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Podemos Humanizar Ainda Mais as Empresas

Estava pensando sobre a minha trajetória profissional e comecei a lembrar o número de gestores que eu já tive durante os 20 anos de carreira. Posso dizer que foram muitos. Alguns tiveram participação ativa no meu desenvolvimento profissional e pessoal e outros nem tanto, porém, quero aqui discutir um pouco sobre o papel do gestor nas empresas. Existem inúmeras literaturas que tratam sobre este tema, onde podemos encontrar vários estilos de gestão, porém, eu deixo aqui a minha provocação: existe o estilo ideal de gestão? (Clique em Leia Mais para ver o artigo na íntegra)

Estava pensando sobre a minha trajetória profissional e comecei a lembrar o número de gestores que eu já tive durante os 20 anos de carreira. Posso dizer que foram muitos. Alguns tiveram participação ativa no meu desenvolvimento profissional e pessoal e outros nem tanto, porém, quero aqui discutir um pouco sobre o papel do gestor nas empresas. Existem inúmeras literaturas que tratam sobre este tema, onde podemos encontrar vários estilos de gestão, porém, eu deixo aqui a minha provocação: existe o estilo ideal de gestão?

Óbvio que a resposta é muito subjetiva, pois cada profissional ou empresa tem uma cultura diferente, mas quero dividir com vocês a forma como este tema era tratado em uma das empresas por onde passei, em minha opinião, um exemplo a ser seguido:

O bônus de performance dos executivos estava totalmente atrelado aos negócios e pessoas, o peso era de 50% para cada, ou seja, o profissional era avaliado não só em seu desempenho em números, mas o modo que ele utilizou para atingi-los, esta era uma forma de inibir o chamado "gestor trator", ou seja, aquele que entrega o resultado, porém deixou um enorme estrago por onde passou.

Este sistema de avaliação funcionava? É claro que nem tudo é perfeito, porém a iniciativa é louvável, ao menos servia de "bússula" para toda a organização.

O papel do gestor deve ser 80% voltado para pessoas e 20% para resultados, isto não significa que resultado não é importante, muito pelo contrário, porém, não podemos esquecer que são as pessoas que fazem os resultados. Além disto, existe um outro ponto muito importante. Pode estar certo que por trás de cada profissional também existem as questões pessoais, as quaismuitas vezes nada tem a ver com o negócio, porém se o gestor não tiver sensibilidade suficiente para perceber, entender e ajudar, certamente isto impactará na performance e consequentemente no resultado final. Alguns podem chamar isto de paternalismo, porém, acho que o nome correto é "humanismo".

Quando olho para o início da minha carreira vejo que já demos um enorme salto nesta questão, no entanto, vejo que ainda podemos humanizar ainda mais as empresas. Pense nisto!

22/09/2011

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Escrito por Alexandre Silva

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