%) e Natal (-2,90%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 673,45), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 672,39), Florianópolis (R$ 662,85) e Rio de Janeiro (R$ 643,06).

07/10/21

Imagem: Alimentação Puxa Alta no Preço da Cesta Básica

Em agosto, a cesta básica atingiu preço médio de R$ 1.077,01 na cidade de São Paulo (SP). Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o valor era de R$ 888,79, houve aumento de 21,18%. O produto que apresentou a maior alta no período foi o óleo de soja (900 ml), com 69,91%. Os dados são de um levantamento feito pelo Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em relação a julho deste ano, o preço subiu 1,15%. O grupo Alimentação apresentou a maior variação (1,25%), seguido por Higiene Pessoal (0,49%) e Limpeza (0,28%).

20/09/21

Imagem: Custo da Cesta Básica Sobe em 13 Capitais

Em agosto, o custo médio da cesta básica teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Os maiores aumentos foram em Campo Grande (3,48%), Belo Horizonte (2,45%) e Brasília (2,10%).A cesta mais cara é a de Porto Alegre, que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18% em agosto. A de Florianópolis é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A cesta de São Paulo ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

09/09/21

Imagem: Valor da Cesta Básica Encosta no Salário Mínimo

Em julho, o custo da cesta básica na cidade de São Paulo (SP) chegou a R$ 1.064,79, para uma família de quatro pessoas. O valor quase empata com o salário mínimo, de R$ 1,1 mil. O dado é de um levantamento feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A cesta básica inclui gastos para compra de 39 produtos, entre alimentos, itens de higiene pessoal e limpeza doméstica. O valor representa alta de 0,44% em relação a junho, de 5,65% no ano e de 22,18% em 12 meses.

16/08/21

Imagem: Custo da Cesta Básica Cai em 12 Capitais em Março

Em março, os preços da cesta básica diminuíram em 12 capitais e aumentaram em outras cinco, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores reduções ocorreram em Salvador (-3,74%), Belo Horizonte (-3,11%), Rio de Janeiro (-2,74%) e São Paulo (-2,11%). As capitais com as maiores altas foram Aracaju (5,13%) e Natal (2,83%). A cesta mais cara foi registrada em Florianópolis (R$ 632,75), seguida por São Paulo (R$ 626,00), Porto Alegre (R$ 623,37) e Rio de Janeiro (R$ 612,56).

09/04/21

Imagem: Cesta Básica Registra Alta de 28,53% em 2020

O valor da cesta básica paulistana apresentou alta de 28,53%, passando de R$ 784,16 em dezembro de 2019 para R$ 1.007,89 em dezembro de 2020. Os dados são de uma pesquisa feita pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Todas as categorias tiveram aumento, com variações acumuladas de 7% para limpeza doméstica, 11,68% para higiene e 31,69% para alimentação. As cinco maiores variações foram verificadas em alimentação: óleo de soja (120%), arroz (93,88%), batata (62,06%), queijo muçarela fatiado (46,82%) e carne de segunda sem osso (41,54%).

18/01/21

Imagem: Assaí Atacadista Desenvolve Cartão Cesta Básica

Em parceria com a Epay, especializada em soluções pré-pagas, o Assaí Atacadista lança o "Cartão Cesta Básica". A novidade permite que os consumidores recarreguem um cartão físico ou digital diversas vezes, com valores entre R$ 50 e R$ 200. Segundo a rede, a solução visa atender a demanda de empresas e pessoas físicas por cestas básicas para doações ou entrega a funcionários. Com saldo válido por 180 dias, o cartão permite apenas a compra de alimentos nas lojas da bandeira, com exceção de bebidas alcoólicas. Desde o final de março, o Assaí comercializou mais de 300 mil cestas básicas físicas no país.

01/07/20