Pular para o conteúdo
Imagem: E-commerce brasileiro cresce 2% em 2022

O e-commerce cresceu 2% no Brasil em 2022, de acordo com relatório produzido pela NielsenQ|Ebit. O resultado foi impulsionado pelo primeiro semestre, que observou alta de 6%, em comparação com mesmo período do ano anterior. Os últimos seis meses do ano foram marcados por uma queda de 2%. "Os resultados, em geral, demonstram desaceleração do crescimento do e-commerce no Brasil. Isso ocorre porque vivemos um momento em que há uma retomada do comércio presencial, com o fim definitivo do isolamento social durante a pandemia no Brasil, além de um ambiente com inflação e juros altos", analisa Marcelo Osanai, head de e-commerce da NielsenQ|Ebit.

06/02/23

Imagem: Preços de itens de mercearia voltam a subir

Segundo um estudo da Scanntech, o preço dos produtos de mercearia básica voltou a subir em dezembro, puxado principalmente por arroz, feijão e óleo, que juntos foram responsáveis por 84% do aumento total da cesta. Já o leite, que havia sido o vilão da inflação da mercearia básica em março, apresentou deflação em dezembro, registrando uma redução de 3% em relação a novembro. "Depois de 4 meses de trégua, em dezembro voltamos a ter uma alta dos preços nos itens mais essenciais da alimentação dos brasileiros como o arroz, o feijão e o óleo", analisa Priscila Ariani, diretora de Marketing da Scanntech.

06/02/23

Imagem: Varejo de construção fatura R$ 207 bilhões em 2022

Em 2022, o varejo de material de construção faturou cerca de R$ 207,4 bilhões, com crescimento de 2,5% em relação a 2021. Os dados são estimativas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, em conjunto com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). O setor registrou alta de 4,4% em 2021. Para 2023, a entidade projeta um faturamento entre 1% e 3% maior.

07/02/23

Imagem: Foodservice apresentou queda de 3% em compras

As compras de operadores do foodservice tiveram uma queda de 3% em dezembro de 2022 em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando comparado a novembro do ano passado, o índice registrado é de menos 1%. A redução pode ser observada em grande parte dos grupos de alimentos, com exceção de farináceos, aperitivos e bebidas. Os dados são do FoodCheck Macrotrends, pesquisa de monitoramento das vendas de categorias de produtos, realizada pelo Instituto Foodservice Brasil (IFB).

02/02/23

Imagem: Setor de higiene pessoal cresce 9,4% em 2022

O setor brasileiro de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos apresentou um crescimento de 9,4% na corrente de comércio internacional (soma de exportações e importações), no consolidado de janeiro a dezembro de 2022. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o percentual soma a cifra de US$ 1,52 bilhão, contra US$ 1,39 bilhão em 2021. As exportações do período alcançaram US$ 776,5 milhões, crescimento de 10,9%, com destaque para as categorias de produtos para cabelo (23,7%), sabonetes (19,1%) e produtos de higiene oral (11,6%).

30/01/23

Imagem: Varejo bate recorde de fusões e aquisições

O ano de 2022 registrou um recorde de fusões e aquisições no setor de consumo e varejo. Foram 49 operações, ante 47 em 2021. É o que aponta o estudo "Panorama do Setor de Consumo e Varejo", realizado pela RGS Partners. O levantamento revela que as transações no período representaram o maior volume desde o início da série histórica, em 2010. Além disso, traz recortes para dois segmentos: Cosméticos, que também supera o total de 2021, e Alimentos e Bebidas, em que o volume de operações foi equivalente ao total registrado ano passado.

30/01/23

Imagem: Consumo nos lares encerra 2022 em alta de 3,89%

O Consumo nos Lares Brasileiros teve alta de 3,89% em 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Este é o maior resultado acumulado desde junho de 2021, quando o indicador atingiu 4,01%. Para a entidade, alguns fatores impulsionaram o consumo de forma mais expressiva no último trimestre, como deflação no preço dos alimentos básicos, pagamento do pacote de benefícios sociais e aumento do emprego formal. No período, o indicador permaneceu em patamar acima de 3%, com altas acumuladas em outubro (3,02%), novembro (3,52%) e dezembro (3,89%).

27/01/23