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Imagem: Entregas em 1 hora crescem 3x na Fast Shop

A Fast Shop registrou, em janeiro, a melhor performance do seu serviço de entregas em até uma hora. A modalidade cresceu três vezes em relação à média mensal de 2022. Em parceria com fornecedores como Uber, Loggi e Click Entregas, a rede de eletrônicos e eletrodomésticos entrega, pelo "Ultra Fast", itens de pequeno e médio porte, como celulares, tablets, fones de ouvido, micro-ondas e televisores. O serviço abrange mais de 20 cidades nas capitais e regiões metropolitanas. Neste ano, a Fast Shop passou a adotar um modelo de logística em que as suas 80 lojas funcionam como centros de estoque e distribuição.

28/02/23

Imagem: Pix cresce 105% no Supermercados Mundial

O Supermercados Mundial registrou um crescimento superior a 100% nos pagamentos em Pix ao longo do último ano. De março a novembro de 2022, as lojas tiveram um aumento de 105% nas transações. Já em dezembro, a performance da modalidade foi ainda melhor, obtendo uma alta de 144% em relação a março. Segundo dados da Febraban, o Pix se tornou o meio de pagamento mais usado no país no início de 2022, superando o crédito e o débito. Hoje, o Mundial tem 20 lojas no estado do Rio de Janeiro.

25/01/23

Imagem: Alimentação fora de casa volta aos patamares pré-pandemia

O segmento de alimentação fora do lar começou a alcançar os níveis pré-pandemia. Os gastos cresceram 1% no quarto trimestre do ano passado, em relação ao mesmo período de 2019. O estudo CREST, realizado pelo Instituto Foodservice Brasil (IFB) e Mosaiclab, mostra que os consumidores tiveram um gasto de R$ 56,5 bilhões nos últimos três meses do ano, o que representa um aumento de 10% em relação ao mesmo período de 2021. O ticket médio subiu 8%, chegando a R$ 19,27, e o fluxo de visitação nos estabelecimentos aumentou 2%. As redes de restaurantes ampliaram seu espaço no gasto do setor em relação a unidades independentes.

21/03/23

Imagem: Valor da cesta básica aumenta 4% no e-commerce

Uma analise feita pela Precifica, empresa especializada em soluções de pricing, indicou um novo aumento do preço da cesta básica no e-commerce da região metropolitana de São Paulo. Com uma elevação de 4,05% no mês de dezembro na comparação com o mês anterior, o valor passou de R$ 640,39 para R$ 666,33. Os itens que mais subiram foram: tomate (9,9%), sal refinado (7,1%), carne bovina (4,4%) e açúcar refinado (3,6%). Os maiores recuos foram do leite integral (-9,1%), café em pó (-8,6%), feijão carioca (-2,9%) e batata (-1,5%).

20/01/23

Imagem: Shoppings crescem vendas, mas ainda têm fluxo inferior a 2019

Dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) apontam que o setor registrou alta de 13,8% em vendas em agosto, quando comparadas com o mesmo mês do ano passado. Em relação ao desempenho do pré-pandemia (agosto de 2019), o aumento nas vendas foi de 7,1%, sendo a quarta elevação consecutiva nessa métrica. No ano, o setor acumula uma recuperação de 29,9% sobre igual intervalo de 2021. Do ponto de vista regional, as localidades que apresentaram resultados acima da média nacional no mês, em relação a agosto de 2021, foram: Sul (15,5%), Sudeste (14,3%) e Centro-Oeste (14,2%).

13/10/22

Imagem: Produtos Sazonais Têm Altas de Até 55%

Os produtos sazonais de festa junina somam preços 29,65% mais altos em relação ao ano passado. No acumulado de 2022, o aumento é de 25,06%, segundo um estudo realizado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas). Para a entidade, a guerra no leste europeu e as mudanças climáticas inflacionaram os produtos, mas as confraternizações presenciais e a queda do desemprego geram otimismo nas vendas. Nos últimos 12 meses, o preço da maçã subiu 55,2%. Entre os produtos com maiores altas, também estão: abóbora (54%), fubá (49,5%), milho (47,2%), leite (32,5%) e farinha de milho (31,8%).

20/06/22

Imagem: SC e SP Têm as Cestas Básicas Mais Caras do País

Em novembro, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 9 das 17 capitais que fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas foram registradas em cidades do Norte e do Nordeste: Recife (8,13%), Salvador (3,76%), João Pessoa (3,62%), Natal (3,25%) e Fortaleza (2,91%). A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 710,53), seguida pelas de São Paulo (R$ 692,27), Porto Alegre (R$ 685,32), Vitória (R$ 668,17) e Rio de Janeiro (R$ 665,60). Os produtos que registraram maiores variações foram café, açúcar e óleo de soja.

08/12/21